Audiências: The Vampire Diaries, o novo sucesso da CW

Setembro 12, 2009

vampire-diaries-posterAUDIÊNCIAS DE SEXTA-FEIRA, 11/09/2009

Numa noite de repetições, Dateline foi vencedora da noite. O programa informativo obteve os melhores resultados, tendo como companheiros de noite as repetições de Southland, por parte da NBC, e de Ugly Betty e Supernanny de ABC. Ambos os canais, com as repetições, não ultrapassaram os 3,55 milhões, tendo este resultado sido obtido pela série policial.

Se a NBC, com Dateline, foi a vencedora da noite, a Fox foi segunda. Com Are You Smarter than a 5th Grader, que chegou aos 4,4 milhões, e a repetição de Glee, a emissora de ultrapassou a CBS, que se ficou pelo terceiro lugar com a repetição de Ghost Whisperer, Medium e Numb3rs. Para acabar, referir que o sucesso de The Vampire Diaries continuou nesta sexta, arrecadando a repetição 2,04 milhões de espectadores para a CW. Quanto a Melrose Place, o resultado não foi tão famoso, ficando-se pela metade de Vampire: 1,02 milhões.

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Lie To Me – Primeira Temporada (2009)

Setembro 12, 2009

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Truth or happiness, never both.

Mentira. Nasceu a partir do momento que o ser humano começou a comunicar. É uma das principais diferenças entre o homem e os restantes animais. Com os sinais de fumo já era possível mentir. Ao expressarmo-nos por sinais, a mentira é muito melhor escondida do que quando a pronunciamos. E cada vez mais descoberta se torna, se tivermos em frente Cal Lightman. O detector de mentiras ambulante é um leitor de micro expressões humanas, um detector sintético da falsidade. O pior pesadelo para mentirosos.

Assim se resume muito superficialmente a premissa da série. Era mais um procedural, podia-se tornar em mais um enfadonho procedural policial. Mas não. Apesar de não ser uma daquelas séries que se diz “Como ainda não se tinha pensado nisso”, Lie to Me vem noutra onda de procedurals policiais, ao estilo de que está a acontecer com os procedurals mais juntos a medicina, que se está a apostar na zona das enfermeiras. Lie to Me dá outra perspectiva dos casos. Não ficamos dentro dos laboratórios, é muito mais realizado no terreno, a procura das mentiras, das verdades e dos meio-termos. Para isso, a série apoia-se em 4 personagens: o principal e a alma e cérebro da série, Cal Lightman, Ria Torres, a aprendiz, que ainda demorará a ultrapassar o mestre, Eli Loker, um dos seres humanos mais sinceros para as pessoas, excepto o seu chefe e Gillian Foster, a companheira perpétua de Cal Lightman e sua principal base.

Com um começo um pouco atribulado, a série sofreu o problema que todas as série possuem no inicio: construção de personagens e interligação entre elas. Para além disso, e devido a série aprofundar um novo mundo, as explicações foram-se sucedendo, quebrando um pouco o ritmo do episódio. Mas, após de entrar na série, as explicações foram postas de lado. Ganhamos, nós espectadores, uma nova função: descobrir a mentira. Passamos nós próprios, não por obrigação mas por diversão, a entrar no jogo do caça o mentiroso. E assim a série subiu de nível. Era interessante ver os pormenores dos actores convidados, apanhar os truques da mentira. Assim a série ganhou mais interesse.

Com esta transformação veio outra. Como no resto das séries, após uma estruturação base das personagens, faltava conhecer a sua vida pessoal mais a fundo. Fora Eli, que não foi tão focado, o resto das personagens tiveram direito a uns tempos de antena para “falarem” da sua vida privada. Ganhou-se empatia com as personagens e a série ganhou mais uns pontos na consideração.

Para além disso, e para uma série que vinha rotulada de procedural policial, Lie to Me conquistou outros terrenos que não podem ser muito explorados por a maior parte dos procedurals acima mencionados. O leque de casos eram grande, e não vivíamos homicídio atrás de homicídio. A série ia variando e de cada vez que começava o episódio, tanto podia sair um ataque terrorista ou um acidente. Outro ponto positivo para a série.

De resto, a série encontrou um actor para protagonista perfeito. A par de Hugh Laurie, que só vemos como House (e que também poderia fazer de Lightman…não era um papel que lhe ficasse mal), como Michael C. Hall como Dexter ou Simon Baker como Patrick Jane, Tim Roth é o actor perfeito para o papel. O britânico encaixa na perfeição em Lightman, nos seus tiques, na sua personalidade. Foi outro ponto que a série ganhou interesse. Ver um actor assim construir e interpretar uma personagem complexa como Lightman é outro dos motivos que a série se tem a orgulhar.

E depois desta primeira temporada, que esperar da segunda? As esperanças mantêm-se que Lie to Me mantenha o rumo, que as histórias continuem a ser refrescantes e novas, que Tim Roth continue a ser o Cal Lightman que conhecemos e que se continue a deixar parte do episódio a “investigação” do espectador. Quanto ao resto, e isto já são pedidos, pede-se que a série entre mais na vida pessoal das personagens e que as mentiras do passado sejam descobertas. Uma aventura dentro do passado de Cal era interessante, tal como um caso que tivesse a sua filha como suspeito. Mas o que saberemos é que Lightman continua a apanhar as mentiras. É sempre mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo, diz a língua portuguesa. Lightman vem comprovar.

4e


Grey's Anatomy 6.01: Os primeiros cinco minutos

Setembro 12, 2009

425.greys.anatomy.071907Os primeiros cinco minutos do primeiro episódio da sexta temporada já estão online e resolve o clifhanger que toda a gente já sabia como ia acabar. Na minha opinião, a música inicial foi muito mal escolhida, tirando um pouco da emoção e importância do destino da Izzie e de George. Quanto às personagens, não sei o que dizer, parece-me que só a Callie é que estava mesmo a sentir a morte de George, mas também ainda é cedo para dizer. Por último, a cena em que a Little Grey diz que aquele não é o O’Malley só pode ser do choque. A sexta temporada de Grey’s Anatomy estreia a 24 de Setembro com dois episódios e terá reviews semanais pela Filipa Silva. Agora fiquem com o vídeo!


Supernatural (5.01) – Sympathy for the Devil

Setembro 12, 2009

snapshot20090912114003‘Pilot’, ‘In My Time of Dying’, ‘The Magnificent Seven’ e ‘Lazarus Rising’. Estas são os episódios que abriram cada uma das quatro temporadas anteriores de ‘Supernatural’. Todos eles são grandes momentos de televisão (ok, o ‘The Magnificent Seven’ não é assim tão bom, mas foi um dos meus favoritos da terceira e irregular temporada) e esperava-se que este ‘Sympathy for the Devil’ não fosse a excepção à regra. Depois de uma quarta temporada de fazer inveja a muitas outras séries de televisão, é normal que a expectativas estivessem altas, o pior é quando há desilusão… Se isso já aconteceu com outras séries, por que não acontecer com ‘Supernatural’? Mas será que foi isso mesmo que aconteceu? Das duas uma: ou eu gostei realmente do episódio e do rumo que as coisas estão a tomar, ou então foi uma autêntica porcaria o que aconteceu!

Então pessoal, quem é que pensou realmente, depois desse primeiro parágrafo, que havia sequer a remota hipótese de ter desiludido? Quem viu o episódio sabe que isso é quase impossível, principalmente quem gostou da história principal da quarta temporada. Esta mesma temporada terminou com um grande cliffhanger que foi logo resolvido no primeiro minuto, com Lucifer a conseguir sair do Inferno. Os Winchester estavam ali, mesmo na ‘Boca do Inferno’, prestes a serem as primeiras vítimas do verdadeiro diabo, mas é então que alguém os salva. Ficou explícito no episódio que não foi nem os anjos nem os demónios a terem tal compaixão pelos irmãos, logo, na minha opinião, só resta um ser: Deus! A verdade é quem quer que seja, não quer que eles morram nem passem perto da morte, pois não foi só uma vez que isso aconteceu. Sãos e salvos, eles vão fazer uma visita a Chuck, o tal escritor que consegue sonhar o que vai acontecer no futuro da série. Com eles, uns convidados muito especiais, os melhores amigos de Dean: Zacarias e os seus companheiros. Lá se conseguem livrar deles com aquele truque que o Castiel ensinou ao Dean, mas não por muito tempo.

A primeira arma que deve conseguir mandar Lucifer de volta para o Inferno (mas nunca o matar, pelo que percebi, o que nem sequer faria sentido) é mencionada e é a Espada de Miguel. Miguel, para quem não percebeu muito bem, foi o anjo que mandou, através dessa mesma espada, Lucifer para o Inferno. Como sabem, Lucifer era um anjo igual aos outros mas que não se quis ajoelhar perante os Homens. Mas para infelicidade dos Winchester, eles descobrem que Dean é essa espada e que Miguel precisa do corpo dele para conseguir lutar contra Lucifer, pois Dean é o ‘recipiente’ de Miguel. Espero que surja uma melhor explicação do porquê de Dean ser a Espada de Miguel e, principalmente, a sua relação com toda essa mitologia. Entretanto, temos grandes momentos cómicos com aquela rapariga que é fã do trabalho de Chuck. O que eu me ri com a cena em que ela chega ao Hotel e conhece os dois irmãos. É sempre bom ver que o Kripke tem um carinho especial pelo público fã da série (que é o responsável por ela ainda estar no ar, visto que já teve em risco de cancelamento), e isso comprovou-se a 100% no episódio dezoito da temporada anterior.

O Bobby, a minha personagem secundária favorita da série, voltou para entregar o carro dos rapazes mas foi logo possuído por um demónio. Felizmente a sua força interior conseguiu ser mais forte e esfaqueou-se a si mesmo só para matar o demónio que estava prestes a acabar com Dean. Outro facto interessante dessa cena é o regresso de Meg, que mesmo estando-se sempre a meter no caminho dos Winchester, lá se vai safando. A filha do Demónio dos Olhos Amarelos deverá ter (espero eu) um papel importante em toda essa guerra entre o Céu e o Inferno, caso contrário ela já tinha sido morta nas várias oportunidades que já tiveram para isso. Por falar em mortes, descobrimos que Castiel está mesmo morto, mas que voltou misteriosamente com uma figura mais forte. Depois de Zacarias torturar Sam e Dean, lá aparece o anjo com uma autoridade que mais parecia ser Deus no corpo de Castiel. Será? Já agora, repararam como o Sam tem tanta resistência e aguentou todo esse tempo sem respirar?

Não podia deixar de comentar a possessão de Lucifer pelo seu recipiente. Não sei se existe algum mistério em ser essa pessoa (o Jacob de Lost) e não outra qualquer, mas parece-me que este é o recipiente do diabo porque é uma figura magoada com Deus depois de tudo o que o Todo-Poderoso fez com a sua família. Toda esse trabalho mental que Lucifer fez sobre o homem deu resultado e foi magnífico ver que ele não precisou de mentir descaradamente para conseguir convencê-lo a entrar no seu corpo. Depois desse momento, temos um mais calmo, mas bastante esclarecedor. Todos os finais dos episódios de Supernatural são onde os irmãos conseguem ter a conversa mais sincera e onde dizem o que sentem em relação às atitudes um do outro. Quem pensou que as divergências entre os dois acabava com o início do Apocalipse enganou-se, e acho muito bem que explorem mais essa ‘guerra entre irmãos’. Dean conseguiu ser o mais sincero possível para com o irmão até ao ponto de dizer-lhe que não confia mais nele. Quem confiaria em alguém que escolheu um demónio ao invés do seu próprio irmão?

88


Olha, afinal '10 Things' não acabou…

Setembro 12, 2009

10T_synopsis_470x270-01’10 Things I Hate About You’ estreou em Julho deste ano com dez episódios iniciais. Toda a gente pensava que a primeira temporada iria ficar-se por aqui, mas o E!Online trouxe uma excelente para os fãs da comédia adolescente.

Ao que parece, a ABC Family encomendou mais dez episódios, totalizando assim uma primeira temporada de vinte. Seguindo os mesmos padrões de Greek, a primeira parte foi exibida durante o Verão e a segunda parte não chegará no próximo Verão, mas sim já no início de 2010, provavelmente em Janeiro.

Sobre as histórias que devem ser exploradas na segunda metade da primeira temporada, teremos mais disputas entre Bianca e a sua inimiga Chastity e também algo muito pouco esperado sobre Patrick Verona.

Não sei como a série se saiu nas audiências, mas na crítica conseguiu levar a melhor. Elogiada por vários críticos de renome americanos, a ABC Family deve estar muito contente com o produto que apostou. Eu confesso que não dava nada pela série, mas depois de ver o episódio piloto, que adorei, mudei a minha opinião por completo.

O 10 novos episódios de ’10 Things I Hate About You’ terão reviews semanais feitos pela Mariana.


Michelle Forbes insulta premiações!

Setembro 12, 2009

tbs2maryannpromoMichelle Forbes, de True Blood, demonstrou recentemente o seu descontentamento pela série ter sido ignorada nas nomeações dos Emmy Awards.

A actriz, que interpreta Maryann Forrester no drama vampírico da HBO, disse que não existe honra nas premiações de televisão, acrescentando, polemicamente: “Desculpem lá, mas que se f*da as premiações. O verdadeiro prémio está na audiência. É para a audiência que é escrita uma série, não para, como todo o respeito, os críticos e as premiações.

A actriz de 44 anos revelou que, na sua opinião, a Maryann não é uma vilã. O final da segunda temporada vai ao ar no dia 13 de Setembro por parte da HBO.