The Mentalist (2.01) – Redemption

Setembro 26, 2009

The Mentalist

You know Miles Thorsen?

The Mentalist está de volta. Isto significa que os puzzles estão de volta, que as dúvidas também estão, que os jogos mentais voltam a ter lugar semanalmente no meu computador. Patrick Jane volta em força, Simon Baker igualmente, e a série voltou a ter um bom episódio.

The Mentalist é diferente da maioria dos policiais que são transmitidos. A componente humorística da série é maior que a maioria das séries policiais, e o trabalho de laboratório é nulo. Ou seja, não existem cortes na descoberta do assassino, pois não existem aqueles momentos em que vemos uma pessoa a cortar um cotonete com uma musiquinha de fundo. Assim, a investigação tem de ganhar destaque. E assim os casos fluem. E tanto fluem que é necessário arranjar mais que um caso para Patrick Jane resolver. O primeiro muito simples, mas que traz grandes consequências e também que demonstra os poderes de Jane. O poder lógico do protagonista é espalhado naquela cena, o poder de vingança é espalhado na última, após ter-lhe sido retirado o caso de Red John.

Parece que parte da temporada vai ser sobre isto. Sobre a reconquista de Jane para que o caso da morte da sua mulher volte para as suas mãos. Pois, para os fãs que ficaram chateados no final de temporada por não ter-se apanhado o assassino mais “divertido” do mundo das séries, vê-se aqui a razão. Patrick Jane não existe sem John, que se tornou a razão da vida do investigador. Assim, vemos que o caso ainda tem pano para mangas, ainda tem muito para dar. Nesta temporada, ou pelo menos no inicio, Jane tem de recuperar as rédeas do caso, para depois à sua vontade comandá-lo.

Comandá-lo como fez neste episódio. A morte de Monica Dunninger é o novo puzzle para a Lisbon e a sua equipa resolver. A vida desta mulher está envolta em mistério, pois deixou a sua família, fugindo com um milhão de euros da empresa onde trabalhava. Assim, começa o jogo, começa o quebra-cabeças. A partir daí é deliciarmo-nos com os truques de Patrick, com as suas jogadas, num jogo de xadrez que não sabe o que o adversário está a fazer. Mas só assim foi possível chegar ao assassino, numa jogada planeada durante todo o episódio, uma teia invisível. É fantástico ver a construção desta teia, sem saber para que servirá. E depois saber o propósito. Assim, conseguimos ilibar a fugitiva, que só fez tudo isto por amor, e dá para apanhar o assassino. 2/1, num caso bem construído e, como quase sempre em Mentalist, bem resolvido.

Agora é esperar pelo próximo. Para inicio não este mal, pois consegui construir um caso que prende-se, e dar algum desenvolvimento no que toca a Red John. A partir de agora espera-se um aumentar do ritmo e termos prendas acompanhadas com um smille.

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Survivor: Samoa (19.01) – The Puppet Master

Setembro 26, 2009

snapshot20090926134720Neste momento vi seis temporadas das dezoito já produzidas de Survivor. Este reality show tornou-se um verdadeiro vício no início deste ano quando comecei a ver Survivor Gabon. Se este não fosse o meu reality show favorito acreditem que não estaria a fazer reviews do mesmo. Eu ainda pensei em fazer de Survivor Tocantins, mas acabei por ter a decisão mais acertada ao não fazer, visto que foi a pior temporada das seis que vi.

O INÍCIO

Como quase sempre, os novos sobreviventes chegam a um lugar deserto de barco. Esta temporada conta com vinte participantes, sendo já divididos em duas tribos. É no primeiro encontro com o Jeff que cada tribo tem de escolher um líder. Ser líder não é fácil no jogo do Survivor e vimos em edições anteriores que mais cedo ou mais tarde esse tal de líder vai-se dar mal. Na vida real, ser líder é um ponto forte para a carreia de alguém mas nesse jogo é como a primeira de muitas razões para eliminar uma pessoas. O líder de cada tribo foi escolhido e já tinha uma dura tarefa pela frente: escolher os concorrentes que devem jogar o primeiro desafio de recompensa.

DESAFIO DA RECOMPENSA

Foram pedidos pessoas de várias categorias: uma inteligente, um bom nadador, um forte e por aí adiante. Os líderes foram quem escolheram essas pessoas e como seria óbvio, alguém iria destacar-se pela negativa. John, da Galu, não foi lá muito bem como nadador e já provocou algum burburinho na sua tribo. Além da parte da natação, havia a parte da agilidade que pensei que fosse ser mais difícil e a parte da força. Nessa parte do desafio deu para perceber o quão pesados eram aqueles troncos, quase que não se conseguia levantar. No final, ainda tivemos a parte da inteligência, que consistia em montar um puzzle em espécie de estátua. Os puzzles estão em quase todos os desafios desse tipo no Survivor e é bom pois é o melhor para desempatar uma certa equipa. Por acaso, não foi o caso, visto não estarem assim tão empatados.

IMUNIDADE E ELIMINAÇÃO

As primeiras imunidades e eliminações são sempre as mais aborrecidas. São aquelas em que nós ainda não conhecemos suficientemente as pessoas para torcer-mos por uma ou outra. O desafio, como sempre, focou-se mais a nível físico mas também teve o habitual puzzle que falei anteriormente. Se no primeiro o puzzle não teve muita diferença para ditar o vencedor, nesse já houve mais competição nesse aspecto. Foa Foa perde a imunidade e vai a conselho tribal. É então que também conhecemos aquele que será o maior vilão dos últimos anos de Survivor: Russell. Tal como ele disse, ele tem dinheiro e não precisa do milhão para nada, logo está ali é para jogar sujo e duro. É sempre bom ver esse tipo de pessoas no Survivor e certamente este vai dar que falar. Marissa foi a primeira eliminada e porque irritou o Russell. Como será que as coisas vão ficar agora daqui para a frente? Adivinha-se uma grande temporada de Survivor e eu estarei aqui todas as semanas para comentar.

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NCIS: Los Angeles (1.01) – Identity

Setembro 26, 2009

snapshot20090926115816Sendo NCIS Los Angeles uma série policial não parti para a visualização do episódio com grandes expectativas em ver um produto de grande originalidade nem brilhante escrita. Este episódio, e esta série entusiasma-me por um nome do elenco. Daniela Ruah foi o que me fez querer acompanhar esta série, e por isso os meus reviews focar-se-ão bastante na Daniela. Como série, é no fundo apenas mais um produto para o saturado mercado de séries policiais que fazem enorme sucesso, não trazendo nada de novo. Caso para dizer que foi mais um episodio com a premissa: “Same Old same…The formula works so let’s keep doing”. Mas vamos primeiro falar então do que interessa,  neste caso isso é Daniela Ruah.

Daniela Ruah, conhecida em Portugal pelos seus papéis em novelas, onde apareceu pela primeira vez na novela “jardins proibidos”, decidiu aqui há uns tempos partir para os estados unidos, para estudar representação, depois de já o ter feito também em Inglaterra. Qual não foi o meu espanto, e alegria, quando surgiram as noticias de que Daniela Ruah iria fazer parte do elenco do Spin-Off de NCIS. Esta era uma grande notícia, e uma grande entrada da Daniela Ruah no mundo de televisão Americano, entrava logo para um dos produtos mais vistos por lá. E que tal se saiu neste piloto? Sem querer ser adepto cego, acho que se saiu muito bem.

O elenco é bastante equilibrado, o nível de representação é alto e os actores são experientes e têm qualidade. E eu confesso que a Daniela estava impecavelmente à vontade com o seu texto, e na sintonia com os restantes actores, o seu inglês é muito bom também. Eu vi o episódio sem grande atenção a todos os pormenores, mas sempre que ela aparecia a minha atenção era total, reparava em tudo que ela fazia e tentava perceber tudo ao pormenor, e creio que Daniela estava perfeitamente inserida e natural. Sem dúvida que considero o seu inicio de carreira muito promissor, e se se mantiver consistente, com o carisma que tem já da televisão portuguesa, tenho a certeza que mais papeis a aguardam.

Em relação ao episódio tal como já referi foi mais do mesmo, nada de novo foi trazido com esta série. No caso desta semana vê-se o regresso do protagonista ao trabalho após 6 meses em licença por ter sido baleado, como já se viu muitas vezes o protagonista é brilhante polícia, mas traumatizado pelo passado. No caso da semana a equipa da NCIS tenta resolver um caso de tráfico de droga, como equipa infiltrada e a trabalhar no subsolo, a equipa tenta desmantelar uma rede de droga. Para não ser um episódio tão linear, os argumentistas tentaram dar um rumo original e surpreendente, temos assim um rapto, um assassinato (logo no início) estes temas surgem na sequência principal de acção que é o pôr a descoberto um cartel que faz passar droga através da fronteira do México.

Como podem ver nada de novo, o episódio foi consistente, teve um bom ritmo, os diálogos fluíram naturalmente, o elenco estava em sintonia, no entanto não deu para nos ligar as personagens, sendo estas todas superficiais como tendem a ser nos policiais. Tem bons pormenores no entanto. A chefe da equipa, uma anã, é uma personagem muito bem conseguida. Como equipa de infiltração surgem momentos James Bond que também são uma boa mais-valia. O melhor momento vai, como é óbvio, para a primeira cena da Daniela Ruah, que para mim tem nota 10 neste episódio. Nesta cena Kensi (Ruah) aparece a falar ao telemóvel, uma cena banal caso não tivesse a ser falada totalmente em português. É daqueles momentos que dá orgulho a nós que acompanhamos séries. Para mim foi uma alegria enorme e um orgulho de encher o peito, ver a minha nação representada assim, ver a língua de Camões apresentada numa série que teve 17 milhões de telespectadores. O episódio não merece destaque especial, por isso vai esta nota:

70


Accidentally on Purpose (1.01) – Pilot

Setembro 25, 2009

asApós ter cancelado Worst Week, o horário da CBS abriu. Ou seja, novas séries. E AoP foi a que caiu na segunda. Eu não sou um apaixonado por comédias. Mantenho duas, HIMYM e TBBT, e de resto só gosto de espreitar, por vezes, Two and a Half Man. Assim, as esperanças para AoP não eram muitas. E ainda menos ficaram após ver o piloto.

A série gira a volta de uma trintona, que acabou com o seu namorado por este não a ter pedido em casamento. E numa daquelas noites de solteirona, encontra um rapaz, e umas coisas levam a outras. Gravidez inesperada. A série girará pela relação entre o ex-namorado, pai da criança e a protagonista (não perguntem nenhuns nomes, que isto ainda não entrou…nem entrará). Com um género de comédia fora do meu gosto, AoP traz piadas fáceis, esperadas. E existem aquelas piadas que não têm piada. Foi fraco em termos humorísticos, e ainda por cima se compararmos com a sua antecessora, WW.

A série dá para dar umas gargalhadas? Dá. Mas não me animou em nada, pois eu também venho habituado da grande TBBT. Assim, e comparando com o que há, com o que houve e como o que haverá (falo de Modern Family, principalmente, pois ainda não espreitei outra) não tenho tempo nem espaço para AoP. A série se calhar melhorará, mas para mim este piloto foi fraquito.E não dá para dar outra oportunidade.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

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Worst Week – Primeira Temporada (2008)

Setembro 7, 2009

worst_week_xlgAzar. Já todos passamos por um dia que parece que nada corre bem. Tudo o que tocamos é partido inexplicavelmente, tudo o que fazemos é errado para os outros. Tudo o que ocorre naquele dia é mala suerte. Se um dia é desesperante para a pessoa, várias semanas são extraordinariamente hilariantes. É nisto que Worst Week ganha em relação a maior parte das comédias. Consegue fazer do impossível possível, levar a realidade ao extremo, e consequentemente, ao ridículo. Poucas ou nenhumas séries de comédia a passar na televisão americana levou a realidade tão longe, ao ponto de criar o homem mais azarado do mundo.

Sam Briggs é o nome do homem que quebrou espelhos durante toda a sua infância. As bruxas, com alguma compaixão, deram-lhe uma benesse. O azar do rapaz só ocorreria quando os seus sogros estivessem presentes, ou próximos, e estava safo do resto. O pobre Sam, sem pensar no que se ia meter, aceitou o acordo. Podia ser este o passado de Sam, mas isso não sabemos. É só uma hipótese, plausível, para a vida que vimos de Sam Brings. O que sabemos é que os sogros são a chama do azar, por vezes ajudados pelos seus pais. Para o cúmulo, Sam tem um cunhado, Chad, que é a pessoa perfeita. A sua única apoiante nesta loucura é Melanie, a mulher sempre fiel. A única ligação a normalidade. A história de humor/amor de Sam é esta. Uma história de doidos.

Devido a esta doideira, WW poderia dar-se mal. Isto deve-se porque, no fundo, todos os episódios são repetitivos. É levar o azar ao extremo, o que leva a um dilema ao espectador: Eu sei que vai ocorrer alguma coisa agora, mas o quê? E é neste “o quê” que a série ganhou o estatuto de comédia do ano. Esta parte da pergunta é que torna WW divertido. É que é a inovação da série, a renovação dela. Todas as semanas podíamos esperar por um novo episódio engraçado, com novas peripécias. Desde o excelente piloto até ao quase perfeito episódio final (e não final de temporada…não confundir) não há repetições nas situações embaraçosas de Sam, os detalhes mantêm-se, mas as situações evoluem, culminando no filho, que esperemos que não tenha sido tão azarado como o pai. Esperemos que em casa de ferreiro espeto de pau. Se não dá para fazer um remake.

E, se a uma renovação das situações, haverá mais gente interessada na série, e, consequentemente, mais audiência. E audiência costuma simbolizar comédia. Tudo isto ocorreu em WW. Mas o excedente de comédias da CBS fez com que a série fosse cancelada. Até ai Sam teve azar. Mas uma série destas, que valoriza o azar do ser humano, é eterna. O azar existirá e com ele muitos Sam’s existirão. E assim a Worst Week será imortal. Esperemos que a próxima fornada de comédias tragam algo que venha receber o legado desta.

4e


The Mentalist – Primeira Temporada (2008)

Setembro 1, 2009

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Mentalist. Someone who uses mental acuity, hypnosis and/or suggestion. A master manipulator of thoughts and behavior.

Procedurals está o mundo cheio. Chega levantar uma pedra e encontramos uma mão cheia deles. Alguns enterrados, alguns que ainda respiram. CSI e as sequelas, Bones, NCIS e agora com o novo NCIS: LA, Criminal Minds, Law & Order e os sufixos acrescentados, Cold Case e por último, a Matemática criminal de Numb3rs. Esta era a lista de Procedurals policiais que ocupava a grelha Americana (excepto, claro, NCIS:LA) no inicio na categoria de veteranos. Juntaram-se mais um par delas. Southland, Lie to Me, Castle, todas elas num estilo diferente, e The Mentalist. A grelha americana fica sobrelotada desta mina de ouro para as emissoras, de latão para os espectadores que gostam de ver uma série (leiam esta palavra de duas maneiras), e não casos. Mas, por vezes, da mina de latão saem pepitas de ouro. The Mentalist não é uma pepita de ouro, mas mais de prata.

Mas o protagonista é uma pepita de ouro (não interpretem isto mal…continuem a ler). Simon Baker é uma pepita de ouro a dois níveis. Primeiro é um actor que conseguiu encarnar a personagem no seu todo. Segundo, é uma pepita de ouro para ele próprio, devido ao ordenado que aufere. Mas isto não é para aqui chamado. O que é para aqui é chamado é Patrick Jane, o investigador, o colaborador do CBI, o escavador principal dos casos. A carreira começou a de ser vidente, mas aquilo tornou-se chato. E torna a virar investigador. O erro da vida de Patrick. A família morta por esta escolha, por Red John, o serial killer. E a vida resume-se a vingança.

A premissa é esta. A série demonstrou-se outra. Demonstrou um Simon sempre a saber encarnar a personagem, tirando a série do sério e levando para o lado mais divertido. Cada episódio é um jogo, uma charada para o espectador resolver. Qual será o pormenor que Patrick encantará para resolver o crime? A magia da série estava aí, no sorriso de Patrick em todas as situações. Mas se fosse só isto, a série cairia na ruína rapidamente. E, claro, tem de haver outras ferramentas para manter a máquina a carburar.

E é, quando a série está a cair na monotonia, que aparece o sorriso de Red John na parede. O arco da temporada, e, pelo final, da série, é o assassino da família do colaborador do CBI. O sangue em forma de smille na parede do local do assassinato é o melhor incentivo que Patrick precisa e nós também. Ele para continuar a procura, nós para continuarmos a assistir. Pois, um certo dia poderão sair na rifa um episódio de novo excelente, um episódio de novo refrescante. Um episódio Red John.

Mas não só a volta de Patrick vive a série. Sem Patrick não vive, mas mesmo assim tem alguns apontamentos de interesse. A relação entre Rigsby e Van Pelt dão para dar uns sorrisos, que ainda são maiores com a ajuda de Jane (a aura de Patrick está por todo o lado, por todo o CBI, e o seu sorriso também) e a relação de Lisbon e o protagonista. Fica de parte Kendall Cho, que poderia deixar de existir que a série não perderia qualidade.

A série não é daquelas que puxem muito pela cabeça, mas também não são necessários muitos cabelos arrancados para perceber. É simples, divertida, e vem trazer alguma frescura aos procedurals policiais já existentes. Algo para seguir na segunda temporada, nem que seja por Patrick Jane.

35e


CSI ganha novo jogo!

Julho 21, 2009

258ywc6A empresa Ubisoft concordou em desenvolver um novo jogo baseado na série de sucesso americana CSI. Este novo jogo chamar-se-à ‘CSI: Deadly Intent’ e terá como base as história da nona temporada de ‘CSI: Las Vegas’.

Tal como nos jogos anteriores, o jogador terá que encontrar várias evidências até ter pistas suficiente para resolver alguns assassinato, histórias essas que são escritas pelos próprios produtores da série.

No último jogo da série foram introduzidas novas formas de jogar, tais como a possibilidade de ajudar os colegas forenses e ganhar, assim, o seu respeito e levar testemunhas para a sala de interrogatórios, ao mesmo tempo que a mais alta tecnologia criminal estava presente.

O vice presidente da Ubisoft de vendas e marketing nos Estados Unidos (Tony Key) revelou: “CSI: Deadly Intent tem casos intrigantes, gráficos realistas, mudança de personagem que queremos jogar e uma extrema sincronia entre as vozes dos actores e os lábidos que estão nas personagens do jogo. Isso tudo vai providenciar aos fãs uma boa experiência, algo que estão sempre a procurar num jogo baseado numa série de televisão”.

O jogo vai ser vendido para as plataformas Xbox 360, PC, Wii e Nitendo DS neste Outono.

Other Ocean Interactive, que está a cuidar do jogo para DS, disse que esta versão vai incluir casos bizarros adicionais e uma história única que vai fazer com que os jogadores se sintam como as personagens de CSI.

Eu já joguei o ‘CSI: Hard Evidence’, o jogo que foi lançado em 2007 e mais recente até agora. Posso dizer que vale muito a pena, não fartando o jogador e criando um nível de suspense até agradável. Além disso, ao contrário da maioria dos jogos baseados em filmes e séries, não entendia e garanto que se gostares mesmo desse tipo de jogos (procurar pistas, tentar encontrar algo que faça sentido), então vais passar horas à frente do computador.


Jorja Fox de regresso a CSI!

Julho 19, 2009

0000002480_20060919155535Após a sua saída na 8ª temporada, Jorja Fox regressa a CSI. A actriz regressa ao laboratório de Las Vegas para interpretar Sara Sidle.

A actriz, segundo Carol Mendelsohn, produtora da série, regressará no primeiro episódio da série, ficando durante 5 episódios. Com este reaparecimento, após a curta passagem na 9ª temporada, onde participou em 3 episódios, começam a surgir duvidas para esta temporada.

Isto deve-se à saída, na metade da nona temporada, de Gil Grissom, indo os dois para a Costa Rica. Com o regresso de Sara, o regresso de Grissom seria esperado, mas não há planos para que William Petersen volte à série.

Assim fica a pergunta no ar: que terá acontecido ao casal? Algo para descobrir no dia 24 de Setembro, dia em que a série regressa.


Harper's Island (1.12/13) – Gasp/Sigh

Julho 13, 2009

snapshot20090713173000E assim chegámos ao final de uma das séries que mais me divertiu nesse momento de abstinência. As expectativas eram altas e talvez seja por isso que fiquei com um pé como o modo em que as coisas foram resolvidas. Divididos em duas partes de quarenta minutos cada, Harper’s Island encerra da mesma forma como começou: cumprindo mais do que prometeu!

‘Gasp’ começa com a captura de Wakefield por parte de Abby. Ao longo do episódio ele é mantido preso e é numa conversa esclarecedora com Abby que algumas perguntas são respondidas. Segundo ele, não é ela o filho dele com Sara (sua mãe)! E foi aí que uma dúvida cresce: quem será o tal desconhecido filho de John Wakefield? Tudo parecia indicar que o cúmplice e suposto filho seria o Jimmy, mas isso era demasiado óbvio e certamente teríamos mais uma surpresa antes da série terminar. O problema é quando a surpresa tem um sabor amargo…

A questão não é o facto do Henry ser o filho do Wakefield, mas sim as razões que fê-lo matar toda aquela gente. Eu sei que a mente humana pode ser complicada e a obsessão por qualquer coisa pode levar às maiores loucuras, mas aquele os flashbacks que surgiram para explicar a relação de Henry com Abby foram muito desapontantes. Mas afinal ele fez aquilo tudo porque à quase vinte anos a amiga disse a ele que ela queria viver sozinha com ele? WFT? O que se passou na cabeça dos argumentistas para resolverem essa storyline com uma explicação dessas? Eu sei que a série teve os seus erros de continuidade, muitos até para apenas treze episódios, mas sempre aceitei porque ela divertia-me acima de tudo! Era o meu guilty-pleasure favorito do momento, mas desceu muitos pontos em consideração com tudo isso.

Outra explicação que não me agradou muito foi como o Wakefield e o Henry se conheceram e a suposta ‘ligação especial’ que os dois tinham. Mas pronto, essa lá se aceita, apesar de também haver a sensação que podiam ter arranjada mais e melhor. Depois da Trish e do Sully terem sido mortos pelo Henry e o Danny pelo seu pai, apenas restavam seis pessoas. O Henry acaba por matar o principal assassino, mas a Abby também assassina o próprio irmão. Madison e Shea acabaram por sobreviver graças a Sully mas perderam a família toda! Já a Abby ainda conseguiu salvar o Jimmy e numa cena ‘à Titanic’, que compensa o desastre das anteriores da casa em que estava presa, consegue finalmente sair daquela ilha. Para finalizar, devo dizer que gostei da forma como decidiram terminar a série com as gravações da festa do noivado.

Nota: 8,1


The Big Bang Theory – Segunda Temporada (2008)

Julho 10, 2009

Season-2-Promo-Pic-the-big-bang--1Só consigo definir essa 2ª temporada de The Big Bang Theory como sendo espetacular pelo simples fato de ser a melhor série de comédia da atualidade (não posso incluir Chuck nessa categoria porque é outro nível). Essa temporada começou dando a impressão que o relacionamento entre Leonard (Johnny Galecki) e Penny (Kaley Cuoco) seria bem mais explorado, mas não foi isso que vimos e isso ficou praticamente em segundo plano para que o destaque maior da temporada entrasse em ação: Sheldon Cooper (Jim Parsons). Com uma atuação simplesmente impecável, sua indicação ao Emmy está sendo bem cogitada na mídia e isso se deve a seu ótimo desempenho durante toda a temporada mostrando novas facetas de seu personagem. Vimos que Sheldon começou a interagir mais com os outros personagens, fazendo com que seu personagem ganhasse ainda mais destaque, principalmente em suas cenas ao lado de Penny. A química entre Sheldon e Penny é tão boa que até mesmo boa parte dos fãs começaram a sugerir que os dois namorassem, fato esse que causou certa surpresa e um certo receio por parte dos atores que interpretam esses personagem, temendo que com isso eles “perdessem essa química”.

Relacionamentos foram tentados nessa temporada, mas nenhum chegou a convencer de verdade. Tivemos Leonard tentando alguma coisa com Leslie (Sara Gilbert) e Stephanie (Sara Rue), Penny tentando reatar com seu ex-namorado Kurt (Brian Wade) e até tentando um relacionamento com Stuart (Kevin Sussman), um amigo nerd dos rapazes, mas no final das contas eles estão destinados a ficarem juntos, pelo menos foi essa impressão que fiquei ao assistir ao episódio da season finale dessa 2ª temporada. E por falar em relacionamento, a dinâmica entre os amigos Howard (Simon Helberg) e Raj (Kunal Nayyar) foi outro ponto muito positivo nessa temporada, chegando até mesmo a ser comparada a de um “casal homossexual” pela mãe de Leonard (Christine Baranski), em uma aparição que deixou sendo esse episódio, em minha opinião, como sendo o melhor de todos exibidos até hoje em The Big Bang Theory.

Também tenho que citar algumas pequenas falhas que aconteceram no começo dessa temporada, que aconteceu quando os roteiristas estavam meio que deixando Raj como sendo um mero coadjuvante em vários episódios e depois vimos que com uma maior participação dele a série ganhou mais comédia. A entrada de alguns personagens não trouxe nenhum significado na série, pelo menos em minha opinião, que foram os casos, por exemplo, de Stephanie (Sara Rue), a mulher com quem Leonard teve um breve relacionamento, e Barry (John Ross Bowie), um rapaz que trabalhava nos laboratórios da faculdade onde Leonard e seus amigos realizavam suas pesquisas. Mas é aquele negócio… falhas acontecem e é com elas que melhoramos, e felizmente foi isso que aconteceu e essa 2ª temporada de The Big Bang Theory se tornou em uma das melhores que eu pude acompanhar na última temporada e já estou ansioso para que chegue logo setembro para o retorno da série, mas até lá sugiro para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de assistir, comprem os DVD’s, baixem os episódios na internet, mas não percam mais tempo e o façam rapidamente porque não irão se arrepender.


Harper's Island termina hoje no Canadá

Julho 9, 2009

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Quem acompanhou a trajectória desta série de suspense nos Estados Unidos sabe que as baixas audiências fizeram com que ela fosse mudada das quintas-feiras para os sábados. Apesar da CBS ter tomado essa decisão, a GlobalTV, que exibe a série no Canadá, acabou por continuar a transmitir Harper’s Island às quintas, logo hoje é o grande final. “Gasp” e “Sigh” são os nomes dos dois episódios que vão ao ar logo à noite e a expectativa que eu tenho é enorme, pois os mais recentes episódios foram excelentes. A seguir podem ver a sinopse oficial e três vídeos: o vídeo promocional, um sneak peek e um especial sobre os sobreviventes.

“Gasp,” “Sigh” – Oito dos vinte e cinco suspeitos tentam de tudo para serem um dos sobreviventes enquanto todas as respostas são reveladas no final da série de Harper’s Island, com duas horas de duração.

ELENCO:
Abby Mills………………………….. Elaine Cassidy
Henry Dunn…………………. Christopher Gorham
Trish Wellington……………………. Katie Cassidy
Jimmy Mance……………………… C.J. Thomason
Christopher “Sully” Sullivan ………….. Matt Barr
Shea Allen……………………………… Gina Holden
Danny Brooks…………….. Brandon Jay Mclaren
Madison Allen………………… Cassandra Sawtell

ESCRITO POR: Christine Roum & Robert Levine
REALIZADO POR: Seith Mann

Em Portugal a série é exibida pela FOX e TVI com o nome ‘A Ilha’.


Harper's Island (1.11) – Splash

Junho 27, 2009

snapshot20090627203617Rever um episódio de Harper’s Island já virou rotina e é muito prazerosa voltar a ver tudo de novo depois de sabermos o que acontece, pois existem detalhes que sempre nos escapam. Na madrugada de quinta para sexta-feira voltei a esperar que o download fosse disponibilizado e isso só comprova que esta minissérie é uma dos meus programas favoritos do momento e numa altura de abstinência, em que quase tudo está em pausa, é sempre bom saborear o vício.

Splash é, sem qualquer sombras de dúvidas, o melhor episódio até agora. Agora que Wakefield foi descoberto é muito mais interessante ver ele a matar as pessoas directamente e esses quarenta minutos não foram para brincadeiras. Não foram uma, duas ou três mortes, mas sim quatro, sendo divididas em dois momentos. O primeiro momento é quando o assassino vai ao bar onde estavam os sobreviventes e começar a matar pessoas. Nikki foi a primeira a ir desta para melhor, após tentar pegar na arma que estava no balcão. Shane foi o próximo a confrontar Wakefield e depois de ter sido uma personagem bem irritante, acaba por morrer como um dos principais heróis da história. Se não fosse ele, Trish também já tinha sido morta pelo pai biológico da Abby.

Antes disso tudo acontecer, a miúda disse uma conversa muito interessante: o Wakefield é que era o tal amigo dela. É sempre bom perceber que alguns mistérios mais antigos não são esquecidos e agora tudo faz mais sentido. Nesse momento já não é tão estranho o facto de ela ter mentido acerca do seu raptor, visto que o assassino deve ter desenvolvido uma espécie de amizade com ela de modo a que confiasse nele. Depois de uma série de acontecimentos, temos três grupos distintos que lutam pela sobrevivência. Henry, Abby e Danny enfrentam o terror que ficou no bar com a morte do Shane e da Nikki, o Cal e o Sully percebem que o barco já não está na doca (o que leva a crer que o Wakefield tem um cúmplice infiltrado) e a Trish e companhia resolvem ir para o sótão do Xerife.

Todos se encontram na igreja quando o sino é tocado e logo percebem que foi obra do Wakefield. Contudo, a chegada de Cal e Sully distrai os outros convidados, distracção essa que leva ao rapto da Chloe. O episódio até aí já tinha sido interessante, mas é a partir desse momento que entramos no auge do que a série nos pode oferecer. Através de uns mapas de túneis que existem na ilha, o grupo tenta encurralar o assassino e até que conseguem, mas nem tudo acaba em bem. Cal, depois de conseguir salvar a Chloe do esgoto, é apanhado por Wakefield e acaba por ser assassinado mesmo no meio da garganta. E depois temos, ao som de uma música que por acaso gostava de saber o nome, o melhor momento da série: o suicídio de Chloe. Este casal pode ter tido as suas cenas entediantes no início, mas valeu a pena só para ter esse enorme momento de televisão! Foi uma morte digna a deles, um por ter tentado salvar a sua amada e ela por seguir, numa espécie de Romeu e Julieta, a morte do seu grande amor.

Restam dois episódio e agora os convidados enfrentar mais uma dura realidade: Jimmy é cúmplice de Wakefield e tem a Trish consigo. Muitas emoções estão por vir nessa recta final da série e o número de pessoas vivas está a diminuir drasticamente. Não acredito que matem mais ninguém além do Sully e do Danny, logo estes devem ser os próximos a morrer. Estou com uma expectativa enorme para ver esses episódios finais e espero não me desiludir. Se for tão bom como a segunda metade da temporada foi, então irei gostar de certeza.

Nota: 9,7


Worst Week (1.16) – The Party

Junho 11, 2009

worst-weekEu que pensava que nunca veria Sam, Mel e companhia, devido ao (péssimo) cancelamento da CBS, este era o episódio que faltava, o brinde desejado. Afinal The Epidural não foi a Season Finale de Worst Week. A CBS tinha guardado The Party para, de duas uma: aguçar a boca para a próxima temporada ou acabar a série com um rebuçado bem doce. Saiu a segunda hipótese, e pode-se dizer que o último (esperemos que me engane e que a CBS ainda tenha mais uns para largar durante este Verão (desejo de fã, sem nenhuma informação nesse sentido)) deixou o sabor docinho na boca.

Eu já não me lembrava que ainda havia matéria para explorar na vida de Sam. Muito enganado me sai. Faltava o aniversário de Dick, a entrega do famoso quadro, que tantas calamidades já trouxe aos Clayton. E a partir daí se constroem situações puramente hilariantes, saem gargalhadas há muito retidas (já não me ria assim tanto com uma série desde o final de Chuck). Ficam duas situações retidas na memória. Sam vestido (e depois despido) de Drácula e as acções consequentes e os cigarros de Dick. A cena final dá para rir durante 30 segundos seguidos (Cookie? This is a word?). Não se podia pedir muito mais, e se fosse possível seria ver o episódio com lágrimas nos olhos de tanto rir.

E é esta cena final que ficará na memória. Mais dissecações haverá sobre a série no review de temporada, mas fica já dito que vai ser difícil roubar o lugar de Worst Week. E boa sorte para Sam Briggs.

Nota: 9,3

SERIES FINALE


Harper's Island (1.08) – Gurgle

Junho 6, 2009

snapshot20090606141034Antes de começar este review, tenho de dar os parabéns à equipa InSubs pela rapidez com que saem as legendas. Basicamente, nós conseguimos ver o episódio primeiro que os americanos (a versão que sai às quintas-feiras é a canadiana) e isso só se deve ao excelente trabalho desenvolvido pelos seis legenders (pelo menos) que fazem, semanalmente, o nosso fim de semana ficar com alguma coisa de jeito para se ver. Mas agora falando sobre o episódio em si: não acharam isso fantástico? Eu achei, e como disse nos reviews passados, este também superou o seu antecessor e acaba por ser o novo melhor episódio até agora.

Com a prisão do JD, a ilha de Harper devia ficar mais calma, visto que ele é o suposto assassino. Contudo, quando Madison é raptada, a saída dos sobreviventes é adiada, pois se alguem for-se embora, a miúda morre. Entretanto, na prisão, alguém (possivelmente o assassino) mata o guarda, mas eu não percebo porquê. Ora se foi o assassino dos convidados do casamento que o matou, qual a razão para isso? Se o JD está a tentar achar o assassino, não havia razão nenhuma para deixá-lo sair, ao menos que o serial killer queira que mais suspeitas caiam sobre ele. Só pode ser isso, e não deixa de ser inteligente da parte dele, pois quando os convidados percebessem que o JD estava já fora da cadeia quando as novas ameaças acontecem, não restaria mais dúvidas que ele era o assassino.

Mas apesar de isso acontecer, parece que no próximo episódio os convidados vão aprender a não confiar em ninguém, visto que com o JD morto, e os homicídios a continuarem, é certo que eles vão pensar noutra pessoa como o assassino. Eu não acredito que o Henry tenha tido coragem de matar o irmão, mas também depende do estado psicológico dele, e convenhamos que depois de todos esses eventos, o noivo não pode estar muito bem da cabeça. Mesmo assim, acho pouco provável que isso tenha acontecido e deve ter sido o próprio assassino que fez aquilo, e o Henry, numa tentativa de ajudar o irmão, deve-se ter enchido de sangue.

Harper’s Island chegou a um momento em que já não enrola mais e existem avanços na narrativa. Se o homicida ainda é desconhecido por todos nós, várias pistas foram sendo deixadas ao longo dos mais recentes episódios. Por exemplo, eu desconfiava que o Xerife podia ser o serial killer, mas depois de ver o ataque que ele sofreu e também aquele em que o colega desfigurado foi morto, tenho a certeza que não é ele. A minha principal suspeita ainda recai sobre o Jimmy, o ex-namorado da Abby, mas mesmo assim fico a pensar como é que as setas foram lançadas se ele estava com a filha do Xerife?!

Nota-se um tom mais obscuro na série, assim como mais doses de suspense. Todas aquelas cenas da casa, com as luzes apagadas, foram bem conseguidas e isso sim, faz lembrar filmes de terror. Muitas perguntas estão a ser colocadas e teremos a resposta nos cinco episódios finais. A que mais me intriga é a relação entre o diário que Wakefield escreveu na prisão com o verdadeiro serial killer. A lista de suspeitos vai diminuindo à medida que as mortes vão ocorrendo e espero que mais pistas sejam dadas antes da grande revelação, mas também quero ser surpreendido. Já é hábito que o assassino nesse tipo de filmes é aquele que estamos menos à espera, e se essa regra se aplicar na série, temos no Cal ou na Chloe dois grandes suspeitos.

Nota: 9,4


Harper's Island (1.07) – Thrack, Splack, Sizzle

Junho 5, 2009

snapshot20090605132254Este review demorou mais tempo a sair porque, imaginem só, pensava eu que já estava publicado. À medida que a temporada se vai encaminhando, até chegarmos ao revelador final, os episódios de Harper’s Island estão a ficar cada vez mais interessantes. Arrisco mesmo a dizer que cada um tem sido melhor que o seu antecessor, ou seja, a série está a ter um crescimento notável! ‘Thrack, Splack, Sizzle’ explorou tanto o presente como o passado, dando uma visão melhor do que aconteceu à sete anos atrás, no dia fatídico!

Começaram as buscas e as suspeitas e com os preparativos da saída da ilha, estes convidados estão a ficar atormentados com tudo o que está a acontecer. Finalmente percebem que ninguém está a salvo e apesar pensarem quem é o assassino, o medo e o mistério está sempre presente. O Malcolm é descoberta quando os amigos vêm o dinheiro dentro da mochila, mas pouco depois acaba por ser a próxima vítima. Agora resta saber se foi uma vingança pessoal que esteja relacionada com o Booth ou é apenas mais uma pessoa a cair nas graças do serial killer.

Entretanto, a busca pelo JD continua e Henry não descansa enquanto não apanhar o irmão. É mais que óbvio que o JD não é aquele que está a matar essa gente toda (e neste momento, não desconfio de ninguém em pessoal), mas só o telepesctador pensa assim… até um certo momento. A Abby recebe uma visita inesperada daquele homem desfigurado (que ficámos a saber quem era através dos flashbacks), e a inocência do irmão de Henry é tema de conversa entre ambos. Contudo, também o Xerife é posto ao barulho como uma pessoa não confiável. Eu sabia que ele estava a esconder qualquer coisa.

Falta saber agora se é apenas a questão da ida do Wakefield para a ilha que ele esconde. Ao que parece, todas as mortes que aconteceram há sete anos atrás aconteceram por causa de um amor não correspondido entre o assassino e a mãe de Abby. Continuo a não perceber o porquê de não terem mostrado a cara do Wakefield nos flashbacks (pois o actor que está nas fotos dos jornais é conhecido – O Leoben de Battlestar Galactica), mas talvez isso tenha acontecido porque naquela altura havia dois assassinos, mas não me parece que a série vá tanto por esse caminho.

Resumindo, foi um bom episódio onde umas questões ficaram respondidas e outras foram criadas. Com o desaparecimento de Madison, será que os convidados terão a mesma vontade de sair da ilha o mais rápido possível? Está a ser muito divertido acompanhar Harper’s Island, que apesar dos evidentes erros (ainda não deram por falta daquela que tinha o cachorro!), é bem boa de se ver.

Nota: 8,9