Glee (1.03) – Acafellas

Setembro 21, 2009

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I Wannaaaa Sexxxxx Youuuuu Uppppppp

Primeiramente gostaria de explicar que estes reviews serão diferentes dos convecionalmente apresentados no Portal Séries. Visualmente são enormes, eu admito, porém senti que Glee deveria ser feito de outra forma, sendo assim não conseguiria resumir e deletar diversas partes, por isso os reviews serão divididos por momentos musicais e alguns momentos que aponto como revelantes para explicar o episódio como um todo. Glee chega a seu terceiro episódio e já apresenta alguns sinais característicos que me fazem acreditar no incrível potencial que a série pode ter daqui pra frente. Em episódios como esse vemos a série se distanciar somente dos seus momentos musicais relacionados ao Glee Club e assim mergulhar um pouco na dimensão do drama e desenvolvimento individual de alguns dos personagens. Acafellas mostra um amadurecimento diferente do apresentado nos dois primeiros e consegue de forma plenamente satisfatória entregar um resultado direto porém marcante. Por traz de alguns sentimentos aflorados, descobrimos revelações surpreendentes que ao mesmo tempo não são tão surpreendentes, considerando a forma com que são colocadas.

Escutei algumas opiniões de pessoas essa semana, que por conhecimento sei que não estão habituadas a acompanhar esse tipo de história mas que resolveram dar o braço a torçer ao assistir Glee. Mesmo o resultado não sendo satisfatório a eles, comprovou-se que Glee será efetivamente apressiado por pessoas que “compram” esse tipo de idéia e que realmente conseguem analisar uma série como essa além do que ela aparentemente mostra. Comparações são inevitáveis, porém ainda acho que Ryan Murphy traz algo de inovador para a televisão, deixando a critério de quem o vê, interpretar desta forma ou não. Pela primeira vez a série traz atores convidados ao seu elenco, entre eles Victor Garber(Alias) interpretando o pai de Will, numa cômica cena que resultou a revelação da gravidez de Terri aos pais dele, ressaltando a cara de “WTH i’m gonna do” dela ao saber que ele soltou a informação sem ao menos ela pensar antes o que fazer, considerando que não existe bebê nenhum. É bom ver o Garber interpretando um pai diferente do Papai Bristow de Alias (2001), aliás era uma das séries que mais gostava.

Momento “Amamos você, mas…”: Percebe-se que Will transmite intenso amor e dedicação aquilo que faz com o Glee Club, porém é notado sua falta de experiência com coreografias. Mr. Shue é colocado na parede pela primeira vez, muito por influência das Evil Cheerios sobre a Mini-Streisand, que por questão de lógica destaca-se novamente como porta-voz do grupo. Ainda me lembro do Mr. Falsetto Fashion perguntar a ela quando foi que a elegeram representante, porém é inegável pensar em outra líder, considerando o quão impulsiva, determinada e por vezes irritantemente decidida ela consegue ser. Aliás será interessante ver eles tentarem contratar Dakota Stanley, um consagrado coreografo do vibrante Vocal Adrenaline, o principal coral do campeonato regional.

Ver o Mr. Shue tomar controle de seus desejos e ter coragem de romper algumas barreiras foi bastante interessante, ainda mais considerando o excêntrico grupo de pessoas com quem ele decidi unir forças: Howard: The Countdown, Kevin: The Coach; Henri: The Fingers, que teve um inusitado acidente devido ao seu vício em xarope pra tosse que resultou na perda de seus polegares. Eis que nasce o grupo: Acaffelas.

Primeiro Momento Musical:This Is How We Do It” by Montell Jordan, cujos ensaios iniciam-se na casa de Will, para desespero de Terri. Por mais embaraçoso que eu ache os números que envolvam hip hop e outros clássicos do gênero, começei a apreciar mais, até consegui gostar de “Gold Digger”, após rever  o segundo episódio duas vezes. Como digo, é uma questão de hábito. Mudando de assunto é hilário ver que Will acha mesmo que o fato dele ter uma boy-band e estar mais confiante, melhorou o “apetite” de sua esposa por ele.

Toda aquela tensão presente entre os protagonistas confirmasse no momento em que Mini Streisand e Mr. Frank-Teen discutem a respeito dela ter “ofendido” o Mr. Shue e por assim tirado toda a confiança que ele tinha em treiná-los. Todos os componentes parecem estar de acordo com a contratação de Dakota, menos o Frank. Apesar dele próprio não saber que ele é a plena definição da palavra clichê (esteriótipos e padrões), acho interessante essa química  entre o cara popular e a garota que todos zoam, pois diferente do que normalmente é, Rachel desempenha o seu papel de maneira mais segura e convicta, jogando na cara dele que está sim rolando algo entre eles, porém ele não tem coragem de admitir.

O destaque do episódio sem dúvida vai para outra excêntrica dupla, Mercedes e Kurt, brilhantemente representados Amber Riley e Chris Cofler, que transmitem um verdadeiro sentido de amizade, que pode ser facilmente visto na vida real, pois os atores se tornaram muito próximos desde o ínicio das gravações. Uma Diva Fashion em conflitos, sentindo-se sozinha e carente de uma companhia masculina, porém seu único referencial é seu amigo Falsetto Fashion, que nitidamente mostra exuberância no seu modo de vestir e falar e que reconhece seu baixo potencial na “cadeia social escolar”, porém sempre tenta parecer superior perante tudo isso.

Segundo Momento Musical: “Poison” by Bell Biv Devoe, apresenta o Acafellas para uma pequena audiência entusiasmada com as novas celebridades locais. E não é que os garotos viraram sensação, saindo até na capa do jornal da cidade, extremamente elogiados por sua desenvoltura e conexão com a platéia.

Terceiro Momento Musical: “Mercy” by Duffy, confirma que o Vocal Adrenaline tem uma queda por hits de cantoras britânicas, porém essas canções se encaixam perfeitamente no estilo do grupo, trazendo sempre uma apresentação cheia de groove e atitude. Vestidos com os tradicionais uniformes azuis e preto, os garotos e garotas esbanjam a ótima coreografia além dos potentes vocais, mostrando realmente por que são o último grupo vencedor dos regionais. Nem sempre por traz desta mágica encontra-se um mágico simpático, sendo assim eis que surge The Cruel Dakota, um cara baixinho extremamente autoritário e careiro por sinal (8 mil dólares por número).

A ascensão dos Acafellas parece estar correndo risco, após a saída de dois membros do grupo, um que voltou ao vício dos xaropes e o outro que por problema de auto-estima sentiu finalmente a pressão. Frank-Teen parece também sucumbir a pressão, pensando em desistir do Glee Club, pois não aguenta mais ser taxado por todos e nitidamente está contra as decisões tomadas pela  Mini-Streisand. Puckerman surpreende ao se candidatar ao Acafellas, além de Frank-Teen que busca novas direções ao seu talento, além de também tentar trabalhar sua confiança. Sendo assim, novas oportunidades surgem e novos intregrantes compõem o até então desfalcado grupo.

Momento “Intervenção Gay”: Apresentada a famosa fórmula do amigo gay, aquele que apresenta todos os sintomas e mesmo assim não consegue visualizar desta forma. A garota por vezes parece também não enxergar, sendo assim, Diva Fashion transfere sua carência e solidão ao intenso carinho e presença de seu Falsetto Fashion, talvez a pessoa menos apropriada para corresponder seu sentimento. Mercedes deixa claro para Rachel e Tina que Kurt é o que mais se aproxima da realidade dela, nitidamente uma excluída da cadeia social e desta forma ele cumpre suas expectativas para um rapaz pois a trata de forma decente e consegue entender exatemente o que ela passa, pois ele também passa pelo mesmo. Ele pode não ser suficiente ao olhos dos outros, mas para ela é  muito.São momentos como estes que vemos o quanto Glee se distanceia do pastelão drama teen presente na atualidade, pois não aborda o tema da homessexualidade simplesmente por abordar ou simplesmente por que está na mídia e é bom pra “escandalizar”. Acompanho a um bom tempo os dramas teens  e posso contar inúmeros shows que usaram desse artifício para angariar somente audiência.

Quarto Momento Musical: “Bust Your Windows” by Jazmine Sullivan, apresenta o melhor número do episódio pois nele fica evidente a ascensão de uma diva ao estrelato. Pela primeira vez, Mercedes recebe um solo que apresenta todos os indicios de quão excelente cantora ela é, além de possuir uma personalidade digna de uma diva. Rebeldemente estoura as janelas do super-poderoso carro de seu não correspondido amor e  coordena as provocativas cheerios numa sensual coreografia destrutiva, exemplicando por que é a grande voz por trás de Glee. Vi numa entrevista que a atriz fez teste para o American Idol, porém recebeu um NÃO, mas diz que aprendeu muito com isso e agradece a negação pois pode melhorar e chegar aonde está agora.

Momento “Intervenção Dakota Stanley”: Uma coisa realmente não entendi: Como ele aceitou coordenar o grupo? Pois um simples “Car Wash” não seria suficiente para arrecadar fundos para contratá-lo, mas lá estava ele com seu “charme e carisma” caractetísticos. Dakota representa o nazismo do entretenimento, impondo, mutilando e humilhando tudo e todos que vee pela frente. Corta Artie, por este ser cadeirante, Mercedes  por seu peso, humilha Kurt ao chamá-lo de feioso inflamável, Rachel por seu nariz grande e Finn por sua cara de drogado e seu tamanho fora do normal. Se ele acha mesmo que estava ali para dizer a verdade, ele realmente nunca se olhou no espelho.

Momento “Consagrou-se uma líder nata”: Apesar de ter sido influenciada em suas atitudes ao contratá-lo, Rachel chama novamente a responsabilidade para concertar talvez o pior do erros que cometera: Esquecer quem eles são realmente. Assim, num surpreendente diálogo, nossa Mini-Streisand (comparação de seu nariz grande com o da cantora Barbra Streisand), consegue trazer a união de volta ao Glee Club. Achei muito legal cada um destacar seu diferencial e compará-lo ao de uma pessoa famosa, que mesmo sendo diferente conseguiu se destacar e mostrar seu  talento. Barbra Streisand foi taxada sempre por seu nariz, mas mostrou que era muito mais que isto quando atuava e cantava ou que J.Lo tem um traseiro muito grande ou Curtis Mayfield, que fez mais sucesso como músico e compositor depois de ser cadeirante. Para aqueles que ainda não entendem o por que da existência de Glee e o por que dele ser tão especial, pelo menos pra mim, deveriam assistir essa cena, pois ela resume tudo de forma tão simples.

Quinto Momento Musical: “I Wanna Sex You Up” by Color Me Bad, consagra o repaginado Acafellas, que agora conta também com a participação do estranho ex-professor do Glee Club, Sandy, que possui uma obessesiva paixão por Josh Groban, cantor clássico que já fez participações no seriado Ally McBeal (1997) e que participa como convidado deste episódio, interpretando ele mesmo. Sandy sempre se mostrou uma pessoa bizarra, mas sua obsessão pelo cantor foi além dos limites, obrigando o mesmo a encaminhar um ordem de restrição ao Psico-Sandy, que telefonava, mandava cartas e pedaços de cabelo ao cantor. Quanto aos Acafellas, podemos ver o talento de Puck sendo colocado a prova e incrivelmente como ele corresponde as expectativas, assim como os demais rapazes liderados brilhantemente por Will, que canta e dança como nunca havia feito antes. Esse momento foi de extrema importância para o Glee Club também, pois o Acafellas despertou em Will e Finn a confiança e a famosa “chamada de responsabilidade” que o grupo exigia deles como figuras centrais, juntamente com Rachel. Porém não podemos esquecer que Artie, Kurt, Mercedes, Tina e mesmo Puck, Quinn e as Cheerios compõe essa bem sucedida fórmula nada convencional.

Momento revelação: Mostrando seu “D” de drama, Chris Cofler mostra um Kurt vulnerável que se revela pela primeira vez a alguém como gay, porém mesmo tratando-se de Mercedes, ele deixa claro quão difícil é ser diferente desta forma e quão assustador é a possibilidade de revelar isso aos demaiss. Foi tão sincero que conseguimos sentir realmente o desespero dele ao confessar. Grande atuação e interação novamente entres esses dois personagens, que tornam-se cada vez mais parte fundamental da história. Por falar em revelação, Quinn mostra um lado mais humano, ao conversar com Sue, que as tem usado para derrubar o Glee Club. Revela quão grata é por aprender uma valiosa lição:  “Acreditar em si porém sem derrubar os outros no processo”.

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Emmys 09: And the Emmy goes to… [Act.]

Setembro 21, 2009

emmy_statue-797829Foi mais uma noite no Nokia Theatre com mais do mesmo. Os Emmys não trouxeram grandes surpresas, pois os vencedores da noite foram a AMC e 30 Rock. Poucas surpresas houve, e maioria das que houve foram, para mim, uma desilusão (falo claramente do melhor actor em comédia e o melhor actor secundário também em comédia). Mas aqui ficam os vencedores e agora os comentários de alguns vencedores:

Melhor Série (Drama): Mad Men

Nada esperado! (ironia) Mad Men sai com o segundo Emmy em dois anos. Não estou a criticar a qualidade da série, pois tenho de reconhecer que, apesar de não ser muito o meu gosto, qualidade não lhe falta. Mas percebe-se. Se no ano transacto a série tinha pela frente séries como House, Damages ou Dexter, que tiveram as melhores temporadas até agora das suas séries, sem estes pesos pela frente só restava ultrapassar um adversário, que também deu luta no ano transacto: Lost, que se não subiu, pelo menos manteve a qualidade. O resto eram estreantes: Breaking Bad e Big Love. Mad men saiu com um Emmy mais fácil de ganhar que o do ano transacto, para mim.

Melhor Série (Comédia): 30 Rock

Outra surpresa. (outra ironia) Também o mesmo caso de Mad Men: dois anos significam 2 emmys. Quanto a 30 Rock não posso fazer uma análise tão profunda como fiz a primeira categoria, mas, como foi visível na cerimónia, Family Guy tentou de tudo para bater o Mad Men das comédias. Mas ficou na mesma. Eu, aqui, fico triste pela série de Seth MacFarlane. How I Met Your Mother, a outra que acompanho da lista de nomeados, não teve uma temporada brilhante, por isso já não é tanta a desilusão.

Melhor Minissérie: Little Dorrit

Melhor Filme feito para Televisão: Grey Gardens

Melhor Actor (Drama): Bryan Cranston (Breaking Bad)

Outro 2 em 2. Do trabalho de Bryan Cranston esperarei poder falar já em Outubro, mas agora não poderei dar a opinião. Mas temos de ver que o actor de Breaking Bad tinha pela frente Hugh Laurie ou Michael C.Hall. O primeiro já está a espera de um Emmy desde 2005, sem nunca ter sido premiado. O segundo só desde o ano transacto, mas a qualidade demonstrada em Dexter já lhe devia ter dado um Emmy. Aqui não critico a qualidade do actor, mas sim ser a repetição. A que premiar outros e não sempre os mesmos (falo isso também para Mad Men e 30 Rock).

Melhor Actriz (Drama): Glenn Close (Damages)

O Bryan Cranston disse uma das maiores verdades no discurso: Graças a Deus que a Glenn Close é mulher, pois se não o fosse o Emmy não ira parar-lhe as mãos. Apesar de ter um guião mais fraco que na primeira temporada, Glenn Close voltou a mostrar uma representação de outro mundo. Aqui não tenho de dizer nada, pois a lista era a mesma do ano passado (só tinha entrado Elisabeth Moss) e Glenn Close manteve o ritmo, a qualidade. Está lá tudo. E não estou a ver ninguém atingir aquele nível. Ponto final parágrafo.

Melhor Actor (Comédia): Alec Baldwin (30 Rock)

Surpreendeu a alguém este prémio? A mim não. Não vejo em Alec Baldwin um grande actor, ainda por cima após ter visto a cena de natal do Jim Parsons. É outro caso de 2 em 2. Mas não é esse o problema. É que Alec Baldwin (eu não vi a segunda nem terceira temporadas de 30 Rock) não demonstrou na primeira ser digno dos dois Emmys que já recebeu. E logo quando tem pela frente Jim Parsons. Mas é o que vale ter na frente do nome “30 Rock”.

Melhor Actriz (Comédia): Toni Collette (United States of Tara)

Aqui fui surpreendido. Não estava a espera que Toni Collette (como disse no primeiro post) que ela sai-se com um Emmy debaixo do braço. Mas prontos. Pelo menos alguma vez os Emmys tinham de dar a alguém a luz da ribalta para além de 30 Rock. Toni Collette é uma vencedora justa, apesar de o bigode da Sarah Silverman merecer também um Emmy.

Melhor Actor (Minissérie ou Filme feito para Televisão): Brendan Gleeson (Into the Storm)

Melhor Actriz (Minissérie ou Filme feito para Televisão): Jessica Lange (Grey Gardens)

Melhor Actor Secundário (Drama): Michael Emerson (Lost)

“Foi desta” terá dito Michael Emerson após ouvir o seu nome como o vencedor. 3 anos a espera, três grandes ano como actor, três anos que lhe faltou o Emmy. Foi desta. Foi triste por não ter visto Boston Legal ser reconhecido, mas Michael Emerson merecia. E William Shatner não se tem que queixar. Pode não ter ganho nenhum Emmy em 4 nomeações seguidas, mas no primeiro ano já o tinha ganho.

Melhor Actriz Secundária (Drama): Cherry Jones (24)

Outro prémio pelo qual não tenho muito a dizer. Gostava que tivesse ganho a Rose, mas a Cherry este muito bem este ano. Bem entregue, e não há mais nada que se possa comentar.

Melhor Actor Secundário (Comédia): Jon Cryer (Two and a Half Men)

Talvez a segunda maior injustiça dos Emmys. Neil Patrick Harris parece sofrer do mesmo problema de actores que já foram enunciados durante os comentários. 3 anos nomeado, três anos fica sentado a ver outro subir ao palco. Não sei o trabalho de Jon Cryer, por isso disso não posso falar, mas NPH (que esteve formidável como apresentador, algo que é difícil encontrar nestes dias, e como Dr.Horrible) merecia sair com um Emmy do Nokia Theatre com um Emmy e não unicamente com um pin. Um ano fantástico para NPH que não ficou coroado.

Melhor Actriz Secundária (Comédia): Kristin Chenoweth (Pushing Daisies)

Aqui não posso comentar, mas o Marco está felicíssimo. Não conhecendo nenhum dos trabalhos profundamente (só de Jane Krakowski, e é a primeira temporada) não posso discordar. Mas também, segundo sei, não haverá muito por onde discordar.

Melhor Actor Secundário (Minissérie ou Filme feito para Televisão): Ken Howard (Grey Gardens)

Melhor Actriz Secundária (Minissérie ou Filme feito para Televisão): Shohreh Aghdashloo (House Of Saddam)

Melhor Actor Convidado (Drama): Michael J. Fox (Rescue Me)

Melhor Actriz Convidada (Drama): Ellen Burstyn (Law & Order)

Melhor Actor Convidado (Comédia): Justin Timberlake (Saturday Night Live)

Melhor Actriz Convidada (Comédia): Tina Fey (Saturday Night Live)

Melhor Elenco (Drama): True Blood

Melhor Elenco (Comédia): 30 Rock

Melhor Argumento (Drama): Meditations In An Emergency (Mad Men)

Mad Men. Quem mais. Deu para brincar um bocado com a situação antes de sair o vencedor, mas é muito Mad Men junto. Só o ano transacto é que Lost não apareceu nomeado, e ainda não conta com nenhum Emmy nesta categoria. Será no último ano?

Melhor Argumento (Comédia): Reunion (30 Rock)

O elenco de HIMYM apresentou o prémio assim: 30 Rock, Flight of the Conchords, 30 Rock, 30 Rock and 30 Rock. Alguém me é favor explicar o que faz ali Flight of the Conchords? Para estragar a surpresa? Prontos. Quem não sabia que ganharia 30 Rock ponha a mão no ar? Quem?? Ok. Next.

Melhor Argumento (Minissérie ou Filme feito para Televisão): Little Dorrit

Melhor Realização (Drama): And In The End (ER)

Não ganhou Mad Men? Ganhou ER? Porreiro. Aleluia alguém consegui dar um prémio a uma série sem ser Mad Men. Sem discussão, pois só vi o final de Battlestar Galactica e Boston Legal e, apesar da grande realização, parece que ER saiu com um prémio merecido.

Melhor Realização (Comédia): Stress Relief (The Office)

Não ganhou 30 Rock? Ganhou The Office? Então parabéns, pois deverá ter sido um grande episódio em termos de realização para conseguir ultrapassar 30 Rock.

Melhor Realização (Minissérie ou Filme feito para Televisão): Little Dorrit

Melhor Programa de Variedades, Musical ou de Comédia: The Daily Show With Jon Stewart

Nada a discutir. Jon Stewart teve um ano de eleições. Terreno propício para o seu humor

Melhor Realização para Programa de Variedades, Musical ou de Comédia: Bruce Gowers (American Idol)

Melhor Escrita para Programa de Variedades, Musical ou de Comédia: The Daily Show With Jon Stewart

Igual a categoria que venceu. Ano de eleições significa Jon Stewart. Ponto final.

Melhor Programa Real: Intervention

Melhor Programa de Competição Real: The Amazing Race

Melhor Apresentador de Programa Real ou Programa de Competição Real: Jeff Probst (Survivor)

Melhor Série Animada: South Park

Melhor Guarda-Roupa: Pushing Daisies


One Tree Hill (7.01) – 4:30 AM

Setembro 21, 2009

normal_othess7e01003As vezes a mudança dá medo, alguns encaram as mudanças como um fim e outros encaram como um novo começo. A verdade é que nem sempre se agrada a todos… One Tree Hill retorna com sua sétima temporada. E olha que é muito bom ver uma série que se estende assim, demonstra que ela tem fãs fieis. E esta nova temporada já começa bem dividida, alguns dizendo que sem o casal Peyton e Lucas a série não será a mesma e outros falando que os dois não fazem falta nenhuma.

Em minha opinião é muito cedo para dizer. Foi apenas o primeiro episódio. E este me agradou, algumas horas nem parecia One Tree Hill, tinha um ar diferente. E pelo jeito a casa de Haley e Nathan vai estar movimentada como nunca, já que os dois novos personagens estão ligados diretamente a eles. A irmã da Haley, Quinn, recém separada e muito simpática, e o agente do Nathan, Clay, viciado em trabalho, gatão e mulherengo, começaram bem, eu acredito que eles vão render muita história. A Brooke e o Julian lindos como sempre, a insegurança da Brooke foi um pouco chatinha, mas tudo certo… Mouth e Skills disputando a permanência no apartamento peladões foi muito engraçado.

Dan me parece super bem, no último episódio que vimos, ele estava a beira de se suicidar e agora virou apresentador ou talvez pastor, sei lá. Também achei o final muito bom, a foto do Nathan com a moça misteriosa foi muito legal, deixou todos ansiosos. Quando ela pediu a ele se lembrava dela eu já fiquei desconfiada. Episódio leve, mas agradável de assistir, os personagens estavam ótimos e a Haley cantando, sem comentários, não da pra ficar sem One Tree Hill.

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