Greek (3.02) – Our Fathers

snapshot20090909204534Friends are the glue that holds ours hearts together“. Sem dúvida Greek mostra isso perfeitamente, pois mesmo com alguns dizendo que essa será sua última temporada, digo que se realmente for, ficarei imensamente satisfeita com seu resultado, pois deixou sua marca como uma das grandes séries jovens da atualidade. Num excelente episódio, totalmente centrado nas garotas, fica evidente o quão forte o núcleo feminino pode ser. Considerando esse um dos mais especiais que a série já teve, conhecemos os pais das garotas, que sem dúvida acrescentaram muita dinâmica durante a “Father-Daughter Weekend“.

Abordando esses relacionamentos, Ash tem uma confidente relação com seu pai, Becks desconsidera a existência do dela e Casey ainda acha constragedores os momentos com seu pai. A grande surpresa é a introdução de Jack, pai da Jordan, interpretado pelo carismático Tom Amandes, conhecido como o Dr. Abbot de Everwood. Os rapazes não ficam totalmente fora da jogada, pois Casey acaba descobrindo o segredo entre Fisher e Becks, no qual decidi guardar para proteger os sentimentos de sua melhor amiga. Spitter por sinal parece ser o mais tenso de todos, pois irá conhecer o pai de sua namorada, cujo encontro com o sogrão renderá uma combinação caótica. Simplesmente amei ver Cap lendo “My Sister’s Keeper” da Jodi Picoult, valendo o destaque para algumas das cenas dele com Dale. Rusty por sua vez entra na maior das encrencas, decidindo participar do jogo contra os pais, destaque básico sobre as habilidades esportivas do Spitter, que aliás torna-se um dos maiores desastres da história quando ele pula em cima do sogrão pra pegar a bola e acaba travando a coluna dele, como se já não bastasse ter sido “Caught in the action with Jordan” momentos antes.

Como já havia falado antes, achei  forçado usar a mesma estratégia de colocar Becks como a “BITCH” que não tem limites com os namorados das outras,  mas vendo por outra perspectiva, neste episódio teve a proporção necessária, conseguindo aproveitar uma trama já gasta. Ash é uma das minhas personagens favoritas, daquelas que nitidamente cresceram e conquistaram seu espaço, sendo assim, é interessante vê-la encarar uma situação inusitada como esta. Num misto de sentimentalismo, “Our Fathers” conseguiu ditar excelentes pitadas de humor, a começar pela hilária cena do coral das ZBZ (isso está se tornando mais comum que o normal), porém não reclamo dessa vez, pois adorei o rumo que a homenagem tomou com o início da discussão entre Becks e Ash. Quando falei da introdução dos pais na história, esse momento deixa claro o por que: três pais tentando resolver os problemas existentes entre as três filhas.

Engraçado como alguns personagens mudam totalmente nossa visão, Casey é um exemplo positivo disso. Tornou-se ao longo das temporadas uma das personagem mais consistentes e importantes de toda a trama, aquela que tem função de ser a balança que interliga todos os demais personagens. Apesar de suas complicações com Cap, seu relacionamento com Ash sempre foi um dos fatores mais explorados e importantes, sendo assim, vê-las brigadas daquele jeito mostra mais uma vez quão necessário é a tal da cola que mantêm os corações conectados. Mesmo magoada por sua amiga não ter contado a ela quando soube, Ash sabe visualizar suas boas intenções, assim como Casey aprende que as vezes tem que acreditar que Ash pode lidar com situações difíceis.

Certos padrões podem se repetir, mas sem dúvida fica mais evidente o caráter e personalidade de cada personagem. Sem dúvida esse é um dos elementos que tanto me encantam em Greek: cada personagem tenta sempre se descobrir de alguma forma, seja ela construtiva ou destrutiva. Como lidar com a confiança, aceitação e perdão e combiná-los com expectativas, péssimas escolhas e as traições? Como buscar aceitação de alguém que provavelmente nunca olharia pra você se passase do seu lado? Como impressionar alguém? Como conquistar aquele tão desejado abraço? Como recuperar o seu mais puro eu? Como reconhecer que tudo em sua vida gira em torno do outro? Como reconhecer que errou?  Como deixar a mágoa de lado e perdoar alguém que te feriu?

Melhor momento: Diferentes relacionamentos entre pais e filhas.

Pior momento: O triângulo carnal e espiritural de Cap e Dale com Mary Elise.

92

0 respostas a Greek (3.02) – Our Fathers

  1. João diz:

    Concordo, Mary! Esta temporada está a começar mesmo em grande🙂

  2. Sofyzitahh diz:

    Tambem concordo que esta temporada está a começar muito bem! Cada vez gosto mais da série e fico sempre ansiosa à espera do proximo episodio! Uma das coisas que estou a adorar imenso é da interacção do Cap com o Dale! Já na segunda temporada quando os começaram a juntar mais eu divertia-me imenso a vê-los!

  3. an.drew diz:

    Este episódio foi mesmo excelente. Todos os momentos que envolviam os pais e as filhas eram momentos de óptima comédia. A Ash sempre foi uma das minhas personagens favoritas pois ela é bastante equilibrada, mas que sempre tem momentos muito bons e cómicos.
    Greek voltou muito bem, com a provável última temporada =/.

  4. To vendo em todo lugar q fui o único a não gostar do episódiooo! Dale e Cappie foram chatos e quero q Rebecca volte ser bitch de novooo! Esse draminha entre as tres ZBZ’s não promete tanto ao meu ver…

  5. Camila Oliveira diz:

    Também achei que esse foi um ótimo episódio. Greek sempre nos brinda com boas histórias, dessa vez não foi diferente. Acredito que essa vai ser mesmo a última temporada. Duvido muito que a série sobreviva sem Casey, Cappie, Asheleigh e Evan (por falar nesse último, só agora reparei que ele não apareceu ).
    Agora vamos ao episódio. Gostei muito de ver como a Rebecca mudou. Ela realmente está arrependida pelo que fez e foram dela as cenas que eu achei mais divertidas. O pai dela também nem parecia o mesmo da 1ª temporada, totalmente diferente. Gostei de ver a interação da Casey com o pai dela. Aquela coisa de só conversar sobre o tempo meio que me lembrou da relação que eu mesma tenho com o meu pai… O pai da Asheleigh eu achei o máximo. Tomara que eles também façam um mother-daughter-weekend para conhecermos as mães das ZBZs.
    As outras histórias não me chamaram muito a atenção. O Dale e o Cappie, sempre divertidos. Rusty se dando mal… Mais do mesmo.

    • Greek faz precisamente aquilo que sabe fazer, não usa de modismos e tendencias e incrivelmente sempre se renova. Edidente que essa seja mesmo a ultima temporada e foi bem oq disse o nucleo “mais velho” que dá toda o direcionamento pra série e sem eles talvez ela não consiga se manter. Gosto muito desse dilema de Becks, as vezes sou meio dura com ela, mas creio que abordar esse aspecto dela novamente veio a cair mto bem a esse episodio, só não acho que funcionará se o extenderem demais. Perfeitas as introduções dos pais, mas acredito que seria mais interessante vermos um mother-son-weekend por exemplo, entre os garotos e suas mães…Isso ia ser verdadeiramente cômico, fico pensando como seria a mãe do Cap. HILARIO. Tô até que gostando da naturalidade que a principio estão mantendo entre ele e Casey, diferente talvez de qlq outra série que usaria disso pra desenvolver todo o resto. Greek consegue sustentar-se em todos seu personagens e fazê-los terem seu proprio storyline, indepentemente.
      Fico contente que estão comentando mais por aqui e que estão gostando da série

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: