So You Think You Can Dance (6.01) – Auditions: Los Angeles

Setembro 14, 2009

so-you-think-you-can-dance-vegas-top-20-performCinco Verões. Cinco Temporadas. Cinco Campeões (Nick, Benji, Sabra, Joshua e Jeanine). Agora… O programa tem sua estréia no fall-season, no qual ficará daqui em diante por definitivo, espero que possamos ver ainda muitas e muitas temporadas desse incrível espetáculo de dança, arte e entertenimento. Desde 2006 acompanho o programa e posso disser que é um imenso prazer agora ganhar essa responsabilidade ao escrever os reviews semanalmente e outro imenso orgulho foi, depois de tanto comentar sobre, o Marco resolveu assistir e acredito que tenha realmente gostado do que viu.  Tradicionalmente tudo começa com as audições, que desta vez estão nas cidades: Los Angeles, Salt Lake City, New Orleans, Atlanta, Boston e Phoenix. A partir dessas, conheceremos os competidores que conseguiram um ticket para a exaustiva “Vegas Week”, local onde os jurados definirão os tão aguardados Top 20.

A Hora do Pesadelo

Essa temporada talvez seja a mais massiva campanha já feita na história de So You Think You Can Dance e propriamente conseguiremos dimensionar até onde o programa consegue chegar, sem dúvida sempre inovando a cada episódio. Los Angeles é o primeiro local escolhido, logicamente por ser a capital do entretenimento e da dança e ali vemos muitos talentos dignos de um “green ticket” e naturalmente outros que demonstraram uma verdadeira show de horrores, a começar pelo primeiro “dançarino” a se apresentar: Cole traz em sua “coreografia” sem música, movimentos perturbadores, além da pseudo-recitação que deixou todos de cabelo em pé. Esse foi o momento mais “No No No’‘ de todos mostrados, porém Christopher, que sonha em produzir seu filme “Drum Song” inspirado em grandes nomes do cinema e da dança, a exemplos de Ginger Rogers e Fred Asteire, que sem dúvida compunham uma das melhores parceiras do cinema, em filmes como Top Hat ( 1935) e Vamos Dançar (1937), porém parecia que a inspiração confundiu sua cabeça quando resolveu escolher “dançar”  a tão feminina e sexy canção “All That Jazz” do musical Chicago.

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Lições de vida

Agora vamos para aqueles momentos escolhidos pelo programa como grandes “Histórias de Vida“, na qual o retrata-se as dificuldades vividas pelos competidores e pela família para conseguirem chegar aonde estão no momento. Graciosa, a menina de apenas 18 anos de idade, Molly, mostra belas extensões, firmeza de movimentos e ótimos truques de piruetas, valendo ressaltar que gostei de ver Nigel novamente reforçar o fator personalidade dos dançarinos, pois é esse um dos principais fatores que o programa almeja. Outra competidora que me encantou bastante, apesar de sua pouca expressividade, foi a contemporânea Amber, que possui também um histórico familiar muito difícil, enfrentado bravamente por sua mãe que após uma complicada cirurgia na espinha, tornou-se paralítica da cintura para baixo.

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Batalhas das batalhas: “A arte do sapateado”.

Novamente vemos esses dois excelentes sapatiadores tentarem avançar na competição, buscando o desejado Top 20. Ryan é sem dúvida o talento natural, uma espécie de fonte de inspiração para seu irmão mais novo Evan (Top 4 da 5season) que aliás foram deles um dos momentos mais marcantes da história do programa, no qual os jurados os deixam juntos para definir qual dos dois conseguiria a última vaga. Bianca esbanja energia e dedicação naquilo que faz, porém já tentara em todas as edições e fracassara em todos, profetizando na quinta temporada que nunca mais voltaria aos testes. Perseverar e nunca desistir de um sonho foram os fatores que a fizeram voltar, sendo assim escolho apresentar o vídeo destes dois encantadores sapatiadores, que entregam o momento mais fantástico das audições em Los Angeles.

A Hora do Show

Seguindo o mesmo estilo de especialidade, pontos positivos para as jovens contemporâneas Alexie e Paula, que esbanjam essência e expressividade. Mudando totalmente de estilo, Cristina traz o calor para o palco, apresentando a energética salsa, com seu estonteante parceiro, que por espanto de Nigel, deveria estar fazendo teste também. Naturalmente ela não tem o “Hot Flavour” da Janette (Top 8 da 5 season), porém é um nome para ser lembrado, pelo menos a princípio.Voltando para a arte do sapateado, Ryan, que já havia trabalhado com Ryan numa peça, acrescenta algo diferente do já apresentado pelo mesmo e por Bianca, tomado por uma alegria contagiante e sutilidade de movimentos, comprova mais uma vez quão competitiva será esta categoria de dança neste temporada.

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Curiosidade : Os merecidos tickets ao três sapatiadores, que deverão mostrar extrema versatilidade para conquistarem o nunca conquistado lugar no Top 20, admito que seria muito interessante ver um dançarino de estilo tão peculiar entre os demais. Será que o merecimento de Ryan será colocado em questão ou os jurados irão somente se preocupar pelo fato dele ser irmão do finalista da temporada anterior e assim querer repetir a fórmula. Acredito que não, até pensando que Ryan, na minha opinião, pode acrescentar muito mais ao programa do que o próprio Evan acrescentou anteriomente, mas é cedo ainda para prever.

Próxima parada: Salt Lake City

Batalhas das batalhas: “A arte do sapateado”.

Novamente vemos esses dois excelentes sapatiadores tentarem avançar na competição, buscando o desejado Top 20. Ryan é sem dúvida o talento natural, uma espécie de fonte de inspiração para seu irmão mais novo Evan (Top 4 da 5season) que aliás foram deles um dos momentos mais marcantes da história do programa, no qual os jurados os deixam juntos para definir qual dos dois conseguiria a última vaga. Bianca esbanja energia e dedicação naquilo que faz, porém já tentara em todas as edições e fracassara em todos, profetizando na quinta temporada que nunca mais voltaria aos testes. Perseverar e nunca desistir de um sonho foram os fatores que a fizeram voltar, sendo assim escolho apresentar o vídeo destes dois encantadores sapatiadores, que entregam o momento mais fantástico das audições em Los Angeles.

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The Vampire Diaries (1.01) – Pilot

Setembro 14, 2009

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Quando comecei a ver e ouvir notícias sobre The Vampire Diaries, a nova série sobre vampiros da CW fiquei francamente desconfiado em relação ao que é que mais uma série sobre esta temática poderia trazer de novo numa época em que True Blood e a saga Crepusculo já enchem as medidas dos fãs dos descendentes do conde Drácula. Quando começaram a sair fotos promocionais e alguns vídeos, as evidências de que a série tentaria envergar por um caminho muito parecido ao de Crepúsculo foram muitas e foi com alguma apreensão que assisti ao episódio piloto da série.

A série está cheia de clichés, vampirescos e de outras espécies. Senão vejamos: uma menina chamada Elena perdeu os seus pais e ficou muito perturbada. Mantém um diário (cuja escrita é também a narração da algumas partes do episódio) onde conta as suas amarguras e vontades de mudar a sua maneira de ser e até visita o cemitério onde os pais estão enterrados para se manter mais próxima deles. O pobre irmão mais novo, também afectado com a morte dos pais, anda por maus caminhos e metido na droga apesar da irmã mais velha, claramente mais responsável o tentar advertir para os perigos da vida. Está apaixonada por uma rapariga mais velha que lhe tirou a virgindade mas que não quer saber dele para nada. A melhor amiga de Elena tem poderes psíquicos que tenta ignorar mas que até a avó lhe diz que são verdadeiros. A outra amiga, que por acaso é  a loiraça Hot habitual adora ser o centro das atenções e conquistar um grande número de rapazes, apesar de parecer ter algum azar com eles. O que temos até aqui? Uma típica série de adolescentes sem nada de inovador.

Entrando noutra zona temos os vampiros. Stephan é o típico vampiro giríssimo, misterioso e irresistível que chega à cidade vindo do nada e que conquista todas as raparigas por que passa. Ao chegar à escola cruza-se de imediato com Elena (a cena do encontrão à saída da casa de banho já podia ser considerada um clássico do cinema) e o amor nasce automaticamente. Pena é que a rapariga que gosta de frequentar cemitérios seja perseguida por um corvo e por uma estranha névoa que são na realidade a personificação de Damon, o irmão Bad Boy que surge na cidade para atrapalhar a vida de Stephan sem razão aparente e acaba até por espancá-lo. A origem do casal central é tão batida que nem conseguimos criar empatia pelas personagens e torcer por elas como acontece noutras séries (veja-se Sookie e Bill de True Blood). Não é preciso nem um mês para que se crie um triângulo romântico entre os dois irmãos vampiros e Elena. Entretanto Stephan tenta integrar-se na sociedade da cidade participando em festas e visitanto a sua amada durante a noite. Por outro lado Damon vai atacando cidadãos incautos como casais de namorados na estrada e meninas desprotegidas em bares.

Resumindo, o episódio piloto conseguiu juntar tantos clichés de diferentes tipos de séries que é difícil saber ao certo o rumo que vai tomar. Não é suficientemente sangrenta para agradar aos fãs de True Blood mas por outro lado não é tão pachorrenta e soft como Crepúsculo tenta ser com os seus actores/modelos electrizantes que fazem as meninas saltar sempre que surgem no ecrã. Sabemos já que Stephan está na cidade porque Elena é a reencarnação de algum amor antigo e que Damon vai tentar impedir que esse amor se concretize enquanto vai mordiscando o pescoço de alguns jovens da região. Mais? Pouco se tirou do episódio que seja verdadeiramente importante. Não sei onde poderá evoluir mais ao ponto de se tornar uma boa série, mas a tentativa inicial de juntar o género Jovem e vampiros parece não ter dado grandes frutos. A banda sonora é boa mas mal aplicada. Os efeitos especiais são bastante fracos (as cenas do voo de Stephan é básica e o aparecimento da névoa muito pouco realista) Esperemos pelo segundo episódio para aí podermos tirar as verdadeiras conclusões mas a série arrisca-se a ser um uma cópia barata que tentou misturar demasiados estilos num só e que falha redondamente nos seus intentos.

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Defying Gravity cancelada ou afinal não [Act.]

Setembro 14, 2009

117034_D_GROUP_01r1Parece que Defying Gravity não voltará a descolar. A série passada no ano 2052 e que segue 8 astronautas durante uma missão de seis anos pelo sistema solar em permanente motorização a partir da Terra parece ter sido cancelada pela ABC. Apesar de ainda não haver ma confirmação oficial, o último episódio, passado no dia 13 de Setembro, foi denominado Season Finale. Para além disso, a ABC não passou nenhum preview do próximo episódio, algo que costuma ser usual. Com uma audiência baixa, a série parece que fica por aqui na emissora americana, que deveria emitir, pelo menos, mais dois episódios em Outubro.

Mas nem tudo são más notícias. Como a série também era emitida pela CTV, esta deverá emitir os restantes episódios, apesar de ainda não haver confirmação oficial.

Eu não via a série (foi um das duas que ficaram de fora da minha mid-season) mas, segundo li, DG era algo que entretinha, mas espero que a CTV passe o resto. Pelo menos que se tenha algum respeito pelos fãs.

Actualização: Afinal parece que a ABC ainda vai transmitir os restantes episódios. Segundo novas informações, a ABC retirou, por agora, a série do ar porque as séries da Fall Season estão a regressar e a série nunca seria transmitida até ao final (13 episódios neste caso, faltando transmitir 5). Assim, a ABC decidiu retirar a série do ar por agora, e depois recoloca-la, e transmitir os restantes. Apesar essa recolocação ainda não tem data marcada, já é bom sinal a transmissão todos os episódios. Boa noticia para os fãs