Gossip Girl provoca confusão em NYC

Setembro 9, 2009

blake_pennO elenco de Gossip Girl causou o caos enquanto filmava algumas cenas recentemente na cidade de Nova Iorque.

De acordo com o New York Post, a polícia e segunda extra foram precisas depois de alguns fãs demasiado entusiasmados descerem até o local das filmagens (perto do Empire Hotel).

Uma das pessoas que assistiu a essa confusão disse que os protagonistas e casal na vida real – Blake Lively (Serena van der Woodsen) e Penn Badgely (Dan Humphrey) – foram dois dos principais responsáveis pelo que aconteceu quando foram vistos juntos nas pausas das filmagens.

Essa mesma fonte adicionou que essa cena tinha um cenário parecido com os anos 20 do século passado pois Chuck estava a dar uma festa temática sobre esses mesmos anos.


Fringe – Primeira Temporada (2008)

Setembro 9, 2009

fringe

I not going to use false threats with you anymore. I don’t need. The threads are real.

Proclamada a sete ventos que seria a estreia do ano, Fringe era das séries mais esperadas a um bom par de anos. Com o nome de J.J.Abrams a encabeçar a série, a série prometia trazer o que Lost tem de melhor e adapta-la a este tipo de ciência. Claro que o nome de J.J.Abrams movimenta massas, abre logo expectativas. Mas Fringe tinha um problema logo de base para resolver: demarcar-se da X-Files. A série que já saiu a uns aninhos da televisão americana deixou um legado. Fringe tentou, primeiramente separar-se deste cordão umbilical que a estava a esganar. E logo no episódio de estreia deu para perceber que o tema de efeitos irreais para o comum humano seriam tratados de maneira diferente. E a série começou a percorrer o seu caminho.

Com um piloto promissor, a série é apresentada. Um acidente de avião é o ponto de partida para uma pintura mais extensa. E é essa extensa pintura que Olivia Dunham, agente do FBI, e a sua mini-equipa, constituída por Walter Bishop, o cientista que tem um dedo em tudo o que se aproxima deste tipo de ciência, e o seu brilhante e bem-humorado filho Peter Bishop tentarão decifrar. Um “padrão” escondido pelo melhor dos pintores, a própria humanidade. A série ganhou interesse com o piloto, mas faltavam ainda 19 episódios para percorrer.

E foi a partir dai que a série começou a cometer alguns erros. Tentando encher o que faltava da temporada, a série começou por ser um acumulado de casos. Não tenho, nem terei nada contra estes casos. Os casos foram muito bem construídos, apoiados cientificamente (ainda ninguém veio dizer que aquilo era tudo mentira) e deixava sempre água na boca, apesar de haver sempre o patinho feio, um caso que só deixava alguns bocejos. Foram poucos, mas que os houve, houve. Mas o que aconteceu a Fringe foi o erro que muitas vezes se comete. A série perdia o objectivo que era proposto. Apesar de tudo estar ligado ao “padrão” a série perdia fluidez, faltava algo que desse um sentido de continuidade aos episódios. Eram mais episódios soltos. Para além disso, o que ainda chateou mais é que este sentido de continuidade estava lá. Havia algo que ficava pendente do caso, algo por responder. Algo que ficava eternamente pendente.

fringe_s1E depois há aqueles episódios cheios de ritmo, que se têm caso é só para dizer que o houve, e que deixam antever que a série sabe o caminho certo para o sucesso. Os dois últimos episódios são o exemplo mais flagrante deste tipo de episódios. Episódios onde as perguntas não ficam no ar, mas são respondidas. O mundo de Fringe torna-se mais lúcido. E fica mais interessante ver a série. Todas, ou quase todas as perguntas que ficaram por responder durante os outros episódios são respondidos nestes dois últimos. Mas outras questões se levantam. Aí é que reside também a magia de Fringe. Apesar de as questões não costumarem ser respondidas no episódio seguinte, sabemos que teremos a resposta. Deixa-nos prisioneiros da série. A série, para além disso, apoia-se em mais alguns detalhes provenientes de J.J.Abrams. Primeiro a abertura, que a exemplo de Lost, foi criada pelo criador da série. Tanto a música de fundo como as imagens levam-nos a entra no espírito de Fringe. Para além disso, temos os simplesmente pormenores, os easter eggs que já fazem parte do mistério da série. É sempre uma procura intensa por todos os pormenores, por todas as construções de cena, por todas as falas. Uma caça.

Outra caça de Fringe cai sobre o personagem mais misterioso da série. The Observe é um autêntico quebra-cabeças. A personagem foi-se apresentando aos poucos, foi-se construindo o mistério a sua volta. Quem é The Observer? Qual é a sua função? Perguntas ainda não respondidas. O que sei é que ele tem bastante perspicácia no que toca a aparecer locais onde “o padrão” está presente. Mas não só de mistério que a série se constrói. Fringe consegue variar muito bom para o estilo humorístico, que aparece por vezes na série, apesar de ser de passagem. Para isso contribui Walter Bishop, o cientista louco que tem pedidos sempre excêntricos a fazer, interpretado por John Noble. A série ganha ainda mais interesse devido a este pequena contribuição de Bishop, algumas vezes acompanhado pelo filho, e serve sempre para quebrar a corrente.

E o que esperar desta segunda temporada? Mais uma obra-prima de J.J.Abrams, que espero que não desiluda. Pelo menos o final da primeira deixa muito em aberto. Universos paralelos é algo que, se for bem explorado, como parece que vai ser, trará excelentes momentos Fringe a série. Claro que a série deverá cair de novo no erro de construir episódios com o caso, mas se tivermos uns episódios finais como aconteceu com a primeira temporada, penso que ninguém se arrepende de ver a série. Para acabar, dar os parabéns a Anna Torv que consegui, na sua primeira aparição em grande destaque no mundo das séries, construir uma personagem consistente, emotiva e determinada. Era o que Olivia Dunham pedia, era o que a série pedia, era o que nós precisávamos.

45e


Melrose Place (1.01) – Pilot

Setembro 9, 2009

snapshot20090909173607Melrose Place estreou ontem nos Estados Unidos e a crítica americana até que não foi assim tão má como previa. Não fazia parte dos meus planos ver sequer o piloto de este drama adolescente, mas se consegui ver uma temporada completa e metade da segunda de Gossip Girl e tem a Katie Cassidy no elenco, então tinha de dar uma oportunidade. Foi tempo perdido ou um piloto que surpreendeu pela positiva?

Não sou fã de clichés nem de séries que abordem uma trama adolescente, mas até saí surpreendido ao ver este início de Melrose Place. Sem muitos rodeios, mesmo antes de aparecer o logotipo da série, temos uma misteriosa morte, a de Sydney Andrews. Sydney foi uma das personagens da série original que voltou neste remake mas que acabou por ser assassinada à facada e deixada na piscina do condomínio que geria. O que mais gostei na série até agora é o mistério que foi criado em torno desta morte e das razões que cada personagem tinha para ser o homicida. Neste momento não consigo apontar um como verdadeiro suspeito visto que todos o são (à excepção da médica e do casal de pombinhos… por enquanto) e espero sinceramente que se a série tiver mais do que uma temporada, que não enrolem esta história por toda a série… nem que deixem este assunto esfriar muito. Foi esta faceta de ‘Melrose Place’ que me faz querer ver o segundo episódio. Esperemos que ele não desiluda, senão faço o que fiz com 90210: abandonar a série sem dar mais nenhuma oportunidade.

Como é mais que óbvio, a série não vive apenas deste mistério. Conhecemos a sua protagonista, Ella Simms, interpretada pela lindíssima Katie Cassidy. A nossa Ruby favorita está excelente neste papel da típica jovem bonita que conseguiu tudo o que tem de uma forma menos esforçada. Não estava nada à espera que a sua personagem fosse bissexual! Por outro lado, David era o amante de Sydney que começa a ter dúvidas se foi mesmo ele que a matou, visto que ficou inconsciente na fatídica noite. Ella consegue um álibi falso para ele, mas o que será que ela fez naquela noite para também querer um álibi? Afinal de contas todos sabemos que a desculpa dela ao dizer que acredita que ele não é o assassino e por isso fez este favor é esfarrapada, mas não creio que ela seja a assassina.

As outras personagens secundárias também conseguiram ganhar vários pontos na minha consideração porque, ao contrário do que eu esperava, não são as já habituais pessoas fúteis destas série. Apesar de não gostar da Stephanie Jacobsen, simpatizei com a sua personagem Lauren, uma médica que terá que vender o seu corpo para pagar uma dívida do pai. Também gostei do casal de pombinhos que lá conseguiram resolver a questão do noivado. Por fim temos outros dois que quase não apareceram mas que também já se tornaram suspeitos: a rapariga que encontrou o corpo e o cozinheiro. Adorei toda a sequência final, com mais informações acerca da morte da Sydney e confesso que quero mesmo que a série não desiluda, pois gostaria de acompanhar esta temporada até ao fim. Não podia deixar de dizer o quão boa é a banda sonora, esperemos que continue assim!

A série demonstrou ser capaz de fugir a alguns clichés e recomendo a toda a gente que veja pelo menos este primeiro episódio. Tal como as comédias ‘Modern Family’, ‘Sons of Tucsons’ e ‘Community’, ‘Melrose Place’ também não vai ter reviews por cada episódio. O Aguerra e eu estamos a tentar ver o máximo de pilotos para dar uma opinião sobre os mesmos e até ajudar-vos a decidir se vale a pena ver, mas apenas vamos pegar em algumas séries para fazer semanalmente ao longo da temporada, que já não são poucas.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

71


Audiências: 90210 e Melrose Place começam em baixo

Setembro 9, 2009

melrose-place-2009Ontem começou oficialmente a Fall Season americana com a exibição do piloto e  ‘Melrose Place’ (que até gostei… enfim) e da segunda temporada de 90210.

Os números da CW são normalmente baixos no geral, até porque o canal não está disponível em todos os estados americanos, mas mesmo assim as duas séries falharam. Melrose Place estreou com 2.27 milhões de telespectadores, enquanto que Privileged (que foi cancelada na temporada passada) começou com 2.7 milhões.

90210 teve a sua melhor audiência desde o episódio de 6 de Janeiro deste ano, mas mesmo assim para uma estreia de temporada, 2.56 milhões de telespectadores é pouco. Entretanto, os reality shows dominaram a noite: Hell’s Kitchen com 7.6 milhões, Big Brother US (o meu novo vício que é muito melhor que a versão portuguesa) com 8.13 e America’s Got Talent conseguiu 11.7 milhões.


Grey's Anatomy: Fotos e uma hilariante cena!

Setembro 9, 2009

Enquanto o dia 24 de Setembro não chega para podermos ver as duas primeiras horas da nova e sexta temporada de Grey’s Anatomy, a ABC lá vai matando um pouco a curiosidade. Por um lado, temos fotos promocionais do funeral de um dos médicos de Seattle Grace, mas por outro temos um hilariante sneak peek (cheio de spoilers para quem não sabe quem morre e quem vive, mas existe alguém que não saiba?).

A sexta temporada de Grey’s Anatomy terá reviews semanais feitos pela Filipa.