Filha de Cinha Jardim em Desperate Housewives!

Setembro 20, 2009

235Depois da Daniela Ruah e do Joaquim de Almeida, é a vez de Isaurinha, filha da tão conhecida Cinha Jardim, ter um lugar numa série americana.

Isaurinha Jardim foi assistente da actriz Eva Longoria (a Gaby da série) e teve o previlégio, segundo a mãe, de ler os guiões dos episódios.

Apesar de ter perdido qualidade nos últimos anos, Desperate Housewives continua a ser uma das séries mais vistas nos Estados Unidos da América. O regresso está marcado para o dia 27 de Setembro e terá reviews semanais feitos pelo Rui.


Desperate Housewives: Um sai… outro volta!

Julho 29, 2009

Sem títuloShawn Pyfrom saiu da séries Desperate Housewives após cinco anos.

O actor de 22 anos, que interpreta Andrew Van De Kamp na dramédia da ABC, vai apenas aparecer por pouco tempo na sexta temporada.

“Shawn não vai ficar em toda a temporada, mas vai voltar e fazer algumas participações especiais,”, disse uma fonte à People, acrescentando que “a sua decisão não foi fácil, mas ele quer renovar um pouco o seu trabalho e ter novas oportunidades na televisão ou cinema.”

Enquanto que Pyfrom vai, outro actor volta. Jesse Metcalfe retorna no papel do jardineiro John Rowland, que agora está divorciado. A sexta temporada de Desperate Housewives estreia a 27 de Setembro na ABC.


Orson pode deixar Desperate Housewives

Junho 13, 2009

orson-and-breeKyle MacLachlan está a planear sair de Desperate Housewives, uma das séries mais vistas nos Estados Unidos. O actor que interpreta o Orson Hodge, marido da Bree, tomou esta decisão baseado na dificuldade em conciliar as viagens entre Nova Iorque e Los Angeles, onde a série é filmada. Outro factor que pode ter influenciado esta provável decisão dele é o facto de ele ter sido pai recentemente e querer passar mais tempo com a família, pois ele fica separado deles muito tempo em período de filmagens.

MacLachlan confirma isso mesmo e diz que vai entrar na próxima temporada para ver como tudo corre, mas que já tem plano para a família: “Callum (o seu filho) é absolutamente alegre. Nós iremos tentar ter outro filhote para que eles possam lutar um com o outro”. Quando um actor começa a falar da sua saída, é quase certo que mais cedo ou mais tarde isso vai acontecer. Eu pessoalmente não vou sentir falta nenhuma da personagem caso esta saia, pois é uma das mais insuportáveis e aborrecidas da comédia. Vamos ver como toda esta história se vai desenrolar.

É importante lembrar que a ABC está a desenvolver um spinoff de Desperate Housewives que vai centrar-se nas em duas das personagens secundárias mais carismáticas que já apareceram na série: Mrs. McCluskey e Roberta Simmons.


Desperate Housewives – Quinta Temporada (2008)

Junho 7, 2009

e

A audiência é um factor importante para a renovação de um determinado programa e, quer queiramos, quer não, essas Donas de Casa Desesperadas ainda atraem muito público todos os domingos. Contudo, o salto de cinco anos que marcou o final da quarta temporada não foi nada positivo para a série, ao contrário de One Tree Hill, e foi com um bocadinho de esforço que consegui terminar de ver estes vinte e quatro episódios. Existem séries que devem acabar enquanto são boas, mas nem toda a gente pensa assim. Desperate Housewives é lucrativa para a ABC, e enquanto continuar a ser, a emissora vai continuar com ela. O dinheiro move o mundo!

A vida das personagens de Wisteria Lane ficaram tão desinteressantes após o salto temporal que pouco me lembro como essa temporada começou. Apenas consigo relembrar-me que tínhamos uma Gaby mais gorda do que o habitual, com duas filhas, e uma Susan divorciada de Mike e com um novo amor: Jackson. Embora as histórias tenham ficado mais fracas, estaria a mentir se dissesse que Desperate Housewives não teve os seus bons momentos. Sim, a série continuou a divertir, e deu para rir na maioria dos episódios, mas faltava o mais importante: a interacção entre as protagonistas.

É mais que óbvio que a amizade delas já não é o que era. Tenho saudades dos jogos de poker e das bebedeiras no balcão, assim como daqueles grandes momentos de discussão. A série também já não tem aquelas histórias mais arriscadas, mas que faziam a diferença! Um exemplo claro disso é a forma como foi contada a história do novo mistério da temporada: Dave. Este homem é um recém chegado ao bairro e novo marido da Edie. Contudo, esconde um grande segredo: vingar-se de Mike e Susan. Acho que foi um grande erro por parte do argumentista em ter colocado o flashback do acidente de carro logo no primeiro episódio, pois quase que revelava aquilo que deveria ter sido uma grande surpresa. Algo que me desagradou muito foi a falta de protagonista da Katherine. Porque a manteriam na série se não dão sequer uma história de jeito a ela?

Por fim, não podia deixar de falar na história mais importante, para mim, desta quinta época. A morte da Edie pode ter trazido uma mudança, mas a impressão que fico é que isso não durou muito tempo. Achei que fosse haver mais repercussões do seu falecimento, mas não, mais uma desilusão a juntar-se a tantas outras. Contudo, os dois episódios que exploraram esse assunto foram muito bons, assim como a forma como ela morreu. Também no meio de tanta coisa menos boa, algo tinha que surpreender, não? Eu ainda não sei se vou ver a sexta temporada, principalmente quando já se fala em sétimas, oitavas e nonas, mas é tudo uma questão de como a série vai ser aceite pela crítica. Se eu vir que melhorou, volto a acompanhar, caso contrário, fico-me por aqui.


Desperate Housewives (5.23/24) – Everybody Says Don't/If It's Only in Your Head

Maio 29, 2009

snapshot20090529181725Finalmente criei coragem para escrever o review desta season finale de Desperate Housewives. E a razão da demora é porque não gostei do que vi e é sempre muito aborrecido escrever sobre algo que não se gosta. O salto de cinco anos só prejudicou a série e nada trouxe de novo, e ainda para piorar a situação, o mistério da temporada acabou tão… normal! Não estou a dizer que deviam ter morto o MJ, longe disso, mas sei lá… soou muito banal a cena em que Dave o deixa sair. Diria até que foi um pouco cliché, estava à espera de mais acção daquela que houve e talvez uma luta entre o Dave e o Mike não era mal pensado.

E que destino foi aquele que deram ao Dave? Mandaram outra vez para o hospital psiquiátrico?! Estava à espera de algo mais original neste aspecto também. Mas o mais rídiculo de tudo foi a cena que encerrou a temporada: um casamento está a acontecer em Fairview e apenas se conhece o noivo – Mike -, mas está claro que a noiva é a Susan e não a Katherine (como esta personagem se tornou tão chata!). Isso era suposto ser um cliffhanger? É que se fosse, uma recente sinopse da sexta temporada revelou que a noiva é mesmo a Susan.

Quanto às outras donas de casa, temos até umas boas histórias para a sexta temporada. Não, não estou a falar da relação entre a Bree e o Karl, pois para mim esta é uma das piores storylines que se pode ter na sexta época. Espero que não dure muito tempo, assim como espero que o divórcio entre ela e o Orson saia logo! A gravidez da Lynette pode render bons momentos no futuro, mas não deixa de soar um pouco ‘vira o disco e toca o mesmo’.

Por outro lado, a relação entre a Gaby e a sobrinha do Carlos é das histórias que tem mais potencial de vingar a partir de Setembro. Agora a modelo tem uma adversária à altura e vamos ver como se vai desenrolar esse embate. As cenas da Mrs. McCluskey e da sua irmã, Roberta, são sempre muito divertidas. Que venha este spin off anunciado pela ABC que se vai centrar nas duas velhotas. Pode ser que até seja hilariante! Ainda estou indeciso se hei-de ver a sexta época, mas pelo rumo que as coisas estão a tomar, acho que nem vou pegar na premiere.

Nota: 7,8


Desperate Housewives (5.22) – Marry Me a Little

Maio 15, 2009

snapshot20090515215403Desperate Housewives é uma série que consegue entreter com facilidade, mas há episódios em que não tem ponta que se lhe pegue e esse foi, infelizmente, um deles! Se ter um episódio fraco já me deixa um bocado aborrecido, pensar que estou a ver isso a dois episódios do final torna as coisas ainda piores. Além do mais, quando se vê algo que não se gosta, torna-se muito mais difícil escrever um review, pois falar de coisas que gostamos torna sempre mais fácil e natural o acto de escrever, como acontece em Lost e Supernatural, por exemplo.

Mais uma vez, o melhor do episódio é o seu início. Num estilo Pink Panter, acho que me lembrei disso por causa da música, o advogado e a sua cliente discutem os pormenores do seu caso. Ela concorda. Ela concorda uma segunda vez. E na terceira proposta, ela concorda novamenta. Quando o advogado olha nos olhos da sua cliente desesperada, e conta que o quarto ponto é assaltar a sua casa, a mulher não concordo, mas num acto de estupefacção, cospe a bebida que estava a beber! Esse foi mais um início bem bom, pena que não continuou nas outras storylines!

A história envolvendo a Gaby, apesar de ser uma lição de moral para todos nós, acabou por ser enfadonha, principalmente porque ela até costuma ser muito engraçada. Já o casamento entre a Susan e o Jackon também não trouxe algo de novo, reforçando mais que a Katherine está mesmo desesperada para se casar com o Mike. Por fim, a Lynette tem de aturar mais uma crise de meia idade do Tom, a milésima desde que a série começou. Realmente a história da plástica também foi aborrecida.

Agora espero que a season finale de duas horas seja recompensadora depois de 22 episódio com muitos altos e baixos. A quinta temporada demonstrou que o salto de cinco anos não fez nada bem à série. Espero que mude um pouco de opinião no próximo domingo.

Nota: 7,1


Desperate Housewives (5.21) – Bargaining

Maio 10, 2009

snapshot20090510124353Desperate Housewives é uma séries com cenas iniciais muito cómicas, mas a deste episódio foi das mais divertidas da temporada. Tudo começa com uma criança, aparente sossegada, a fazer uma espécie de chantagem emocional com o pai. Estou a falar, obviamente, do MJ, filho de Mike e Susan. Quando ele começa a perguntar sobre o casamento, eu pensei logo: tem alguma coisa por detrás disso. Ainda pensei que tinha sido mais uma das ideias mirabolantes da Susan, mas desta vez foi mesmo a Katherine (que se tem revelado uma dona de casa bem desesperada) a mentora de tudo.

Mas não foi só a Katherine que conseguiu convencer o pequeno MJ com doces. Também Bree, com os seus queques deliciosos, pediu delicadamente para que ele convidasse o filho de Karl para ir à sua festa do pijama. Claro que ele aceitou, ainda acrescentando ‘as coisas que eu faço por queques’. Gostei bastante do destaque que deram ao miúdo. Por falar no ex-marido da Susan, o que será que este vai aprontar com a Bree para conseguir um divórcio mais favorecido para a ruiva? Será que ela fez bem ao contratar os serviços de Karl ou será mesmo a única forma de conseguir aquilo que quer?

O pedido de casamento do Jackson, com a Susan a chorar na casa de banho, foi muito divertido. Eu sabia que estavam a preparar qualquer coisa, colocar a Susan a chorar tanto tempo não seria por mero acaso. Contudo, mesmo depois de saber que o pedido era apenas para ele não ser exportado, Susan aceita, apesar de toda a humilhação que passou. Quem também foi humilhada, mas não se preocupou muito, foi a Lynette com toda a cena de sexo no escritório e o Carlos a ouvir. Eu achei muito forçado o facto de ela atender enquanto o Tom estava lá, mas prontos, isso é Desperate Housewives.

Por fim, a Gaby não teve dias fáceis. A sua filha começa a maquilhar-se para ficar bonita como a mãe, mas Carlos obriga a mulher a não usar maquilhagem durante uma festa que eles vão, de modo a demonstrar que esta não é importante para a beleza. Como seria de esperar, a futilidade de Gaby volta a falar mais alto e antes de tirar uma fotografia, vai à casa de banho colocar base e outras coisas para ficar mais requintada. Mas depois ela redimiu-se no final com a frase: ‘Poderás começar a usar maquilhagem quando perceberes que não precisas dela’.

Nota: 8,4