Por que Supernatural é uma grande série?

Agosto 1, 2009

Untitled-1Lost é a minha série favorita, como muitos de vocês já devem saber, mas não é por isso que deixo de apreciar outros grandes produtos televisivos. Antes de responder à pergunta do título, devo dizer que decidi fazer este artigo pelo baixo merecimento que esta série tem no seu país de origem: Estados Unidos da América. Estar num canal em que o público alvo são raparigas adolescentes não é a melhor forma desta criação de Eric Kripke ficar muito famosa, mas mesmo assim consegue ser a segunda série mais vista da emissora, ficando apenas atrás de Smallville (agora com a mudança de Clark Kent para as sextas-feiras, é provável que Supernatural consiga alcançar esse lugar).

Agora vamos então responder à pergunta que não quer calar: afinal de contas, o que é que Supernatural tem para ser uma série tão acarinhada pela crítica e pelo mundo fora? Primeiro que tudo, existe uma palavra que define a série e que, num geral, é isso que faz de Supernatural aquilo que é: evolução!

O episódio piloto: Séries com estreias excelentes têm tendência a cativar um certo público. Exemplos disso é Lost, 24 e Prison Break, mas Supernatural não fica nada atrás. Num flashback que remete a 2 de Novembro de 1983, conhecemos uma família feliz composta por John e Mary Winchester com os seus dois filhos: Sam e Dean. Mas é nessa fatídica noite que eles recebem a visita de um dos maiores vilões das séries de televisão: o Demónios dos Olhos Amarelos, que deita um pouco de sangue na boca de Sam. Assim que John apercebe-se que se passa algo estranho, chega tarde e encontra a sua mulher a arder no tecto. Como se isso não bastante, vinte anos depois a namorada de Sam morre da mesma forma e agora os irmãos, com um pai desaparecido, têm de acabar aquilo que o pai começou: matar tudo o que é demoníaco, principalmente o responsável pela extinção de dois membros da família.

Enquanto que essa história principal de vai desenrolando, outras secundárias também o vão: os típicos casos da semana. Esse é um dos pontos que me faz gostar tanto de Supernatural, pois ao contrário das outras séries (policiais e médicas por exemplo), esse caso é construído de uma forma em que não aborrece o telespectador.

A nível de temporadas, a minha preferida é a quarta, mas a segunda também é muito boa. Existe uma razão que me faz gostar tanto dessas duas: são aquelas que mais abordam o instinto de sobrevivência e coragem dos irmãos Winchester, além de terem os momentos mais emocionantes e as mortes mais dolorosas. É impossível não gostar das estreias de temporada, assim como os seus finais, que cumprem mais do que prometem, algo muito raro em séries de televisão. Eu nunca iria imaginar que os irmãos iriam ter aquele acidente no final da primeira temporada nem a despedida dolorosa no início da segunda. O final da terceira época então fez redimir a série depois de alguns episódios menos conseguidos, e se foi preciso passar por esses episódios para chegar ao ‘Lazarus Rising’, a estreia da quarta temporada, então tudo valeu a pena.

Os dois protagonistas, Jensen Ackles (Dean) e Jared Padalecki (Sam), além de alegrarem as meninas, também estão inseridos na ‘evolução’ que eu falei acima. Quando um bom guião é dado a eles, como aconteceu na maioria da quarta temporada, eles mostram o seu verdadeiro valor como actores e é gratificante ver que existe, também, uma grande amizade entre os dois (como podemos ver pelos erros de gravação, vídeos de bastidores e convenções internacionais). Por falar em personagens, outro ponto positivo da série é que até mesmo as secundárias conseguem ter um carinho especial pelo público, como a Ruby (da terceira temporada) e o Bobby. Para finalizar esse tópico do elenco, algo que aprecio bastante é quando regressam algumas personagens para uma participação especial, tal como aconteceu bastante em ‘Buffy’, um dos meus vícios actuais.

Por fim, é preciso deixar bem claro para aqueles que ainda não viram a série que isso não é uma história sobre demónios, vampiros, lobisomens, palhaços assassinos ou fantasmas. Antes disso tudo, é uma história de sobrevivência, luta e força de vontade, contada pela vida de dois irmãos que perderam a sua vida normal para se dedicarem a uma vida de caçadores. Mas apesar de todos os sacrifícios que eles fizeram um pelo outro, ainda existe tempo para a piadas sarcásticas do Dean e das picardias do Sam sobre o irmão. É essa a mensagem que quero deixar a todos aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ver Supernatural, e aproveitem para começarem agora, pois estamos a entrar na quinta e possível última temporada da série. E pelo que sabemos até agora, promete não só superar as anteriores, como também ter um final épico para essas histórias que foram construídas nesses quatro anos.


Qual o cancelamento mais injusto das séries? [Quartos de Final]

Agosto 1, 2009

Untitled-1

Depois do sucesso que foi a primeira edição, com a votação da mulher e homem mais sexy da televisão, chega a vez de apostarmos numa segunda edição com o tema ‘Qual o cancelamento mais injusto das séries?’. Os dezasseis escolhidos foram seleccionados pela equipa do Portal de Séries e agora cabe a vocês, visitantes, votarem nos vossos favoritos. As séries abaixo representadas foram escolhidas baseado na repercussão do cancelamento e/ou qualidade que a série apresentava na altura em que foi terminada. Séries como ‘Battlestar Galactica’, ‘The Shield’ e ‘Boston Legal’ não figuram na lista porque tiveram uma última temporada já vista como final season, mesmo antes de estrear.

O concurso consistirá numa série de eliminatórias, entre as quais haverá um confronto entre dois “concorrentes”. Em cada ronda, que terá a duração de quatro dias, metade dos escolhidos ficarão para trás, até chegarmos a uma final. Cada pessoa poderá votar tanto nas em todas os confrontos, mas unicamente num de cada dupla. Abaixo tem o quadro das votações que vos vai ajudar a perceber melhor como funciona. Têm até às 23h59 do dia de terça-feira para votarem no quartos de final (Top 8 ). Na quarta-feira serão anunciados as meias finais e uma nova votação decorrerá.

Espero que participem tal como participaram na primeira edição e deixem comentários acerca das vossas escolhas. E agora, toca a votar! Peço desculpa pelo atraso deste artigo, pois deveria ter saído terça-feira.

p1

[poll id=”64″]

p1

[poll id=”65″]

p1

[poll id=”66″]

p1

[poll id=”67″]

Untitled-3


Buffy (6.07) – Once More, With Feeling

Agosto 1, 2009

Buffy Promo booklet_Page_12I’ve got a theory
It doesn’t matter
What can’t we face if we’re together
What’s in this place that we can’t weather
Apocalypse
We’ve all been there
The same old trips
Why should we care

Existem os episódios que gostamos e os que não gostamos, os que são bons e os que são maus. Mas o ‘Once More, With Feeling’ é algo de extraordinário, possivelmente a melhor coisa que alguma vez vi na televisão! Já vi o episódio há algumas semanas, mas nunca me saiu a ideia de que deveria criar um artigo especial para o mesmo. Qualquer pessoa, seja fã ou não de Buffy, mesmo que nunca tenha visto a série, deve ver esse musical.

Joss Whedon, criador da série vampiresca, é o génio por detrás dos melhores episódios da série: ‘Becoming’, ‘Hush’ e ‘The Gift’. Foi ele que, certamente com muito trabalho, conseguiu escrever todas as músicas deste episódio e ainda cantar um pouco no papel de um dos figurantes. A primeira música é logo o ponto de partida para a obra prima que estávamos a começar a ver, com uma Buffy no cemitério a matar vampiros e demónios. Cada passo, cada nota vocal, tudo estava tão perfeito, onde os pormenores, como a cinza do vampiro a mostrar a cara da protagonista, criam um verdadeiro espectáculo visual e musical. Mas como o trabalho do Scoobie Gang não podia parar, o ‘I’ve Got a Theory’ aborda o início da investigação sobre o que está a fazer Sunnydale toda a cantar.

Essa mesma música é uma das minhas favoritas por mostrar várias referências aos episódios/temporadas anteriores. Sempre que vejo esse vídeo é impossível não rir com o ‘could be witches’ do Xander e a fobia de coelhos da Anya. Por falar nessa fobia, é sempre tão engraçado quando é mostrado isso na série, tudo porque ela se vestiu de coelho no Halloween. Quem iria imaginar a repercussão que iria ter essa acção quando se vê a quarta temporada? Ninguém! Já agora, sabiam que a Anya era para morrer no final da quinta temporada? Quando a Syrin do TV-Files me disse isso a única coisa que pensei foi ‘como podem matar uma personagem tão boa como essa a duas temporadas do grande final’? E valeu bem a pena ela ter sobrevivido, pelo menos o ‘I’ll Never Tell’ prova o quão charmosa é a relação dela com o Xander, as suas picardias e a sua química incrível! Esse também é um dos meus momentos favoritos de ‘Once More, With Feeling’.

E se aqueles que nunca viram o episódio pensarem que isso não adiantou nada na história da série, enganam-se e muito. Isso foi tudo menos um filler, principalmente quando a relação da Tara e Willow é colocada à prova, o primeiro beijo de Buffy e Spike acontece e o Scoobie Gang descobre que a retiraram do paraíso para a colocarem de volta ao seu ‘inferno’.

Eu poderia ficar falando e falando desse episódio, música por música, mas caso fizesse isso nunca mais sairia daqui. Contudo tenho mais umas palavrinhas. ‘Walk Through the Fire’ é simplesmente um dos momentos mais bem editados da história da televisão, tanto a nível de imagem, como também no som. Uma coisa que gostei menos (é impossível dizer ‘não gostar’) são os escassos momentos musicais de Willow (será que a Alyson Hannigan tinha uma voz assim tão má que não desse para ter uma canção a solo?). Mas essa ausência foi recompensada com uma Tara muito bem afinada, um Giles com uma voz excelente, um inglês britânico do Spike e tudo o resto. Entre todos, a que fica mais atrás a nível vocal é a própria Sarah Michelle Gellar, mas mesmo não deixa muito a desejar. Também quero deixar os parabéns à caracterização do demónio (Sweet) que estava a provocar isso tudo.

Por fim deixo dois links: esse para ver o episódio online e esse para fazerem download da banda sonora (trilha) do episódio. Àqueles que já viram o episódio, deixem a vossa opinião sobre o mesmas.


Vídeos promocionais das novas temporadas de Smallville e House

Agosto 1, 2009

Sem títuloSaiu durante a madrugada de hoje dois novos vídeos promocionais da nona temporada de Smallville e da sexta de House. A série protagonizada por Tom Welling regressa no dia 25 de Setembro e ainda não se sabe se esta será a última temporada da série, pois parece que a durante a Comic-Con deste ano foi dado a entender que os produtores executivos gostariam de chegar, pelo menos, até uma década de Smallville. Já o drama médico da FOX vai abordar a vida de paciente de Gregory House num hospital psiquiátrico. Neste novo vídeo que saiu, podem ver quarenta e cinco segundo de cenas completamente inéditas da season premiere de duas horas que vai ao ar no dia 21 de Setembro. Agora só falta sair um de Supernatural, One Tree Hill, Grey’s Anatomy e Fringe para matar um pouco a ansiedade dessas séries. Estamos a um mês do começo da fall season, já não falta muito.


Novidades da terceira temporada de Gossip Girl

Agosto 1, 2009

fd023abe88ca3b2bf3d46013f6d336dbPara aqueles como eu, que estavam curiosos para saber como a terceira temporada de Gossip Girl irá se desenvolver, o SpoilerTv divulgou um vídeo dos bastidores das gravações da temporada, em que as atrizes Leighton Meester (Blair), Michelle Trachtenberg (Georgina) e Jessica Szohr (Vanessa) comentam novidades bem interessantes sobre o que vem por aí.

Quando a Blair, obviamente ela terá vários momentos de desentendimento com Georgina, porém o que vai marcar a personagem é o seu deslocamento em uma universidade com pessoas que não vieram do mesmo lugar que ela, que não pensam nem se vestem como ela — não se esqueçam que Blair foi educada a vida inteira para ir para Yale e não para a NYU.Em um momento do vídeo vemos Georgina dizer para Blair: “Admita, Blair. Há muito tempo, em uma terra distante, você era uma rainha. Aqui você é só uma perdedora que nunca irá se encaixar com o lugar“. No entanto, nem tudo será ruim para ela, já que a princípio seu relacionamento com Chuck será seu conforto. 

Sobre Vanessa, veremos a personagem arranjar uma aliada contra Blair, a personagem da atriz e cantora Hilary Duff, Olivia, a companheira de quarto de Vanessa na NYU. 

Animados para essa temporada? Confesso que não estava, mas ver Blair em um ambiente totalmente deslocada e sem “poder” será algo muito interessante de se ver, não acham?