Será que os vampiros de True Blood são bissexuais?

Agosto 27, 2009

Sem títuloEvan Rachel Wood disse recentemente que a sua personagem em True Blood pode gostar de ambos os sexos. A actriz de vinte e um anos foi contratada em Abril para interpretar a vampira Rainha Sophie-Anne no drama vampírico da HBO. A sua participação durará dois episódios, sendo eles os últimos da segunda e excelente temporada.

A actriz de ‘The Wrestler’ confessou ao E!: “Ela não é necessariamente uma lésbica. A sua parceria humana é uma rapariga, mas tenho a certeza que ela gosta dos dois lados. Aliás, acho que todos os vampiros são mais ou menos assim: bissexuais.

Ela adicionou: “Bem, eu ainda não sei se vou ter alguma cena de sexo com alguém, mas tenho a certeza que vou ter uma cena provocadora com alguém que vocês não esperar. Portanto isso vai ser até divertido.

Um representante da actriz anunciou que a estrela está 100% confirmada para interpretar Mary Jane Watson na versão Broadway do Homem-Aranha.


Summer Glau confirmada para Dollhouse

Agosto 27, 2009

Sem títuloSummer Glau ganhou mesmo um lugar no elenco de Dollhouse, a mais recente série do Joss Whedon.

A actriz, que trabalhou anteriormente com o Whedon em Firefly e Angel, vai interpretar Bennett, uma empregada da Dollhouse que partilha um segredo do passado com a Echo.

O criador da série, Joss Whedon, disse há alguns meses que estava interessado em trazer Summer Glau para a segunda temporada da série.

“Eu mencionei isso a ela antes de Terminator: The Sarah Connor Chronicles ser cancelada. Eu fui ter com ela e disse mais ou menos isso: ‘tu sabes, nós devemos trazer-te para a casa das bonecas’, mas primeiro que tudo, tínhamos de trabalhar numa personagem para ela.”

Para quem teve de sofrer cortes de orçamento, Dollhouse está a apostar muito em participações especiais, principalmente de actores de Battlestar Galactica e das antigas séries do Whedon. Os fãs agradecem!

A segunda temporada de Dollhouse estreia a 25 de Setembro na FOX americana.


The Closer (5.08/09) – Elysian Fields / Identity Theft

Agosto 27, 2009

508The Closer (5.08) – Elysian Fields

Se há algo em que esta série se sobressai em relação às outras, e mostra o seu valor, é que nunca nada fica esquecido. Tudo tem uma lógica, uma continuação e, de certa forma, um termo. O caso de Stroh continua a tirar o sono a Brenda, sendo que o episódio começa com ela a ter pesadelos em relação a ele. O caso do episódio é sobre a morte de Howard Greeson, um ex-acusado de 2 homicídios e ocultação dos cadáveres, o que leva Brenda a concluir que este foi um crime de vingança.

O inspector que havia investigado os antigos casos envolvendo Greeson, detective Olin, é chamado para ajudar com informações e para investigar a morte do assassino. Entretanto, os corpos das mulheres mortas por Greeson são encontrados e Brenda volta a levar uma bronca do marido, por se descuidar da família. Olin faz mais do que devia, ao chamar as famílias das antigas vítimas de Greeson, o que provoca uma discussão com Brenda. Brenda entrevista a actual namorada de Greeson e conta, também, com a ajuda do jornalista Ricardo Ramos. Assim, no final do episódio, Brenda consegue a confissão de Olin, que havia torturado e morto Greeson para descobrir os corpos, pois tinha cancro e só iria viver mais 3 a 6 meses e acaba por telefonar à sua mãe.

Mais um episódio dramático e interessante, mantendo vivos os assuntos pendentes da série.

Nota: 8.4

509The Closer (5.09) – Identity Theft

Mas que bonito episódio! E diferente!

Ao contrário dos episódios habituais, este começa com um julgamento dum caso antigo. Quando Russell Clark é acusado de ter morto o Dr. Milano, em tribunal, diz ter estrangulado o médico com as suas próprias mãos, por este prometer tratamentos impossíveis a doentes psicológicos e crónicos, como ao seu filho, James Clark, que sofria de esquizofrenia.

Só que Brenda, através das fotografias, consegue perceber que Russell não devia ter sido o assassino, pois a vítima havia sido morta por um objecto não identificado, que não era de certeza as mãos. Brenda recebe, também, a visita da sua mãe e da sua sobrinha, Charnele aka Charlie, que tem-se mostrado muito rebelde e que com este caso acaba por tomar consciência do seu comportamento. Com a ajuda involuntária da sua sobrinha, Brenda consegue uma confissão do esquizofrénico James, que diz ter morto o médico estrangulando-o com uma meia, o que também não teria sido possível. Assim, no final, Brenda monta um esquema para a mulher do falecido doutor, também ela pseudo-doutora, e consegue a confissão do crime. Pois, uma vez que, Russell havia convencido o doutor Milano a parar com o negócio, a sua esposa não concordava porque não queria perder dinheiro.

Ver o lado mais pessoal da Brenda é sempre bom e começo a sentir saudades da falecida Kitty.

Nota: 8.7


Burn Notice (3.09) – Long Way Back

Agosto 27, 2009

BNPodem dizer que eu me estou a tornar repetitivo, mas não há volta a dar. 7,6 Milhões é já um número que dava para que Heroes chora-se de felicidade ou Chuck de alívio, para não falar das séries da CW, o “primeiro” canal cabo, que davam as pernas e mais alguma coisa por números destes. Com estes números, a USA começa a se aproximar, se não já ultrapassou a emissora de Supernatural. É que 7,6 milhões de pessoas é “muita massa”, é um número extraordinário para o cabo, mesmo sendo a Summer Finale. Mas também isto só vem comprovar que Burn Notice é, pelo menos, a segunda melhor série deste verão, só sendo ultrapassada, por uma unha negra, pela vampírica True Blood. E isto diz quase tudo.

1aE este episódio vem confirma-lo. Apesar de não ser a perfeição em episódio, Long Way Back trata as Season Finale (eu sei que a Season Finale é só para Março, mas o tempo de espera faz-me pensar que esta também podia ser…) de um prisma diferente do que até aqui foi tratado. De memória não me lembro de nenhum caso que interferisse com o fechar do ciclo da série, mas desta vez houve mudanças. Podemos ter perdido um episódio diferente, mas ganhamos Michael McBride. E não ficamos a perder com a mudança.

Mas primeiro é interessante ver que a aposta final de Burn Notice, ou melhor, dos seus argumentistas, foi pegar em personagens já por nós conhecidas e torna-los clientes. Aconteceu com Barry e a agora com Fi. Mas se no primeiro não tivemos nenhuma ligação entre o caso e a narrativa continua, neste temos. E aí reside a novidade do episódio, que é muito bem aproveitado para fechar um ciclo, o do relacionamento tremido entre Michael e Fiona. E partir para outro.

“Confias em qualquer pessoa que ainda fale contigo. Uma ex-namorada atiradora…”. É isto que a introdução nos fala. E a introdução nunca foi tão consistente como neste episódio. Se Michael sempre confiou em Fi, que sempre estará para ajuda-la, o contrário é a mais pura das verdades. É isto que o episódio trata. Que nos momentos mais difíceis, quando tudo parece perdido, temos sempre um grupo de pessoas com quem contar. E elas farão tudo para que contem com elas.

Pois, no momento em que a relação “Wesfi” está tremida que nunca, chega a prova dos nove, o momento da verdade para os dois. E nada melhor que isto se torne a base da Summer Finale. Assim deu-nos uma perspectiva diferente do caso, da família de Fiona, e do seu jeito para atiradora. Deu para já trazermos bagagem da personagem, conhecer os seus hábitos e características, e adapta-la a condição de cliente. O passado encoberto da família Glenanne era um mistério até agora, em parte até para o próprio ex-espião, mas as nuvens vão desaparecendo durante este episódio. A bonita irlandesa tem um passado a condizer com o presente. E, se o presente é cheio com as sombras dos inimigos, o passado é a causa deles. E um deles atravessa-se agora no caminho. O rebelde, nos tempos em que eles estavam mais presentes na Irlanda, vêm a América visitar a sua “amiga”, que deixou um atentado fugir-lhe entre as mãos.BN2

Com as ameaças, ou seja, Thomas O’Neill, sobre Fiona a chegarem a América, o seu irmão vem em seu auxílio. Dá, primeiro, para ver a forte ligação entre a família Glenanne, que já perdeu uma menina, irmã de Fiona. E daí é que provêm os perigos. A vida de Fiona esteve tremida durante uns tempos, devido a morte da irmã, o que levou que ela se juntasse aos “bad boys”. A fase da rebeldia absoluta (pois Fiona é e será sempre rebelde). E tudo o que fez no passado vai se reflectir agora, com a chegada do seu inimigo, que pretende “extradita-la” de novo para a Irlanda.

Mas, se o episódio serviu para demonstrar que todos os membros têm um passado obscuro, cheio de mistérios, que sempre os perseguirá, também demonstrou que Michael faz tudo, até dificultar a entrada no mundo da espionagem, para salvar a sua amada. E para uma relação que estava tremida nada melhor que este tónico (morte do Tom Strickler) para aumentar.

E a relação do episódio residiu em Michael perceber que Strickler levaria tudo a frente para concretizar os seus planos, mesmo que seja entregar Fiona a forca, também serviu para demonstrar que os negócios obscuros do “empresário de espiões” não abonaram na vida do ex-espião. A morte de Diego é a primeira acha da fogueira, e não sabemos se Michael e a sua equipa conseguiram encontrar o fogo e apaga-lo, para depois descobrir o incendiário.

A única situação semelhante que Michael teve foi com Victor. Não sabia quem estava a persegui-lo, mas tinha algo por que procurar, uma pista a que se agarrar. Agora não tem a menor ideia. E nós só podemos fazer duas coisas, ou melhor, três. Primeiro apostar em nomes. Segundo desejar que o mundo não acabe até Janeiro. E terceiro que Michael Westen faça o tempo correr, para Janeiro chegar rapidamente. Esperanças, após este Summer Fi(o)nale.

Nota: 9,7

SUMMER FINALE