The Mentalist (2.01) – Redemption

Setembro 26, 2009

The Mentalist

You know Miles Thorsen?

The Mentalist está de volta. Isto significa que os puzzles estão de volta, que as dúvidas também estão, que os jogos mentais voltam a ter lugar semanalmente no meu computador. Patrick Jane volta em força, Simon Baker igualmente, e a série voltou a ter um bom episódio.

The Mentalist é diferente da maioria dos policiais que são transmitidos. A componente humorística da série é maior que a maioria das séries policiais, e o trabalho de laboratório é nulo. Ou seja, não existem cortes na descoberta do assassino, pois não existem aqueles momentos em que vemos uma pessoa a cortar um cotonete com uma musiquinha de fundo. Assim, a investigação tem de ganhar destaque. E assim os casos fluem. E tanto fluem que é necessário arranjar mais que um caso para Patrick Jane resolver. O primeiro muito simples, mas que traz grandes consequências e também que demonstra os poderes de Jane. O poder lógico do protagonista é espalhado naquela cena, o poder de vingança é espalhado na última, após ter-lhe sido retirado o caso de Red John.

Parece que parte da temporada vai ser sobre isto. Sobre a reconquista de Jane para que o caso da morte da sua mulher volte para as suas mãos. Pois, para os fãs que ficaram chateados no final de temporada por não ter-se apanhado o assassino mais “divertido” do mundo das séries, vê-se aqui a razão. Patrick Jane não existe sem John, que se tornou a razão da vida do investigador. Assim, vemos que o caso ainda tem pano para mangas, ainda tem muito para dar. Nesta temporada, ou pelo menos no inicio, Jane tem de recuperar as rédeas do caso, para depois à sua vontade comandá-lo.

Comandá-lo como fez neste episódio. A morte de Monica Dunninger é o novo puzzle para a Lisbon e a sua equipa resolver. A vida desta mulher está envolta em mistério, pois deixou a sua família, fugindo com um milhão de euros da empresa onde trabalhava. Assim, começa o jogo, começa o quebra-cabeças. A partir daí é deliciarmo-nos com os truques de Patrick, com as suas jogadas, num jogo de xadrez que não sabe o que o adversário está a fazer. Mas só assim foi possível chegar ao assassino, numa jogada planeada durante todo o episódio, uma teia invisível. É fantástico ver a construção desta teia, sem saber para que servirá. E depois saber o propósito. Assim, conseguimos ilibar a fugitiva, que só fez tudo isto por amor, e dá para apanhar o assassino. 2/1, num caso bem construído e, como quase sempre em Mentalist, bem resolvido.

Agora é esperar pelo próximo. Para inicio não este mal, pois consegui construir um caso que prende-se, e dar algum desenvolvimento no que toca a Red John. A partir de agora espera-se um aumentar do ritmo e termos prendas acompanhadas com um smille.

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Dollhouse (2.01) – Vows

Setembro 26, 2009

snapshot20090926155955Este episódio acontece uns meses após os acontecimentos do episódio 1.12…e muito antes dos acontecimentos 1.13. Confesso que esperava mais deste episódio, é um episódio escrito e realizado por Joss Whedon, por isso é de se esperar sempre o melhor, acontece que este não teve o nível do final da temporada passada. Voltamos ao caso da semana, nesta semana parecia que estava mesmo a ver uma série policial, mas houve alguns desenvolvimentos para a trama principal e notaram-se algumas pontes a serem formadas entre este episódio e os acontecimentos do episódio 1.13, portanto podemos esperar que a qualidade de Dollhouse, há-de aparecer. Tenho pena que Joss Whedon esteja demasiado preso ao caso semanal e não possa fazer a série de forma mais consistente em termos de trama principal, mas esta terá desenvolvimentos para breve, este episódio, apesar de um furos abaixo do que esperava, mostra que a história está viva.

Como referi, este episódio acontece uns meses após os acontecimentos do episódio 1.12. Echo apesar de ter sido sujeita ao tratamento cedo mostra que continua a receber flashes das suas outras “vidas”. Aliás esse é um dos acontecimentos que marca o episódio, novamente e após ser impressa com uma personalidade Echo parte em missão desta vez a missão tem por base a captura de um criminoso Britânico, rico, este caso é um antigo caso do Agente Paul Ballard e Echo surge aqui a tentar ajudá-lo para ele poder fechar o caso. Paul Ballard é assim o cliente da Dollhouse neste episódio. Durante a fase crítica da captura do britânico a mente de Echo volta a falhar, ficando ela cheia de lembranças de outras impressões. Paul Ballard acaba por conseguir resolver o caso, mas não gostei da maneira como foi resolvido. As impressões são tão instáveis que através de pancadas na cabeça da para ir alterando as lembranças de Echo? Achei precipitada a maneira como terminaram com a captura.

Paralelamente, e mais interessante para a história principal, temos a vida na Dollhouse. Depois de descobrir que é apenas uma doll Dra.Saunders vê-se perdida e sem saber que fazer, esta foi a parte mais interessante do episódio. Dra. Sauders começa a tratar mal Topher por ele ser responsável pelas impressões, se era sabido que Saunders não gostava do Topher isso tornou-se evidente. Ao mesmo tempo Boyd tenta-se aproximar de Saunders, este é uma das pontes que se começa a formar para o episódio 13 da primeira temporada. O momento mais interessante vai para a conversa que a doutora tem com o Topher. Nessa conversa muito é revelado, os pensamentos dela, o porquê da relação entre eles ser como é. Surge aqui um dilema para a doutora que, na minha opinião chega a ser filosófico: Ela sabe que foi criada, que não é real, que a sua personalidade não é mais que o resultado de uma mistura de computador, no entanto ela tem sentimentos, percepções, fica cheia de dúvidas sobre o que fazer a seguir porque vive sabendo o que é e por outro lado, como ela disse, tem medo de morrer, apesar de não ser real. Para mim a essência de Dollhouse reside nestas questões morais, reside no jogo de sentidos e moral que existe no facto de se falar de pessoas programadas. Dollhouse não é um policial, nem um drama semanal, reside ai o erro para mim, de tentarem semana a semana agradar aos fãs de policiais.

Outras coisas aconteceram. Viktor recebe tratamento aos cortes que tem na cara, tendo resultados muito bons, ficando sem cicatrizes, mais uma ponte com o episódio 13, . O final do episódio também nos revela algo importante.

Em conversa com Echo, desprogramada, esta admite a Ballard que sente todas as personalidades que viveu em si, em cada momento sente-as e ás vezes sente-as todas ao mesmo tempo, e que está empenhada em descobrir-se a ela própria, descobrir Caroline. Depois desta conversa Ballard aceita ser o guarda-costas de Echo enquanto tenta trazer à luz da civilização o que se passa na organização secreta.

Pode-se dizer que as boas características de Dollhouse estão intactas, notam-se ao longo de todo o episódio. No entanto estou cansado da estratégia de caso semanal, da tentativa de conseguir ganhar público com uma coisa que dollhouse não é. Espero ansiosamente pelos episódios verdadeiramente bons que sei que Dollhouse e Joss Whedon podem conseguir.

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Survivor: Samoa (19.01) – The Puppet Master

Setembro 26, 2009

snapshot20090926134720Neste momento vi seis temporadas das dezoito já produzidas de Survivor. Este reality show tornou-se um verdadeiro vício no início deste ano quando comecei a ver Survivor Gabon. Se este não fosse o meu reality show favorito acreditem que não estaria a fazer reviews do mesmo. Eu ainda pensei em fazer de Survivor Tocantins, mas acabei por ter a decisão mais acertada ao não fazer, visto que foi a pior temporada das seis que vi.

O INÍCIO

Como quase sempre, os novos sobreviventes chegam a um lugar deserto de barco. Esta temporada conta com vinte participantes, sendo já divididos em duas tribos. É no primeiro encontro com o Jeff que cada tribo tem de escolher um líder. Ser líder não é fácil no jogo do Survivor e vimos em edições anteriores que mais cedo ou mais tarde esse tal de líder vai-se dar mal. Na vida real, ser líder é um ponto forte para a carreia de alguém mas nesse jogo é como a primeira de muitas razões para eliminar uma pessoas. O líder de cada tribo foi escolhido e já tinha uma dura tarefa pela frente: escolher os concorrentes que devem jogar o primeiro desafio de recompensa.

DESAFIO DA RECOMPENSA

Foram pedidos pessoas de várias categorias: uma inteligente, um bom nadador, um forte e por aí adiante. Os líderes foram quem escolheram essas pessoas e como seria óbvio, alguém iria destacar-se pela negativa. John, da Galu, não foi lá muito bem como nadador e já provocou algum burburinho na sua tribo. Além da parte da natação, havia a parte da agilidade que pensei que fosse ser mais difícil e a parte da força. Nessa parte do desafio deu para perceber o quão pesados eram aqueles troncos, quase que não se conseguia levantar. No final, ainda tivemos a parte da inteligência, que consistia em montar um puzzle em espécie de estátua. Os puzzles estão em quase todos os desafios desse tipo no Survivor e é bom pois é o melhor para desempatar uma certa equipa. Por acaso, não foi o caso, visto não estarem assim tão empatados.

IMUNIDADE E ELIMINAÇÃO

As primeiras imunidades e eliminações são sempre as mais aborrecidas. São aquelas em que nós ainda não conhecemos suficientemente as pessoas para torcer-mos por uma ou outra. O desafio, como sempre, focou-se mais a nível físico mas também teve o habitual puzzle que falei anteriormente. Se no primeiro o puzzle não teve muita diferença para ditar o vencedor, nesse já houve mais competição nesse aspecto. Foa Foa perde a imunidade e vai a conselho tribal. É então que também conhecemos aquele que será o maior vilão dos últimos anos de Survivor: Russell. Tal como ele disse, ele tem dinheiro e não precisa do milhão para nada, logo está ali é para jogar sujo e duro. É sempre bom ver esse tipo de pessoas no Survivor e certamente este vai dar que falar. Marissa foi a primeira eliminada e porque irritou o Russell. Como será que as coisas vão ficar agora daqui para a frente? Adivinha-se uma grande temporada de Survivor e eu estarei aqui todas as semanas para comentar.

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NCIS: Los Angeles (1.01) – Identity

Setembro 26, 2009

snapshot20090926115816Sendo NCIS Los Angeles uma série policial não parti para a visualização do episódio com grandes expectativas em ver um produto de grande originalidade nem brilhante escrita. Este episódio, e esta série entusiasma-me por um nome do elenco. Daniela Ruah foi o que me fez querer acompanhar esta série, e por isso os meus reviews focar-se-ão bastante na Daniela. Como série, é no fundo apenas mais um produto para o saturado mercado de séries policiais que fazem enorme sucesso, não trazendo nada de novo. Caso para dizer que foi mais um episodio com a premissa: “Same Old same…The formula works so let’s keep doing”. Mas vamos primeiro falar então do que interessa,  neste caso isso é Daniela Ruah.

Daniela Ruah, conhecida em Portugal pelos seus papéis em novelas, onde apareceu pela primeira vez na novela “jardins proibidos”, decidiu aqui há uns tempos partir para os estados unidos, para estudar representação, depois de já o ter feito também em Inglaterra. Qual não foi o meu espanto, e alegria, quando surgiram as noticias de que Daniela Ruah iria fazer parte do elenco do Spin-Off de NCIS. Esta era uma grande notícia, e uma grande entrada da Daniela Ruah no mundo de televisão Americano, entrava logo para um dos produtos mais vistos por lá. E que tal se saiu neste piloto? Sem querer ser adepto cego, acho que se saiu muito bem.

O elenco é bastante equilibrado, o nível de representação é alto e os actores são experientes e têm qualidade. E eu confesso que a Daniela estava impecavelmente à vontade com o seu texto, e na sintonia com os restantes actores, o seu inglês é muito bom também. Eu vi o episódio sem grande atenção a todos os pormenores, mas sempre que ela aparecia a minha atenção era total, reparava em tudo que ela fazia e tentava perceber tudo ao pormenor, e creio que Daniela estava perfeitamente inserida e natural. Sem dúvida que considero o seu inicio de carreira muito promissor, e se se mantiver consistente, com o carisma que tem já da televisão portuguesa, tenho a certeza que mais papeis a aguardam.

Em relação ao episódio tal como já referi foi mais do mesmo, nada de novo foi trazido com esta série. No caso desta semana vê-se o regresso do protagonista ao trabalho após 6 meses em licença por ter sido baleado, como já se viu muitas vezes o protagonista é brilhante polícia, mas traumatizado pelo passado. No caso da semana a equipa da NCIS tenta resolver um caso de tráfico de droga, como equipa infiltrada e a trabalhar no subsolo, a equipa tenta desmantelar uma rede de droga. Para não ser um episódio tão linear, os argumentistas tentaram dar um rumo original e surpreendente, temos assim um rapto, um assassinato (logo no início) estes temas surgem na sequência principal de acção que é o pôr a descoberto um cartel que faz passar droga através da fronteira do México.

Como podem ver nada de novo, o episódio foi consistente, teve um bom ritmo, os diálogos fluíram naturalmente, o elenco estava em sintonia, no entanto não deu para nos ligar as personagens, sendo estas todas superficiais como tendem a ser nos policiais. Tem bons pormenores no entanto. A chefe da equipa, uma anã, é uma personagem muito bem conseguida. Como equipa de infiltração surgem momentos James Bond que também são uma boa mais-valia. O melhor momento vai, como é óbvio, para a primeira cena da Daniela Ruah, que para mim tem nota 10 neste episódio. Nesta cena Kensi (Ruah) aparece a falar ao telemóvel, uma cena banal caso não tivesse a ser falada totalmente em português. É daqueles momentos que dá orgulho a nós que acompanhamos séries. Para mim foi uma alegria enorme e um orgulho de encher o peito, ver a minha nação representada assim, ver a língua de Camões apresentada numa série que teve 17 milhões de telespectadores. O episódio não merece destaque especial, por isso vai esta nota:

70


'V' terá vida complicada?

Setembro 26, 2009

116110_0770_pre-500x333A ABC confirmou que ‘V’, uma das suas novas apostas para esta temporada, terá uma grande pausa após os primeiros quatro episódios serem exibidos.

O remake de ficção científica, protagonizado por Elizzabeth Mitchell, estreará no dia 3 de Novembro e depois dos outros três episódios serem exibidos, vai entrar numa longa pausa. Os restantes episódios dos treze inicialmente pedidos pela emissora começarão na Primavera de 2010 (em Março).

A produção da série ficou inactiva temporariamente no mês passado por razões criativas. Mais recentemente surgiu alguns rumores que dava a entender que ‘V’ iria ser cancelado e que os episódios produzidos até à data seriam utilizados como uma minissérie.

A boa notícia disso é que a Elizabeth Mitchell terá mais tempo livre e a sua participação em Lost poderá ser alongada.


E o primeiro cancelamento dá pelo nome de TBL

Setembro 26, 2009

beautiful-life1Pois, é o que dá ter audiências fracas, já se sabe o que vem a seguir: cancelamento. Com audiências muito fracas (1,1 milhões no segundo episódio com um rating de 0,5 na faixa dos 18-49), a série estrelada por Mischa Barton fica-se pelo segundo episódio.

A série sai assim da emissão, dando lugar as repetições de Melrose Place, que passa no dia anterior, e que se espera que consiga aumentar as audiências para a emissora, que está muito mal nessa área.

A CW tem de pensar muito bem o que anda a fazer, pois a aposta em dramas adolescentes já se viu que não dá. A emissora respira cada vez pior, e de caminho nem com máquinas sobrevive. O que seria má notícia para Supernatural ou Smallville, pois, segundo o que leio, ainda se vão safando em termos de qualidade (principalmente a primeira que a segunda). Esperemos que não aconteça.


Glee (1.04) – Preggres

Setembro 25, 2009

snapshot20090924203230My body is like a rum chocolate souffle.

Quem acompanha os reviews de Glee aqui no Portal, consegue perceber que estes veem recebendo muitas críticas e quando falo críticas não as ligo de forma negativa. Tentei estruturar os reviews e por fim estes acabaram ficando muito extensos e detalhados demais. Revi todos os episódios passados e uma coisa ficou clara: Me sinto como uma mãe super-protetora quando vou falar sobre a série, seja aqui no site ou mesmo em conversas. Então deixarei claro que superestimei as notas sim nos dois últimos reviews, principalmente o terceiro, assim escolhi daqui em diante assumir uma outra visão, ainda apaixonada pela série pórem mais criteriosa. Glee chega ao seu quarto episódio, mantendo uma média de audiência de 6,6 milhões de telespectadores, ou seja, tem mantido o padrão durante as semanas. Preggres apresenta uma proposta diferente dos demais, ou seja, não mostra nenhum número musical completo e foca necessariamente nas brilhantes atuações de seu elenco, com destaque para Chris Cofler, que transborda autenticidade e precisão ao interpretar Kurt.

Mostrando a tão consagrada fórmula dos clichês adolescentes, a série se aproxima de temas que poderiam ser considerados banais, correndo assim o risco de cair na mesmice de todas as séries com temática teen, porém são em determinados momentos que ela se desprega da fórmula e a recria. Como diria o Marco, “O episódio começou em grande”, como a famosa coreografia de “Single Ladies” com Kurt no comando e Tina e Britanny juntando-se a ele em sua casa. Surpreendentemente o pai  aparece e vê aquela cena, obrigando-o a mentir sobre seus trajes e o real motivo que os usa. Toda a mentira envolvendo esportes e aquecimento, consequentemente acabando gerando uma grande mentira: Ele  é o “Kicker” do time de futebol da escola. Só resta saber como ele efetivamente será um.  Finn tem um papel importante, pois o coloca nos testes do time e é neste momento que  Kurt mostra que sabe quem ele é, mesmo sentindo as vezes medo disto.

“My body it’s like a rum chocolate souffle. If  i don’t warm up right, it doesn’t rise. I’m doing this. I’m doing on my way.”

E assim, ele surpreende todo o desacreditado time, ao colocar novamente a música para se aquecer, resultando num estonteante chute que o consagra  “kicker“do time.  Literalmente as aparências enganam, a exemplo de Finn que aparenta ser o típico adolescente popular, mas que no fundo é tão loser como qualquer outro. Achei interessante ele buscar apoio numa figura masculina de confiança como o Mr.Gold-Digger, que aliás, os reais motivos para isto ocorrer foram apresentados de maneira tão pura, que pela primeira vez senti que Cory Monheit vestiu totalmente a pele de seu personagem, ainda mais depois da cena em que Quinn conta que está grávida. Busca então o ombro do pai que não tem e chora sem  medo pois está apavorado com a possibilidade de ser pai e perder todo seu futuro, congelando no tempo.

Quinn é a personificação do clichê: loira, cheerleader, namora o quarter-back, finge ser puritana. Toda a trama criada para ela neste pode vir a ser um grande deslize para a série se não justificada e desenvolvida da forma correta. Ela está grávida (Me respondam como alguém  engravida depois de uns amassos na banheira de hidromassagem?? Só o Finn pra cair nessa, mesmo). Para mim Glee escorregou neste aspecto, ainda mais considerando a introdução de Terri como a sanguessuga que se aproveita da vulnerável adolescente em pânico, para assim arquitetar seu plano da falsa gravidez. Agora resta saber como será a interação entre as duas, considerando que Terri é a personagem mais insuportável de todas (minha opinião,claro). Se for pra ter um pai nesta história, este seria Puck, o melhor amigo do Frankteen. Fato comprovado ainda mais com a conversa que ela tem com ele, sobre todo o blah blah dele aproveitar a bebedeira e sua vulnerabilidade. Ainda fico em dúvida se ela realmente está grávida ou se tudo é incenação, que se for realmente, parabéns a Diana Agron que atuou muito bem durante todo episódio.

Um dos pontos que mais chamou a atenção, foi o destaque maior a personagens como Kurt e mesmo todo o dilema enfrentado pelo casal “Wannabe “Perfect” Prom King & Queen“, porém a trama da Mini-Drama Queen continua sendo explorada de forma marcante, até por que ela é sem dúvida a personagem mais “intensa” de todas, provocando diversas cenas ao longo do episódio. Quando o Mr. Gold-Digger distribui as partes da música “Tonight” do aclamado musical “West Side Story“, vemos nitidamente florecer em Rachel,  aquela garota mimada, que tenta impor a todos suas exigências. Dizer que o papel de Maria (moçinha do filme) é dela desde quando ela tinha um ano de idade, foi totalmente a cara dela, perdendo então a oportunidade para Tina, que terá seu primeiro solo, álias executado de forma muito sólida no decorrer, com excessão do final.

Aproveitando a ruptura, Sue consagra-se como a grande vilã, arquitetando um diabólico plano para enfraquecer o grupo, ou seja, retirando seu elo mais forte: Rachel Berry. Sinistra sua nova união com o Creep Sandy, ainda mais propondo a ele ser o novo diretor criativo (artes,música,teatro e inclusive o Glee Club) da escola.  Claro que ela tem uma carta na manga para convencer o Diretor Higgins, chantageando-o com um humilhante vídeo que ele fez para um comercial da Mumbai Airlines. Facilmente enganada, Rachel cai na cilada das 4 palavras: Liza Minelli. Celine Dion, assim  ela canta  “Taking Chances” de Celine Dion, sem dúvida mostrando por que é fã da cantora, representando-a muito bem. Vale o diálogo seguinte  em que Will a confronta quando ela diz que ele não gosto muito dela:

“That’s not true. I’m your biggest and sometimes only fan.” e ela rebate depois com “Sounds awfull but i’m the best in here. I try the hardest and i wanted the most”.

Fica nesta linha toda a explicação de seu comportamento: ela excessivamente pensa em seu sucesso e esqueçe que seus colegas gleekers: Finn, Artie, Mercedes, Kurt e Tina também merecem a chance de brilhar ao seu lado, como um time, que sem essa união nunca poderá concorrer aos prêmios regionais. Mesmo sendo sugada para o “Dark Side“, espero que a Mini-Drama Queen amadureça e retorne ao lugar que pertence.

Finn num momento de total sinceridade visualiza seu ameaçado futuro, agora que “será pai “, assim pede ajuda a Will, para que este ensine os garotos a dançar, para que se soltem mais e deixem de envergonhar a todos, inclusive eles mesmo com a série de derrotas que o time tem tido. Considerando que classicamente Finn precisará mais do que nunca da bolsa para a faculdade. Porém é do Mr. Fabulous todo o brilhantismo deste episódio, carregando como maestro boa parte das cenas em que ele contracena com os demais. Novamente seu hino “Single Ladies” serve como pano de fundo para todo o desfeixo do crucial jogo de futebol que eles terão. Incrivelmente, deixando toda a vergonha do já tão humilhado time, Finn convence todos a fazer a famosa “Diva’s Dance” e assim conseguem marcar um touch-down e vencer a partida após outro incrível chute do Mr.Fabulous.

“Never let the enemy know you. Our greatest weapon could be a element surprise.

Essa altura Chris Cofler parecia não conseguir mais surpreender, porém eis que sim, ele volta a brilhar. Numa clássica cena “saindo do armário“, Kurt revela ao seu pai que é gay. Este por sua vez diz que sempre soube, desde seus três anos, quando queria enlouquecidamente de presente de aniversário um par de sapatos com salto alto.

“Being part of the Glee Club and the Football Time show me that i can be anything. And what i’m is…..I’m gay, dad”

Podemos fazer um fácil paralelo entre ele e Rachel, pois ambos sabem quem são e o que querem ser, mesmo que com certa dificuldade. Porém Kurt sai na frente, pois além de ser autêntico, pensa também nos outros, mas também temos que considerar que sua determinação é menos evidente que a de Rachel. E por fim mas não menos importante, Glee Club agora tem 12 componentes, pois três garotos do time de futebol se juntam aso Gleekers, entre eles Puck. Que venham os Regionais.

Dia 30 parece que será incrível, pois o programa trará a convidada mega especial de Kristin Chenoweth (Pushing Daisies), atual vencedora do Emmy de atriz coadjuvante.

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FlashForward (1.01) – No More Good Days

Setembro 25, 2009

ff

Review publicado originalmente no dia 16 de Setembro.

Domingo, 13 de Setembro, vi um fragmento do meu futuro dentro de três dias: na quarta-feira, já estaria na ilha Terceira, com a matrícula feita para a Universidade e com apartamento arranjado, pronto para começar mais uma etapa da minha vida. Hoje, o dia do meu futuro, também é o dia que escrevo o review do piloto mais esperado deste ano depois de ter visto o episódio às 23h00 de Domingo passado num dos sites protegidos da ABC. A expectativa estava alta, como é óbvio, principalmente por esta ser considerada ‘a nova grande aposta da ABC para compensar o fim de Lost’, e não me sai desiludido. Muito pelo contrário…

Apesar de ser quase impossível não terem ouvido falar da premissa da série, vou falar um pouco sobre ela para aqueles que estão meios por fora do assunto. FlashForward é a história global em que todas as pessoas do mundo apagaram por dois minutos e dezassete segundos e que, durante esse período, viram fragmentos do seu futuro. O porquê de isso acontecer e os responsáveis por tal ainda está por descobrir, mas é nisso que se vai basear esta primeira temporada. Não quero entregar muitos spoilers para ficarem surpreendidos com o que vão ver, por isso vou tentar ser muito cuidadoso com o que vou dizer.

Joseph Fiennes encabeça este elenco bastante competente e que está à altura da premissa da série. A primeira cena da série usa já o recurso que dá o nome à mesma: o flashforward. Mark Benford acorda no meio de uma destruição imensa, mas depois somos logo transportados para umas horas antes para compreendermos o que realmente aconteceu. O dia começa como qualquer outro com dois FBIs à procura de um fugitivo, uma tentativa de suicídio, um electricista e um bloco operatório. Claro que já sabíamos que iria haver aquele apagão, mas a forma como as coisas fluíram foi excelente, toda aquele montagem quase cinematográfica. A banda sonora, não só desta cena mas também de todo o episódio piloto, é genial! Todas as série não vivem só de uma boa premissa, mas sim de um conjunto de factores como o elenco, a parte técnica, cenários, banda sonora, entre outros. E FlashForward tem um pouco disso tudo!

O mistério prometido já começa a adensar-se com o final, composto pelo habitual cliffhanger que eu tanto adoro nas séries americanas. Com várias referências a Lost, como o desastre em si, semelhança de liderança entre o Mark dessa série e o Jack da outra e uma excelente aparição da Oceanic, FlashForward tem tudo para dar certo. Claro que não vejo uma vida longa para esta série, nem mesmo os criadores a têm, visto que querem desenvolver uma história entre três e cinco temporadas, mas mesmo assim acho que dará um bom produto enquanto durar. Eu ficarei, como já foi dito anteriormente, com os reviews da série ao longo desta primeira temporada.

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Audiências: Fringe tem descalabro total!

Setembro 25, 2009

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Audiência de quinta-feira, 24/09/09

Quinta-feira é a noite mais competitiva da semana e quando a FOX colocou Fringe, uma série relativamente nova, nesse horário os fãs começaram a preocupar-se. E se essa preocupação já era evidente antes, agora é ainda mais quando vemos que a série chegou à casa dos cinco milhões de telespectadores.

Enquanto a FOX afoga as suas mágoas, a ABC volta a ter razões para sorrir. FlashForward e as duas primeiras horas da sexta temporada de Grey’s Anatomy conseguiram a vitória para a emissora de Lost. Na CW, Supernatural e The Vampire Diaries (a sério que esta série está a ser boa?, talvez dê uma segunda oportunidade…) demonstram ser um bloco bastante competente, o melhor de todos os dias da semana.

A CBS também estreou os seus dois grandes dramas policiais – CSI e The Mentalist – e apesar de se terem saído bem, Grey’s Anatomy conseguiu ganhá-los. Survivor Samoa continua a ter boas audiências e não desce mais que os onze milhões de telespectadores. Ainda bem, quero ver este reality show por mais alguns anos na televisão. Por fim, a NBC continua a poder festejar com o sucesso inigualável de The Office nos demos.

Time Net Show 18-49 Rating/Share Viewers (Millons)
8:00 ABC FlashForward (series premiere) 4.1/12 12.41
CBS Survivor: Samoa 3.7/11 11.87
FOX Bones 2..7/8 8.80
NBC SNL Weekend Update Thursday 1.8/5 4.66
CW The Vampire Diaries 1.7/5 3.81
8:30 NBC Parks & Recreation 1.8/5 4.22
9:00 FOX Fringe 2.3/6 5.85
ABC Grey’s Anatomy (season premiere) 6.6/17 17.06
CBS CSI (season premiere) 4.1/10 15.72
NBC The Office 3.8/10 7.33
CW Supernatural 1.2/3 2.62
9:30 NBC Community 2.8/7 5.36
10:00 ABC Grey’s Anatomy (season premiere) 6.7/18 16.52
CBS The Mentalist (season premiere) 3.4/9 14.33
NBC The Jay Leno Show 1.7/5 4.99

Fonte: TVbytheNumbers


Accidentally on Purpose (1.01) – Pilot

Setembro 25, 2009

asApós ter cancelado Worst Week, o horário da CBS abriu. Ou seja, novas séries. E AoP foi a que caiu na segunda. Eu não sou um apaixonado por comédias. Mantenho duas, HIMYM e TBBT, e de resto só gosto de espreitar, por vezes, Two and a Half Man. Assim, as esperanças para AoP não eram muitas. E ainda menos ficaram após ver o piloto.

A série gira a volta de uma trintona, que acabou com o seu namorado por este não a ter pedido em casamento. E numa daquelas noites de solteirona, encontra um rapaz, e umas coisas levam a outras. Gravidez inesperada. A série girará pela relação entre o ex-namorado, pai da criança e a protagonista (não perguntem nenhuns nomes, que isto ainda não entrou…nem entrará). Com um género de comédia fora do meu gosto, AoP traz piadas fáceis, esperadas. E existem aquelas piadas que não têm piada. Foi fraco em termos humorísticos, e ainda por cima se compararmos com a sua antecessora, WW.

A série dá para dar umas gargalhadas? Dá. Mas não me animou em nada, pois eu também venho habituado da grande TBBT. Assim, e comparando com o que há, com o que houve e como o que haverá (falo de Modern Family, principalmente, pois ainda não espreitei outra) não tenho tempo nem espaço para AoP. A série se calhar melhorará, mas para mim este piloto foi fraquito.E não dá para dar outra oportunidade.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

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Jennifer Morrison deixa House!

Setembro 24, 2009

Sem títuloO Michael Ausiello, colunista americano conceituado em televisão, acabou de dizer que a actriz Jennifer Morrison, que interpreta Cameron na série House, está de saída do drama médico!

Apesar da FOX ou um representante da actriz não confirmar o que foi dito, a verdade é que Morrison vai mesmo deixar House em Novembro e algumas pistas da sua saída foram dadas. Primeiro que tudo, ela não vai morrer. Em relação a Jesse Spencer (Chase), ele não vai deixar a série, logo a relação dos dois deverá sofrer algumas mudanças. Por último, e para descanso dos fãs, os produtores deixarão a porta aberta para uma possível participação na recta final da sexta temporada.

Agora vamos lá a alguns factos que me metem alguma confusão… Pronto, ela está de saída! Eu confio nas palavras do Ausiello, logo isso é verdade. Mas também é verdade que o criador da série disse que os fãs do casal Cameron-Chase iriam ficar contentes com o rumo que as coisas iriam tomar. Além disso, a actriz disse que os episódios que ela gravou foram muito trabalhosos pois tinha voltado a ser uma personagem central. Qual a razão então por detrás desta saída repentina?

Tudo o que foi dito foi o seguinte: razões criativas!


Greek (3.04) – High & Dry

Setembro 24, 2009

snapshot20090923214336Apresentando uma fórmula mais literal, sem muitas analogias e citações famosas, Greek nos mostra mais um ótimo episódio, recheado de momentos inusitados. A CRU no episódio passado estava envolta as celebrações da tradicional “Undie-Run“. Neste vemos que Casey deve continuar como representante de sua casa nos assuntos sociais e culturais do campus. Por mais insuportável que Katherine seja, ela representa todo o oposto que vemos entre eles, acrescentando algo de interessante quando apareça, mas são nestes momentos que sinto faltada Evil-Frannie. A Srta. ZBZ acaba tendo que assumir responsabilidade pela “Dry Weekend”, evento que impõe 48 horas sem consumo de bebidas alcóolicas e outras substâncias ilisitas. Para mudar um pouco essa “festa”, ela propõe que as casas se envolvam mais, mudando o perfil chato que normalmente essa semana costumava ter.

Sempre fico meio com receio das aproximações entre Evan e Casey, temendo novamente toda aquela famosa enrolação, cheia de suspeitas, desconfianças e falsidades. Foi bom vê-los menos tensos um com o outro em “The Half-Naked Gun“, porém essa intensa convivência devido a “Dry Patrol” surpreendeu mais do que eu imagina, considerando claro o estado que os dois ficaram ao fim. Numa das visitas às fraternidades, os dois acabam acidentalmente comendo um brownie “batizado”, ou seja, que dava um efeito bem ALTO. Esse momento rendeu diversos diálogos engraçados, entre eles a análise da quantidade de gatos existentes na casa das ZBZ ou totalmente alegres quando Ash dá os óculos de mergulho, mas a grande cena foi a conversa no banheiro, enquanto os dois se escondiam para passar o efeito da brisa. Dizem que as vezes estando fora de si, podes descobrir seu lado mais sincero, desta forma o “Mr. Now I’m a Poor Guy” confessa que foi ele que impediu que Cappie a procura-se na festa do fim do mundo. Agora resta saber como irão abordar essa trama, que  por enquanto está bem dosada, sem aquela massante tentativa dos criadores em deixar o casal destinado finalmente junto, até por que a dinâmica C & C funciona de maneira muito peculiar e creio que só será resolvida no final da série.

Enquanto isso, Rusty vira alvo de piadas entre seus colegas-nerds, ganhando o carinhoso apelido de “Âncora” ,  batizado pelo  Dr. Hustings, que veem criticado constantemente ele por sua queda de rendimento e descuido com o curso. Comum projeto em mente, parece difícil alguém levá-lo a sério a ponto de patrociná-lo. Cappie tem ocupado o cargo de salvador da patria,assim vão  juntos  ao lançamento do livro do Dr. Lorson, conceituado profissional da área. Sutilmente e por vezes nem tanto assim, Cappie tenta apoiar seu desesperado amigo, porém as “geeks girls” parecem atrair os sentidos dele mais do que qualquer coisa. Hilário quando  se apresenta como Wang, o criador de alguma coisa mirabolantemente importante e a garota olha como aquela cara, como se tivesse pensando” Mas você não deveria ser chinês?”  Quanto a isso, os KT são sempre os primeiros a ajudar  os companheiros, nem que precisem tentar se disfarçar de nerds para isto. Dale andava afastado e reaparece neste, porém ainda está lidando com os fantasmas de suas escolhas, mas ele volta a ativa de maneira traiçoeira, convencendo o Dr. Lorson a patrocinar seu projeto, deixando Rusty frustado pois aquela seria sua grande chance de provar que ele não é um “Âncora”. Persistência pode ser motivadora as vezes e mesmo que não alcançemos os objetivos desejados, sempre podemos tirar algo de proveitoso disso, ou seja, Rusty consegue na verdade chamar a atenção de seu professor/coordenador, o Sr. Hustings, que aceita monitorá-lo em seu interessante projeto de converter dióxido de carbono em material sintético.

Tratando-se de revelações, alguns segreos “saem do armário”, a partir da visita da namorada de Grant (isso mesmo, namorada). Como é seu aniversário, seu “amor” resolver fazer uma visita. Becks novamente engraçada, rende ótimas risadas contracenando ao lado de Calvin, que vive um verdadeiro tormento com o “fator namorada” presente no quarto deles. Todos esperam pelo fatídico momento em que ele revelaria sua verdadeira identidade e assim sairia definitivamente do armário que estava guardado. A verdade acaba aparecendo num momento de impulso, mas que por fim resolvesse da melhor forma. Gostei da abordagem que deram aos dois e o possível relacionando que eles estão construindo juntos.

Melhor momento:Double Date Dobler’s” : Destaque para Becks e suas tentativas de fazer com que Calvin pareça hetero. Ela dando tapa na cara dele, fingindo ter sido enganada pelo “namorado” foi simplesmente cômico.

Pior momento: Evan tentando defender Casey quando Katherine aparece. Só quero ver o que ela irá lembrar e pensar sobre tudo que ele falou durante aquela noite.

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The Forgotten (1.01) – Pilot

Setembro 24, 2009

The ForgottenAo falar em policiais, um nome deve vir a cabeça de muita gente: Jerry Bruckheimer. Cold Case, CSI e os seus spin-offs ou Without a Trace fazem parte da lista onde ele é produtor executivo. O último na rifa é The Forgotten.

Numa tentativa de continuar a saga dos desaparecidos, The Forgotten junta bastante de Cold Case com Without a Trace (séries que eu, pessoalmente, não consigo acompanhar regularmente, e só Without é que me consegue cativar por vezes). De Cold Case vem os casos inacabados. De Without a Trace vem a procura, uma corrida contra o relógio, que em Cold não costuma haver. Assim, temos um procedural que situa-se entre as duas séries até agora mencionadas: a pessoa já está morta, e não desaparecida, não tem nome, mas a sua morte ocorreu 2/3 semanas antes, e não anos antes como na série de Lilly Rush. Assim, voltamos às antigas séries policiais (aqui exclui Lie to Me ou Castle, e até The Mentalist por terem um estilo algo diferente), em que não conseguimos ganhar uma proximidade com as personagens, a série não tem quebras do episódio, com momentos divertidos. Aqui vemos uma série policial pura e dura, sem quebras. O que interessa é este episódio, o que interessa é transmitir um lado mais negro, e não mais divertido, como acontece, por exemplo, em Castle e The Mentalist.

Assim, e não sendo muito apreciador deste tipo de procedurals, não achei um grande piloto. Acho que estão a bater na mesma tecla e que, após o tempo de CSI, chegou novos tempos, de tentar algo mais claro, que não leve a tristeza. Para tristeza já basta a vida que vivemos todos os dias. Quanto aos restantes aspectos, notar que faltou algum ritmo ao caso, muito devido a falta de um laboratório, algo mais policial. Apesar de estar muito visto, The Forgotten é trabalho de campo puro e duro, com entrevistas, nada de haver uma interacção dentro da esquadra, pois esta não pode existir.

The Forgotten é uma série policial sem polícias. Assim se resume a maior parte da série. Ficam com os casos que não foram resolvidos, ficam com os restos. A equipa é engraçada, os trabalhos do grupo era algo que podia ser explorado. Mas não serei eu um daqueles a ver qual o rumo que a série tomará. Para séries policias, as vagas estão preenchidas, depois as que há são poucas, e parece que poderá vir algo melhor. Se não vier, fico com mais tempo livre.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

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Audiências: Bloco de comédia da ABC faz sucesso!

Setembro 24, 2009

abc-modern-family-590x331Audiência de quarta-feira, 23/09/09

Por esta é que não esperava. Eu sempre pensei que este bloco de comédia da ABC fosse ser um fracasso de audiências mas parece que o público decidiu dar uma nova oportunidade a este canal que, sejamos sinceros, não tem tido grandes comédias nesses anos. Modern Family e Cougar Town, juntamente com a dramédia Eastwick (que ficou um pouco abaixo das restantes) começaram as suas primeiras temporadas e prometem divertir os telespectadores.

Enquanto isso, Glee mantém-se acima dos seis milhões e meio, o que não é mau tendo em conta o demo razoável. Mercy, a nova série médica da NBC, conseguiu uma audiência bem modesta para o canal mas tal como Southland, não duvido nada que esses números desçam drasticamente nas próximas semanas. The Beautiful Life continua a mostrar ser uma fraca aposta da CW que deveria ter optado pelo muito elogiado piloto ‘Body Public’ que não virou série.

Na CBS, tivemos o regresso do bloco de comédia e ainda dos dramas policiais Criminal Minds e CSI:NY. Em questão de números, as quatro séries saíram-se com níveis de audiências normais.

Time Net Show 18-49 Rating 18-49 Share Viewers Live+SD (million)
8:00 ABC Dancing With the Stars 3.2 10 14.961
FOX So You Think You Can Dance? (premiere) 2.5 8 5.600
NBC Mercy (series premiere) 2.3 7 8.248
CBS The New Adventures of Old Christine (premiere) 2.3 7 7.683
CW America’s Next Top Model 1.3 4 2.844
8:30 CBS Gary Unmarried (premiere) 2.4 7 7.373
9:00 ABC Modern Family (series premiere) 4.3 12 12.736
CBS Criminal Minds (premiere) 4.2 11 15.417
FOX Glee 3.0 8 6.624
NBC Law & Order: SVU (premiere) 2.5 7 8.358
CW The Beautiful Life: TBL 0.5 1 1.086
9:30 ABC Cougar Town (series premiere) 4.3 11 11.438
10:00 CBS CSI:NY (premiere) 4.0 11 14.568
ABC Eastwick (series premiere) 3.0 8 8.526
NBC The Jay Leno Show 2.0 5 6.430

Fonte: TVbytheNumbers


CW ordena mais OTH, Melrose e Diaries

Setembro 24, 2009

Sem títuloSegundo o TVGuide.com, a The CW quer ver mais de One Tree Hill, Melrose Place e The Vampire Diaries.

A emissora ordenou uma temporada completa de One Tree Hill constituída por 22 episódios. Neste momento a série está na sétima temporada e constitui uma das melhores audiências do canal, ficando à frente de Gossip Girl e 90210, por exemplo. Quem também ganhou uma temporada completa de 22 episódios foi The Vampire Diaries, que neste momento é o programa mais visto da emissora, que tem como público alvo raparigas adolescentes. Por fim, Melrose Place, apesar das baixas audiências que tem conseguido ao longos destes primeiros três episódios mas tendo uma crítica razoável, ganhou seis episódios adicionais, que totaliza dezanove para esta primeira temporada.