Castle (2.01) – Deep in Death

Setembro 23, 2009

CastleApesar de não ser uma Season Premiere que venha colocar Castle em níveis que consegui atingir na primeira temporada, Deep in Death consegue cumprir com o estritamente necessário.

Num episódio que costuma ser bem melhor, pois Season Premiere que se preze dá sempre um gostinho do que a série tem de melhor, este episódio de Castle serviu para duas coisas: conhecermos Nikki Heat e fechar o conflito entre Castle a Beckett. Pouco mais podemos dizer deste episódio. Primeiro porque o caso já foi batido, já foi tratado, só que por outros moldes. Segundo porque foi um caso que dominou o episódio, e não abriu com a morte da mãe de Beckett. Castle não decidiu apostar num caso especial, e o episódio saiu desvalorizado aí (apesar de nas audiências não ter saído nada desvalorizado).

Assim, temos um corpo numa árvore. A partir daí, a história foi-se escrevendo, sendo o melhor momento do episódio quando o corpo foi roubado. Ao ver esta cena pensei que o episódio seguiria outro rumo, que se tornasse mais abrangente. Mas enganei-me. Foi uma pequena fuga a monotonia, mas que depois voltou. Ocorreu mais daqueles erros que são muito comuns. Pessoa presa, pessoa solta com mais uma pista. E vamos andando assim, até chegar a um jogo de poker com um gang russo. Só aqui é que o episódio começou a ser interessante. O “jogo” de poker de Castle para descobrir o assassino é muito bem feito, mas a cena que me impressionou mais foi o aparecimento de Nikki Heat do corpo de Beckett. Excelente momento, que foi dos pontos altos do episódios.

O segundo foi o reatamento de relações entre Castle e Beckett. O pedido de desculpas é algo que já se vinha adivinhando, pois a série vive dos dois, e mais nada. Não é como em Bones, que conseguimos criar empatia com o resto das personagens. Castle é Castle e Beckett, a sua relação, as suas picardias, as suas piadas.

Foi também um episódio com alguns sorrisos a mistura, principalmente nos “pedidos de desculpa” de Castle, como o caso do pónei. Mas não foi uma pérola. Castle consegue fazer melhor.

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Castle (1.10) – A Death in the Family

Maio 23, 2009

castle-1102Sendo a season finale da série, A Death in the Family, para além de fazer (duplamente) jus ao título, trata-se de um resumo do que é Castle. Fogem alguns pormenores, mas o essencial está presente. E por isso temos, se não o melhor, dos melhores episódios da temporada.

Eu já falei das entradas de Castle, e está, apesar de ficar atrás de algumas da temporada, também foi muito boa. Focada nos pormenores, nas pecinhas pequenas que não terão importância para o caso, mas que dão outra perspectiva a ele. Num carro estacionado durante dias na cidade jaz morto um cirurgião plástico de renome

Após um exame, é notório que sofreu tortura e o caso ganha outra dimensão. Aquilo era algo pessoal. Percebemos que o cirurgião andou a trabalhar para o FBI, numa tarefa um pouco perigosa. Mudar a cara de testemunhas chaves em casos contra a máfia é um trabalho bem pago, mas com os seus riscos.

Depois foi a procura da testemunha chave, numa procura um pouco ortodoxa, com a utilização de alguns meios um pouco ilícitos, mas que demonstram que Castle investiga bem para os seus livros. E só assim é possível descobrir o assassino, uma mulher que andava a procura de silenciar a testemunha, a pedido da família da máfia.

Mas para além do caso, Castle não descuida as outras facetas da série. Começando pela familiar, temos a filha a ir ao seu primeiro encontro, e o pai, como qualquer pai preocupado, procurar os antecedentes do par. Mas, como a sua mãe diz, existe tempo para tudo, e que está na altura de dar um pouco de liberdade a sua menina.

Depois temos a faceta humorística. Castle não é daquelas séries que se preocupam com a o caso. Temos várias situações hilariantes, mas ficam para o registo duas. A primeira é a surpresa que o escritor tem programada para o par da sua filha, visível na imagem. A segunda é a parte da metáfora entre os seios e a figura mística do Pai Natal, que deixa corada de vergonha várias séries de humor que por ai andam. Consegue-se manter o espectador divertido, mas nunca distanciando do objectivo principal, o caso.

E depois que dizer do final. Castle decide investigar pelos seus próprios meios o caso da morte da mãe de Kate, e, com a ajuda do melhor patologista forense da cidade, descobre algo que tinha escapado a todos. A Beckett sénior não sofreu uma morte qualquer, mas sim foi assassinada por um serial killer. O terreno está preparado para a segunda temporada, para além de ficar no ar qual será a reacção de Kate.

E assim se conta a história da Season Finale de Castle. A série já faz parte do menu para a próxima temporada, e, claro, já se tornou parte da rotina. Também não é difícil para uma série muito leve, fácil de ver, e nada maçadora. E que venha a segunda temporada.

Nota: 9,3

SEASON FINALE


Castle (1.07-1.09)

Maio 16, 2009

castlePrimeiro peço desculpa pelo atraso e a acumulação dos reviews, mas o estudo sobrepõem-se, e o tempo é curto para tanta coisa. E um dos que sofreu com a falta de tempo foi Castle, que já estava com 4 episódios em atrasado. Assim, para não ocupar muito espaço, decidi juntar (quase) tudo, pois a Season Finale fica para outro. Este post conta com os reviews dos 3 episódios que antecederam a Season Finale.

Castle (1.07) – Home Is Where the Heart Stops

Num episódio focado em jóias, Home Is Where the Heart Stops é uma pérola em si. A série consegue trazer um episódio suave, diferente e que empolga, mesmo para um procedural.

Uma série de roubos andam a assolar a alta sociedade nova-iorquina, mas os roubos não se ficam por aqui. O ladrão é ambicioso, precisa de sangue para se sentir realizado. A busca começa, e começa sem pontos de contacto entre os crimes. E aqui temos a intervenção de Castle, a usar os seus conhecimentos para conseguir chegar a ligação. Com a ajuda de Powell, um antigo ladrão de jóias, e com a ajuda de outra pessoa ligada ao ramo do crime, consegue construir o perfil e os locais onde escolhe os alvos.

A caça começa e o primeiro passo é infiltrar-se na alta sociedade. Castle leva Beckett, nada habituada, mas este momento serviu principalmente para mais um momento divertido, coisa que já tratarei. Depois, num ritmo alto, o assaltante é preso, Castle fica com uma nódoa negra, e Beckett conhece algumas das “senhoras” da sociedade nova-iorquina.

Mas o episódio também teve um conteúdo humorístico. Temos a sempre presente tensão entre Castle e Beckett, tendo como ponto culminante, tirando a cena da gala do Teatro Americano Metropolitano de Dança, o treino de tiro de Castle. Um misto de humor e sarcasmo. Depois temos a excelente montagem do carro, com Castle a ligar o pára-brisas (quem não se riu com isso?), para além da passagem que ocorre quando Castle trauteia a música e o aparecimento da mesma música. Muito bem pensado. Por último temos a cena da mãe de Castle aparecer no evento, uma pequena vingança.

E foi um episódio suave, que deu para dar várias gargalhadas, com boas montagens, e que mostra que os argumentistas de Castle também sabem fazer bons episódios. Que continuem assim.

Nota: 9,1

Castle (1.08) – Ghosts

Outro bom episódio. Inferior ao anterior (era complicado ser superior), temos mais um caso, mas Castle vem ganho principalmente na forma com que consegue “suavizar” os casos.

Primeiro tenho de falar das aberturas de Castle. Nota-se que temos na série um escritor de romances, pois as aberturas têm muito de livro. Não é tosca, e construída com sentido. No último começa com uma simples pena e evoluiu para algo mais caótico, com a pena a cair sobre o sangue, com várias almofadas rotas e depois abrindo-se o cofre como por magia, mostrando o corpo. Neste começamos pela cama, passamos pelo copo e pela garrafa de vinho, por uma cadeira e vamos entrando, calmamente, nos pormenores do crime. Aproximamo-nos da banheira e eis que surge, de novo por magia, o corpo. Muito literário, muito Castle. E eu gosto.

Agora continuando com o caso. Fantasmas foi a base do crime. Allison Goldman é descoberta na banheira, e durante o caso percebe-se que ela andou durante 20 anos a mentir a toda a gente. Com um passado no crime, decide entregar o material a uma Lee Wax, ficando a saber-se a sua verdadeira identidade. Cynthia Dern era procurada pela justiça devido a um ataque ainda quando era jovem. Escondeu-se, e decidiu contar a verdadeira história, antes de se entregar.

Conhecidos os factos, foi um jogo de enganos, com vários bons momentos, incluindo o jogo de poker, que já falarei. Temos o regresso de outro fantasma, que se pensava que teria morrido no ataque. E é este fantasma que fica com as culpas.castle-2

De resto, a série tem sido trazida as costas pelos protagonistas. Os jogos de Poker são um belo exemplo, muito bem aproveitados, e a tensão que existe entre Kate e Rick é o que da os melhores momentos do episódio. E o jogo final tinha um prémio alto em cima da mesa. Quem terá ganho?

Nota: 8,4

Castle (1.09) – Little Girl Lost

O crime nunca descansa. E se, no episódio anterior, o caso teve o inicio após as 0 horas, desta vez temos o começo num domingo, o dia predilecto para descanso.

Num episódio melhor que o anterior, em parte devido a introdução do ex-namorado de Beckett, temos um rapto como pano de fundo. Pouco literária a narrativa, desta vez. Mais real. O rapto de uma rapariga de dois anos faz com que a máquina do FBI comece a trabalhar, e devido ao estreito conhecimento entre Will Sorenson e Kate Beckett, o departamento da policia de Nova Iorque ganha um caso diferente. Foi uma caça, com poucos elementos diferentes do usual para estes casos, com pouco tom humorístico mas que está sempre presente em Castle.

Como na maior parte das vezes, o clic provem de Castle, quando os suspeitos se esgotam. E o caso é resolvido. Mas também serviu para dar umas pinceladas entre Kate e Rick. A introdução do ex-namorado trouxe algo de interessante ao episódio, a tensão aumentou, o beijo entre os antigos namorados foi um dos momentos altos, assim como a provocação de Rick. E no final temos Kate a ir para um encontro. Uma provocação a Castle?

Foi um episódio fora do normal, sem corpo para Castle desprezar, mas com um bom ritmo. Nathan Fillion e Stana Katic conseguem transmitir muito bem o que vai andando na cabeça do criador de Nikki Heat e a própria e enchem o ecrã quando aparecem juntos. E depois temos sempre a sobremesa, a família de Castle, que consegue suavizar ainda mais os episódios. E não se pode pedir muito mais.

Nota: 8,7


ABC renova doze programas!

Abril 23, 2009

abc-logoO canal norte-americano ABC adiantou-se e já anunciou quais as séries que foram renovadas para mais uma temporada. Apesar de ainda não se saber quais os destinos das novas séries, como In The Motherhood, Castle, Cupid, The Unusuals e Better off Ted, as antigas já receberam confirmação se são ou não renovadas. De lembrar que Pushing Daisies, Eli Stone e Dirty Sexy Money foram canceladas ainda em Dezembro de 2008 e que não voltaram para uma terceira temporada.

“America’s Funniest Home Videos”, “The Bachelor”, “Brothers & Sisters”, “Dancing with the Stars”, “Desperate Housewives”, “Extreme Makeover: Home Edition”, “Grey’s Anatomy”, “Lost”, “Private Practice”, “Supernanny”, “Ugly Betty” e “Wife Swap” foram as séries renovadas pela emissora, ou seja, assim à primeira vista, quem acabou por ser cancelada foi ‘Samatha Who?’. O cancelamento de ‘Scrubs’ já era decidido desde há muito tempo.

“Grey’s Anatomy” e “Desperate Housewives” estão entre os 10 programas mais vistos da temporada até agora, mantendo-se nos dois primeiros lugares nos programas com guião escrito. Resta agora esperar por meados de Maio para conhecer a grelha completa da programação não só da ABC, com dos restantes canais de televisão aberta: CBS, NBC, FOX e The CW.


Castle (1.04, 1.05 & 1.06)

Abril 18, 2009

castleTal como aconteceu com Flashpoint, Castle sofreu uma quebra no visionamento que costumava fazer. E tal como Flashpoint resolvi fazer um review, neste caso, com três episódios.

Castle (1.04) – Hell Hath No Fury

Um político morto já é caso sério. Um político morto que tinha um caso com uma prostituta ainda é mais sério. E se se misturar chantagem a esta mistura já explosiva, o caso de Castle fica soberbo. Foram por estas linhas que o caso se construiu. Um caso interessante, com momentos que a já são habituais na série, como por exemplo as rixas entre Rick e Beckman (os excelentes diálogos entre os dois são pérolas), os comentários e situações humorísticas onde o escritor se mete são o impulsionador da série. Mas o caso lá se foi resolvendo, no meio de isto tudo, descobrindo-se, após se terem vários suspeitos, que a responsável era a mulher.

Outro tema tratado foi a publicação do novo livro de Castle. Nikki Heat é uma homenagem a Beckman, com a sua inteligência, o seu charme, a sua beleza e a sua irreverência demonstrada na última cena do episódio…Ponham a Stana Katic mais vezes naquele vestido.

Nota: 8,2

Castle (1.05) – A Chill Goes Through Her Veins

Um corpo congelado largado após cinco anos desaparecido é o mote do episódio. Durante o caso, nota-se que a falecida era uma mulher moderna, que ia dar umas voltas, deixando o marido em casa. O polícia que investigou primeiramente o desaparecimento não levantou grandes questões. Um “Cold Case” normal. O caso desenrola-se não da maneira habitual, isto é, descobrir provas, encontrar suspeitos, prender o culpado. Desta vez as provas são poucas, os suspeitos estão encontrados, mas para prender o culpado é necessário encontrar uma ligação entre os dois primeiros. Numa parceria, Castle e Beckman conseguem responder as perguntas que se colocavam. É muito interessante ver a ligação entre os dois e, para além disso, o contributo da família de Castle. O culpado é encontrado, mas não é preso. O destino já se tinha encarregado da punição. O marido morre a conta do ex-sogro.

Para além disso começamos a conhecer algum passado de Beckman. A crescente confiança que esta tem em Castle leva a que ela faça umas inconfidências: a sua mãe morreu de forma muito violenta, mas o assassino nunca foi encontrado. Para além disso, o seu pai meteu-se no álcool, problema ultrapassado. E Castle parece-se interessar pelo caso. Será o final de temporada?

Nota: 8,5

Castle (1.06) – Always Buy Retail

A religião sempre foi um tema explorado em policiais. Matar segundo a religião sempre foi aproveitado. Desta vez é Castle que entra por este lado. Ao aparecer um corpo que sofreu um ritual vudu, a equipa começa a procura do assassino. Mas as provas vão faltando, o caso está cada vez mais difícil de se resolver. O aparecimento do segundo corpo faz com que surja o primeiro suspeito. Mas esta hipótese vai a baixo quando é encontrado uma sentença de morte sobre o traficante. Mas o traficante lá dá com a língua nos dentes. Descobre-se o assassino. Faltava apanhá-lo. Para que isso acontece-se foi preciso Castle passar pelo seu primeiro tiroteio, e com uma imaginação de escritor consegue resolver o problema. A confiança depositada em Castle por Beckman e vice-versa é um ponto que está a tentar ser explorado.

Quem está de volta a cidade é a sua ex-mulher. Castle tem uma boa relação com ela, apesar de ela um pouco (a favor) excêntrica. Quando ela avisa que ficará por NY, a vida de Castle parece desmoronar. Mas tudo acaba bem, pois ela recebe uma proposta de trabalho. Castle safa-se desta vez. Será que conseguirá safar-se da próxima?

Nota: 8,3

Conclusões: Nota-se uma crescente confiança entre os dois personagens principais, como por exemplo as idas de Beckman a casa de Castle. A série mantém o seu tom humorístico, tem vindo a ter casos interessantes, as personagens são interessantes. Tanto a existência de Castle na polícia como da família de Castle é muito bem aproveitada. É para continuar a desfrutar mas a série ainda pode melhorar.


Castle (1.03) – Hedge Fund Homeboys

Abril 1, 2009

castle-103Chegada de nova semana, novo episódio de Castle. A série tem sido regular, mas não tem sido nada de extraordinário. Precisa de um episódio que faça abrir os olhos, que deixe de boca aberta, que controle a audiência (sempre próxima dos 10 milhões, o que não e de admirar para um procedural policial) e que suba de nível. Nota-se algumas coisas novas, mas a série é principalmente Castle, Kate e pouco mais. Nathan Fillion leva a série para a frente, e a sua personagem, juntamente com Kate, é o que faz a série viver. Falta mais gente, mais madeira para a lareira.

Fazendo uma análise rápida, vê-se que a série da ABC junta duas séries da CBS, CSI (com a médica) e The Mentalist (com o protagonista e o resto do elenco), apesar de estar mais próxima desta última. E está a deixar o acelerador da série de lado (uma coisa que não está a acontecer em The Mentalist), a escrita do livro de Castle. Vê-se alguns fogachos, como o computador quando a filha vai falar com o pai, mas pouco mais.

Depois desta análise crítica ao começo da série, falemos do episódio. Foi mais um caso que anda mais para trás do que para a frente. Eu gosto desta resolução dos casos, com o regresso, por vezes, a estaca zero. Desta vez temos a morte de um rapaz que ficou recentemente pobre (efeitos da crise, se calhar). Começamos por ter a introdução, e logo se vê que Castle é mesmo escritor de livros policiais. Os seus raciocínios são muitos bons, e juntamente com Kate, lá se consegue avançar no caso. Mas quando parecia estar tudo resolvido, logo as 20 minutos, temos uma grande reviravolta, que deixa de novo o caso de novo em aberto. Depois foi andar a apostar quem é que matou Donny e agora Max.

Claro que a cultura adolescente caracteriza-se pela sua não abertura, o que torna difícil descobrir. Mas depois de algumas apostas falhadas, o suspeito é um rapaz que se pensa esperto. Mas, como diz Kate, não existem crimes perfeitos, por isso ele fica no seu devido lugar, na cadeia. De resto temos a ligação fortificada entre Castle e Kate e a sua química está cada vez melhor. E como o caso envolvia droga, nada melhor que Castle falar sobre isto com a sua filha. Foi dos melhores momentos do episódio, só comparável ao puxão de orelhas, não figurado, que Kate dá em Castle. De resto temos a mãe de Castle no seu estilo boémio, e nada mais.

Melhor que os anteriores, mas nada que faça espantar. Assim anda Castle, pelas noites de segunda.

Nota: 8,4


Castle (1.02) – Nanny McDead

Março 27, 2009

castle-102Antes de mais pedir desculpa pelo atraso dos reviews. A semana foi cheia de testes, por isso é que só agora pude ver Castle, Chuck e Flashpoint. Os reviews das duas últimas ainda saem hoje. Depois deste ponto prévio, vamos lá comentar aquilo que me levou a escrever este review. Depois da entrada, e da resolução do homicídio (que eu pensava que ficaria pendente durante toda a temporada), Castle regressa de novo com o seu jeito de escritor. Com ele regressa Kate Beckett, não muito satisfeita pela presença de Castle. Com eles regressam o resto da equipa, e temos o primeiro contacto a sério com Javier Esposito e Kevin Ryan, o resto da equipa.

Tanto um como outro pareceram-me uns daqueles detectives que leva a sua tarefa de uma maneira divertida, mas bem-feita. E o que juntou a equipa foi o caso da morte de uma babysitter. As reviravoltas do enredo foram muito bem concretizadas, temos vários suspeitos durante o caso, mas a resolução deve-se a um pequeno promaior descoberto por Castle. Deve ser uma das funções que Castle vai ter na série. Devido a sua condição de escritor, tem uma capacidade de apanhar pormenores onde outras pessoas não vêm nada. De resto, temos mais alguns dados para o livro de Castle. Kate demonstra que é uma pessoa justa, mas que sabe cumprir a sua função. Deve ser interessante depois ver a reacção de Kate ao livro.

A parte familiar de Castle foi pouco explorada. Deu para assimilar as características já vistas: uma mãe fora do comum para a sua idade e uma filha certinha. De resto, e fazendo já uma aposta para final de temporada (ainda não li nenhum spoiler, por isso é unicamente suposição) aposto que Kate salvará Castle de uma embrulhada. Deu para divertir, mas não foi nada de fora do comum. Precisa de colocar mais Castle em cena, com o seu humor, e trazer-nos um caso mais interessante.

Nota: 8,3