Lost Webisodes: Season 6 Preparation

Agosto 17, 2009

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A contrário dos webisódios que saíram entre a terceira e quarta temporada, intitulados ‘Missing Pieces’ e que foram compostos por treze capítulos, esses novos não são oficiais mas feitos por um fã. Contudo, estão tão bem feitos e focam temas tão importantes da série que era impossível não querem partilhá-los com vocês. Até à data de hoje já foram lançados quatro webisódios focando os temas “Destino”, “Milagres”, “Guerra” e “Vida e Morte”, os quais estão disponíveis abaixo. Podem acompanhar a página do YouTube do criador dos mesmo de forma a receber actualizações de novos capítulos. Às vezes encontra-se cada vídeo que vale mesmo a pena ser partilhado!

#1 DESTINY

#2 MIRACLES

#3 WARFARE

#4 LIFE & DEATH


24: Nova contratação de peso

Agosto 17, 2009

Sem títuloSegundo o E!Online, o actor David Anders, que participou na segunda e terceira temporada de Heroes, assinou um contrato para interpretar uma personagem recorrente na nova temporada de 24.

Um representante do actor, que interpretou o vilão Adam Monroe no drama da NBC, confirmou que David vai entrar numa ‘mão cheia de episódios’ na oitava e possível última temporada da série da FOX. Contudo, o porta-voz decidiu não revelar detalhes da sua participação nem da personagem que vai interpretar.

Anders é, assim, a mais recente contratação da série de culto. Outros actores convidados para esta temporada são Freddie Prinze Jr., os actores de Battlestar Galactica Katee Sackhoff e Callum Keith Rennie e T.J. Ramini, de Desperate Housewives.

Anders ficou conhecido por interpretar Julian Sark em Alias (ABC) e, como disse acima, nas últimas duas temporadas de Heroes (NBC).


Smallville: Novidades sobre Metallo

Agosto 17, 2009

6250.smallville_lg_bagEle foi morto por um robô assassino em Terminator: The Sarah Connor Chronicles quase no final da segunda e última temporada, e agora Brian Austin Green está de volta à televisão com outra espécie de cyborg. Num arco de dois episódios em Smallville, que estreia no dia 25 de Setembro, Green interpretará John Corben, um novo reporter do Planeta Diário que se torna no vilão Metallo da banda desenhada.

Na sequência de um acidente, Corben sofre uma transformação misteriosa no seu corpo quando um coração de kryptonite é introduzido no seu peito. A produtora executiva da série – Kelly Souders – disse que vão fazer desta história algo já muito comum na série: Corben não deve se despedir definitivamente após o arco de dois episódios e, esperançosamente, ela disse: “Vamos lá… isso é Smallville“, referindo-se claramente aos regressos de personagens que julgávamos estarem para lá de mortos nas temporadas anteriores. “Nós neste momento estamos a ver novas ideias e gostariamos imenso de um dia conseguir trazê-lo de volta”, concluir a produtora executiva.


Patton Oswalt entra para Caprica

Agosto 17, 2009

Sem títuloSegundo o The Hollywood Reporter, Patton Oswalt entrou para o elenco da nova série do Syfy, Caprica.

Na série, que é uma série derivada do sucesso de crítica ‘Battlestar Galactica, Oswalt interpretará um comediante popular de um talkshow de Caprica.

O actoor de quarenta anos, que apareceu anteriormente em Dollhouse, Reno 911 e Kim Possible, juntar-se-à aos já regulares Sasha Roiz, Eric Stoltz, Esai Morales, Paula Malcomson e Polly Walker.

Caprica tem estreia prevista para o dia 22 de Janeiro de 2010, sexta-feira, no canal de ficção científica.


Dexter (2.12) – The British Invasion [FOX PT]

Agosto 17, 2009

Dexter -2.122Passei pelas chamas e ressurgi das cinzas. De novo. Não sou daqueles que acredita na existência de um ser superior, mas se tivesse uma mentalidade mais aberta teria de acreditar que existe alguém que quer que continue a fazer o que tenho feito.

Se o episódio não tivesse o título de “The British Invasion” eu intitulava-o de “Born Free Again”. É isto que o episódio me transmite. Um novo nascimento. Se virmos, todos os episódios finais de Dexter têm esta característica, o assimilar da nova faceta do assassino. Na primeira temporada fora as origens, nesta existe uma mistura entre as origens e as consequências. Nunca, desde o princípio, Dexter Morgan esteve tão próximo de ser apanhado e nunca, desde o princípio, que o BHB teve tão liberto, tão solto. Um salto sem rede, algo sem segurança, sem tempo para ter medo. É esta a liberdade que faltava a Dexter. É um novo nascimento, a subida a mestre, e não discípulo. Livre como um pássaro, livre como uma Fénix.

Mas para que isto acontece-se, foi necessário passar por uma fase de transição, algo que o deixou preso, algo que o deixou pendurado antes do salto. Um milagre. Um milagre chamado Lila. Desde o inicio só um tipo de pessoas é que souberam a verdadeira identidade do analista forense: as suas vítimas, depositadas no seu cemitério, e agora a vaguear pela corrente do pacífico. A meio da temporada a sua nova vítima descobre a verdadeira cara de Dexter. Doakes caiu no erro de espreitar por trás da máscara. Agora é Lila que sabe. E as pontas soltas começam a ser demasiadas. Se não se atam, cortam-se. E deixa de haver pontas. É isso que Dexter pensa. Mais vale quebrar que torcer. E toma a decisão de matar Doakes. Mas o milagre vai a frente. Lila decide por ele. E Dexter salva-se outra vez no último momento.

E a rotina começa. A libertação. Aquelas imagens, aquela música descreve o nascimento de um Dexter novo, algo que voltou ao que era, mas mais forte. E o resto do episódio foi a adaptação da realidade ao novo Dexter. A adaptação de Lila não poderia ser pior. Após o salvar, vê que o seu destino não é nada famoso. Não aceitou a proposta de Deb, agora sente-se traída por Dexter. Alguém como Lila, que não tem sentimentos, demonstra muitos. E a explosão ocorre.

Quem mais seria o preço desta aventura de Dexter Morgan. Rita, a nova e antiga paixão de Dexter. Os filhos são o preço do atrevimento. E, se nas chamas a vida de Dexter começou, nas chamas podia acabar. Mas a chamas só foram um pretexto para o crescimento final de Dexter, a passagem que faltava, a peça do puzzle. E Dexter nasceu de novo.

Faltam as pontas soltas. Matar Lila torna-se obsessão, mas diferente do passado. Porque agora Dexter é livre, não está preso ao monstro. Ele é o monstro, é ele que se controla. Só assim, ao aceitar a sua identidade, é que foi possível não ficar a remoer-se com a fuga de Lila.

E assim chega ao final da temporada. A narrativa fecha-se. Dexter Morgan está diferente. Já não é o Dark Defender. É Dexter. É livre como nunca foi. Se Lila queria que ele aceita-se o vício, ele aceitou-o. Se Lila queria que ele o controla-se, ele controlou-o. E isto foi o problema da madrinha.

Para a próxima temporada, acho que a citação de cima explica o que podemos esperar. Ver o que este Dexter novo traz a sociedade. Os reviews da terceira já estão publicados no Portal, por isso não tem lógica eu escrever outros.

Nota: 9,8


Dexter (2.11) – Left Turn Ahead [FOX PT]

Agosto 17, 2009

Dexter5Com uma temporada mais regular, esta segunda vida de Dexter é melhor que a primeira. E este episódio vem demonstrar isso. Primeiro porque temos mais imprevisibilidade que na temporada anterior. Temos dois tabuleiros onde se joga a vida do assassino. Como ouvi no outro dia, a pessoa não é a soma das suas características. Nem o resultado desta soma. A pessoa é formada por tudo o que lhe rodeia, como amigos e inimigos, amores e desamores, risco e segurança. A pessoa é o resultado da soma disto tudo, e se os outros no influenciam, nós também influenciamos os outros.

É esta a vida de Dexter. Ele não é mais que a soma de pessoas. Primeiro Harry, o cabecilha. Mas este parece estar a perder a sua importância. Depois do choque que foi saber que a morte do pai se deveu a si mesmo, Dexter perde o rumo, algo que não é benéfico para Doakes.

A segunda pessoa é Deb. Debra é o novo porto de abrigo de Dexter. Se ele foi o apoio da irmã na altura mais importante da sua vida, quando sai do trauma, agora Deb é a sua compincha. Teria tratamento parecido se fosse com o ITK. Nunca saberemos. Mas se calhar Dexter não estava em Miami com a morte de Deb e a sobrevivência de ITK.

A terceira pessoa é Rita e, consequentemente, os filhos. Rita já foi mais importante na vida de Dexter, agora que a relação está reatada poderá recuperar a posição. Mas Dexter nunca esteve preparado, nem nunca estará, para uma relação como a que tem com Rita. E é isso que o constrói.

Depois temos os inimigos. Começando pelo crocodilo Doakes. A vida do sargento não parece nada famosa. Teve para morrer, já este quase salvo, quando Dexter se decide entregar, mas não esperava que Deb tivesse tanta influência no irmão. Aquela conversa vem por em ordem as ideias de Dexter, e, consequentemente, de nós próprios, que não queremos que o assassino seja apanhado. Mas, para além disso, Doakes já este livre. Mas desta vez parece que não se safará. Só se for Lila.

E, já que falei em Lila, temos a loba a atacar. Parece que o problema principal de Dexter não é Doakes, não é Lundy, é mesmo Lila. É ela que causa mais danos nas pessoas que envolvem o serial killer, é ela que é o perigo maior para a vida de Dexter. Mesmo com a conversa de Deb, o perigo que Dexter está a sofrer é demasiado, ainda por cima com Lila a chegar a sua essência, a descobrir o verdadeiro Dexter. Vamos ver o que saí daqui. Será que o problema será parte da solução?

Para acabar, falar da excelente imaginação de Dexter. Aquelas cenas quando Dexter imagina as reacções da irmã ao dizer que ele é o BHB são pérolas. Parabéns ao Michael C.Hall e a Jennifer Carpenter.

Nota: 9,8