Merlin já tem data de regresso

Setembro 2, 2009

yfthi6LeRkVrAPA52qsuyg35426-150x150A segunda temporada de Merlin, composta por treze episódios, já tem data para estrear.

A série continuará nos sábados e será primeiro emitida pela BBC One no Reino Unido. É já no próximo dia 19 de Setembro que podemos ver as novas aventuras do jovem feiticeiro, informação essa que foi confirmada pelo produtor da série Julian Murphy.

A série terá reviews no Portal de Séries feitos por mim. Para mais informações sobre a segunda época, podem visitar este artigo que contém várias imagens e alguns spoilers sobre a mesma.

Em Portugal a série é exibida pela SIC Radical e ainda não existe data de estreia para a nova temporada.


T-Shirt oficial: Ajude o Portal de Séries!

Setembro 2, 2009

t-shirt

Quem acompanhou o Portal de Séries ao longo deste ano sabe o quanto evoluímos de mês para mês, com cada vez mais novidades para os visitantes. Nunca vos pedi nada em troca nem vai ser agora que vou pedir, mas como devem compreender, gerir um site com servidor e domínio para pagar é um pouco demais para uma simples equipa que estuda e trabalha e que passa o seu tempo aqui como um mero passatempo.

Existem duas formas de contribuir com o Portal de Séries neste momento. A primeira é através de uma doação PayPal, que pode ir a partir dos cinco dólares (3.5€ e 9.50 reais). Se estiveres interessados em doar (e pode ser pessoas de todo o mundo), basta clicarem no botão que está mesmo por baixo da publicidade da barra lateral que tem o nome de DONATE. Os portugueses também podem fazer doações através de transferência bancária, bastando apenas contactar-me através do e-mail mfcbraga@hotmail.com de modo a enviar o meu NIB.

A outra forma de contribuir é comprando a t-shirt oficial do Portal de Séries. Neste momento só temos um modelo (branco), mas em todos os tamanhos. O custo é de 10 euros e apenas envio para Portugal, sendo que os portes de envio são grátis. Se quiserem comprar uma t-shirt, é só adicionarem-me no MSN, enviarem um e-mail para mfcbraga@hotmail.com ou então preencher o formulário que está abaixo. Esta é uma boa forma de contribuírem com o Portal de Séries e ainda terem um brinde de retribuição. A t-shirt do Portal é como está na imagem acima e podem acreditar que fica excelente. Eu já tenho a minha e adorei!

Além dessas duas formas de contribuírem, claro que a forma mais simples e eficaz é continuarem a visitar o Portal de Séries e, sobretudo, participar activamente no site. Mas espero mesmo que considerem as doações e as t-shirts, pois acreditem quando eu digo que gerir um site com um crescimento constante do Portal não é fácil.

Agradeço a compreensão de todos!

INTERESSADOS NAS T-SHIRTS? PREENCHA OS DADOS!


Mental (1.07-10) – Quatro em série

Setembro 2, 2009

Com as férias, as séries foram parando, foram ficando de lado. Uma delas foi Mental. Agora, com mais tempo, e como Mental é daquelas séries que não tem muito para contar, decidi resumir os episódios. Aqui ficam os quatro primeiros.

Mental (1.07) – Obsessively Yours

Mental - 1.07Costuma-se dizer que entre marido e mulher não se mete a colher. O ditado poderá ser utilizado de várias formas, várias adaptações, mas no fundo é verdade. Entre marido e mulher não se deve meter a colher. Mas quando um é o problema do outro, não se vai lá com colher. Só se vai com o bisturi. Num caso interessante, a série continua a perder com a falta de explicações, ou melhor, a falta da explicação do final, para além a falta de ligações com as personagens. Como explicação final quero dizer que à série falta algo que diz que a história acabou, que nos mostre o que aconteceu ao paciente após a estadia no hospital. Depois falta a ligação entre os episódios. Onde anda a irmã de Gallagher, até agora a única bússola da série? E agora mais uma mulher para a vida do psiquiatra? Parece que não sabem para onde se virar. E a série ainda não cativou. Tem alguns momentos divertidos, mas falta o click. Falta uma base. Ainda não foi encontrada neste sete episódios, e não parece que a encontraram. E depois é uma série de One Man Show e a sua bicicleta. Para que colocar problemas as outras personagens. Para ver como gostei deste episódio, diga-se que tinha o FreeCell aberto a sua direita, e a esquerda o MSN. A tradução é feita nas orelhas. E parece que, se tivesse visto o episódio direito, teria percebido a mesma coisa.

Nota: 7,6

Mental (1.08) – House of Mirrors

Mental - 1.08Melhor que o anterior, a casa de espelhos é um episódio que, ao contrário da maior parte dos casos da temporada, até agora, têm algo palpável como final. Algo que nós deixe a pensar que foi assim que o resto da vida da paciente ocorreu. Mas não é o episódio perfeito, ainda longe de encontrar. É o que se aproxima mais da perfeição. Isto deve-se a três aspectos. Primeiro o caso é interessante, envolvendo não só a psiquiatria, mas outros lados. Segundo porque temos o regresso da irmã de Gallagher a conversa da série. Preparação de terreno? E terceiro, a série consegui envolver, pela primeira vez, um médico no paciente. Fazer uma ligação entre o caso e a vida do médico, neste caso médica, torna o caso mais interessante. Mas os erros continuam lá. E são alguns. O mais notado, principalmente para mim, que recordo quase todos os episódios de House, é que, aos 10/11 minutos já tinha adivinhado que ela era um ele. A série só chega lá muito tempo depois. Guardavam a informação para outra altura, pois o caso teve muitos espaços brancos para cobrir. Segundo, a desistência de personagens. Quando um está, outro desaparece. Falta a consistência de ter uma equipa fixa, para nos agarrarmos a eles e familiarizarmos. Por último, parece que a série não sabe se há de escolher entre a irmã gémea de Gallagher ou o despedimento do último. Andamos ao salto, e fica a dúvida para nós, espectadores, e para os argumentistas.

Nota: 7,8

Mental (1.09) – Coda

Mental - 1.09Um bom caso rodeado de uma boa história, mas com falta de umas pitadas de lógica e surpresa. Assim definiria este episódio, algo que podia ser melhor, mas para Mental já está bom. Vê-se que há uma tentativa de construir algo diferente do que foi feito até agora, e em parte conseguiu-se. Primeiro com um caso não só de psicologia, mas com um crime ligado. Algo que ligue mais a realidade mundana faz uma diferença na série. Depois a relação pai-filho entre um dos médicos é muito bem utilizada para descomprimir do caso. E, para acabar, a queda da relação entre Gallagher e a sua namorada, que passou a ex. Isto tudo junto deu um bolo jeitoso, faltando uns gramas de açúcar e farinha. O açúcar poderá dizer-se que é a falta de surpresa na resolução do caso. Pedia-se algo mais, algo fora do comum que o Bad Cop, algo que viesse dizer “isto sim surpreendeu”. Não saiu na rifa. Depois a sempre esperada surpresa da irmã gémea do psicólogo. Falta algo mais, algo que prenda, algo que deixe as expectativas no ar. Falta a farinha no bolo. Ainda falta o fermento, que é personagens fixas, e não uma personagem fixa e o resto estar numa plataforma giratória, ou vens tu, ou vou eu. Fora isto, é interessante ver a relação entre o psicólogo e o paciente, principalmente neste caso. Mas é pouco.

Nota: 8,1

Mental (1.10) – Do Over

Mental - 1.10Do Over poderia ser o episódio da temporada. Mas não o foi. Primeiro porque falta a sempre falada consistência, apesar de não ter sido tão notada neste episódio. O erro, a meu ver, foi, primeiro, a utilização de dois casos, um principal e outro secundário. Torna-se confuso, pois se já não há familiaridade com as personagens principais, quanto mais com os pacientes. O segundo erro é o foco em histórias secundárias. Já disse que Mental viveria bem, e se calhar melhor, sem aquelas histórias que só servem para encher tempo. O terceiro erro é misturar psicologia (algo cientifico) com paranormal. A história da reencarnação não encaixa. Podiam ter feito o caso menos esquisito, mas com uma explicação mais racional. Se Mental vira para esses lados, isto vai de mal a pior. Mas também há coisas boas. A primeira é o aparecimento de Rebecca. Aleluia os acontecimentos precipitaram-se, e aquilo que a muito era esperado concretizou-se. Vamos lá ver se este é o farol da série. Depois temos a picardia entre Gallagher e Carl. Vamos lá ver o que sai daqui. E, para acabar, o caso, mesmo tendo o paranormal no meio, foi diferente. Teve o click que tem faltado à maior parte dos casos passados. E o episódio cresceu.

Nota: 8


True Blood (2.11) – Frenzy

Setembro 2, 2009

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That was really quite desperate of you: tricking her into drinking your blood, so that she’d become attracted to you.
Unlike you, who fed her your own blood the very night you met…
How do you know that?
So you’re not denying it?
I was saving her life.
Isn’t that convenient…

Episódios de transição, conhecidos por serem aqueles em que os fãs menos toleram mas que são muito importantes para uma determinada história. Como estive de férias tive a oportunidade de primeiro ler os comentários e só depois ver o episódio, visto que não podia fazer o download no local onde estava. Quase tudo o que eu lia não iria a favor da série, em que os principais adjectivos para este ‘Frenzy’ eram ‘aborrecido’, ‘desnecessário’ e ‘monótono’. Não sei se foi por ir com poucas expectativas ver o episódio, mas a verdade é que gostei bastante do mesmo. Claro que é inferior aos últimos três, mas mesmo assim consegue ser bem melhor que quase todos os episódios da primeira temporada.

O cliffhanger da semana passada foi resolvido logo nos primeiros dez segundos. Como era óbvio, a Rainha não estava morta e aquele sangue era de uma outra rapariga que estava a ser sugada perto da virinha (lembram-se da piada do Bill na primeira temporada quando ele diz que a virinha tem uma boa fonte de sangue?). Evan Rachel Wood chega, assim, a True Blood num arco de dois episódio interpretando Sophie-Anne, a mais poderosa vampira que conhecemos até hoje na série. O seu trabalho até agora foi fenomenal, eu sempre pensei que essa Rainha fosse alguém muito dura e antipática, mas acabou por se revelar o contrário, com o tom de humor contagiante. Gostei bastante de conhecer o quarto de dia dela, com piscina e banhos de sol incluídos. Desculpem lá fãs de ‘Buffy’ (onde eu estou incluído), mas em termos técnicos, a ‘vampiragem’ de True Blood é muito melhor!

O Jason e o Andy são uma das melhores duplas dos últimos tempos na televisão. Eles fizeram deste episódio algo cómico e mostra que tanto um como o outro não têm medo de enfrentar a deusa Maryann. Adorei as conversas que eles tinham no carro, principalmente quando o Andy comparou a sua vida com a do Jason. Eu confesso que não gostava muito do irmão da Sookie na primeira temporada, mas toda a situação da Irmandade do Sol conseguiu fazê-lo crescer como pessoa, e ainda bem. Quando o Andy levou aquele tiro, pensei logo que ele tinha morrido, pois já ficou provado que True Blood não é para brincadeiras. Apesar disso, fiquei aliviado por ele ter sobrevivido, pois sempre dá para continuar com um personagem cómico na série. Também se for para ele morrer, ao menos que tenha um papel importante na derrota da Maryann, por tudo o que ele passou ao ser desacreditado.

Entre dedos cortados e tripas acarinhadas, Tara descobre que foi ela que invocou a Maryann. Ainda bem que houve uma explicação plausível para toda essa obsessão da Maryann pela Tara, assim como a dela por Sam: o seu sacrifício tem de ser em seres sobrenaturais. Alguém duvida que a Sookie, com os seus poderes de telepatia, vai ser uma delas? Enquanto a protagonista volta a meter-se em problemas, descobrimos que o Eric tem a capacidade de voar. Adorei toda aquela cena do bar, com os diálogos suecas e ousados à mistura.

Agora é necessário esperar duas longas semanas para ver o final da temporada. O vídeo promocional já foi lançado aqui e acho que é quase desnecessário dizer o quão ansioso estou para que chegue o dia 13 de Setembro. Os dois lados da guerra estão traçados prestes a colidir sobre um misterioso ovo. Será que ao contrário do que a Rainha pensa, o Deus vai vir mesmo dar as suas graças? Tudo isso e muito mais é reservado para os cinquenta minutos finais de True Blood deste ano. Ah, nem vou comentar a reacção do Hoyt. Blah!

Nota: 9,0