Glee (1.04) – Preggres

Setembro 25, 2009

snapshot20090924203230My body is like a rum chocolate souffle.

Quem acompanha os reviews de Glee aqui no Portal, consegue perceber que estes veem recebendo muitas críticas e quando falo críticas não as ligo de forma negativa. Tentei estruturar os reviews e por fim estes acabaram ficando muito extensos e detalhados demais. Revi todos os episódios passados e uma coisa ficou clara: Me sinto como uma mãe super-protetora quando vou falar sobre a série, seja aqui no site ou mesmo em conversas. Então deixarei claro que superestimei as notas sim nos dois últimos reviews, principalmente o terceiro, assim escolhi daqui em diante assumir uma outra visão, ainda apaixonada pela série pórem mais criteriosa. Glee chega ao seu quarto episódio, mantendo uma média de audiência de 6,6 milhões de telespectadores, ou seja, tem mantido o padrão durante as semanas. Preggres apresenta uma proposta diferente dos demais, ou seja, não mostra nenhum número musical completo e foca necessariamente nas brilhantes atuações de seu elenco, com destaque para Chris Cofler, que transborda autenticidade e precisão ao interpretar Kurt.

Mostrando a tão consagrada fórmula dos clichês adolescentes, a série se aproxima de temas que poderiam ser considerados banais, correndo assim o risco de cair na mesmice de todas as séries com temática teen, porém são em determinados momentos que ela se desprega da fórmula e a recria. Como diria o Marco, “O episódio começou em grande”, como a famosa coreografia de “Single Ladies” com Kurt no comando e Tina e Britanny juntando-se a ele em sua casa. Surpreendentemente o pai  aparece e vê aquela cena, obrigando-o a mentir sobre seus trajes e o real motivo que os usa. Toda a mentira envolvendo esportes e aquecimento, consequentemente acabando gerando uma grande mentira: Ele  é o “Kicker” do time de futebol da escola. Só resta saber como ele efetivamente será um.  Finn tem um papel importante, pois o coloca nos testes do time e é neste momento que  Kurt mostra que sabe quem ele é, mesmo sentindo as vezes medo disto.

“My body it’s like a rum chocolate souffle. If  i don’t warm up right, it doesn’t rise. I’m doing this. I’m doing on my way.”

E assim, ele surpreende todo o desacreditado time, ao colocar novamente a música para se aquecer, resultando num estonteante chute que o consagra  “kicker“do time.  Literalmente as aparências enganam, a exemplo de Finn que aparenta ser o típico adolescente popular, mas que no fundo é tão loser como qualquer outro. Achei interessante ele buscar apoio numa figura masculina de confiança como o Mr.Gold-Digger, que aliás, os reais motivos para isto ocorrer foram apresentados de maneira tão pura, que pela primeira vez senti que Cory Monheit vestiu totalmente a pele de seu personagem, ainda mais depois da cena em que Quinn conta que está grávida. Busca então o ombro do pai que não tem e chora sem  medo pois está apavorado com a possibilidade de ser pai e perder todo seu futuro, congelando no tempo.

Quinn é a personificação do clichê: loira, cheerleader, namora o quarter-back, finge ser puritana. Toda a trama criada para ela neste pode vir a ser um grande deslize para a série se não justificada e desenvolvida da forma correta. Ela está grávida (Me respondam como alguém  engravida depois de uns amassos na banheira de hidromassagem?? Só o Finn pra cair nessa, mesmo). Para mim Glee escorregou neste aspecto, ainda mais considerando a introdução de Terri como a sanguessuga que se aproveita da vulnerável adolescente em pânico, para assim arquitetar seu plano da falsa gravidez. Agora resta saber como será a interação entre as duas, considerando que Terri é a personagem mais insuportável de todas (minha opinião,claro). Se for pra ter um pai nesta história, este seria Puck, o melhor amigo do Frankteen. Fato comprovado ainda mais com a conversa que ela tem com ele, sobre todo o blah blah dele aproveitar a bebedeira e sua vulnerabilidade. Ainda fico em dúvida se ela realmente está grávida ou se tudo é incenação, que se for realmente, parabéns a Diana Agron que atuou muito bem durante todo episódio.

Um dos pontos que mais chamou a atenção, foi o destaque maior a personagens como Kurt e mesmo todo o dilema enfrentado pelo casal “Wannabe “Perfect” Prom King & Queen“, porém a trama da Mini-Drama Queen continua sendo explorada de forma marcante, até por que ela é sem dúvida a personagem mais “intensa” de todas, provocando diversas cenas ao longo do episódio. Quando o Mr. Gold-Digger distribui as partes da música “Tonight” do aclamado musical “West Side Story“, vemos nitidamente florecer em Rachel,  aquela garota mimada, que tenta impor a todos suas exigências. Dizer que o papel de Maria (moçinha do filme) é dela desde quando ela tinha um ano de idade, foi totalmente a cara dela, perdendo então a oportunidade para Tina, que terá seu primeiro solo, álias executado de forma muito sólida no decorrer, com excessão do final.

Aproveitando a ruptura, Sue consagra-se como a grande vilã, arquitetando um diabólico plano para enfraquecer o grupo, ou seja, retirando seu elo mais forte: Rachel Berry. Sinistra sua nova união com o Creep Sandy, ainda mais propondo a ele ser o novo diretor criativo (artes,música,teatro e inclusive o Glee Club) da escola.  Claro que ela tem uma carta na manga para convencer o Diretor Higgins, chantageando-o com um humilhante vídeo que ele fez para um comercial da Mumbai Airlines. Facilmente enganada, Rachel cai na cilada das 4 palavras: Liza Minelli. Celine Dion, assim  ela canta  “Taking Chances” de Celine Dion, sem dúvida mostrando por que é fã da cantora, representando-a muito bem. Vale o diálogo seguinte  em que Will a confronta quando ela diz que ele não gosto muito dela:

“That’s not true. I’m your biggest and sometimes only fan.” e ela rebate depois com “Sounds awfull but i’m the best in here. I try the hardest and i wanted the most”.

Fica nesta linha toda a explicação de seu comportamento: ela excessivamente pensa em seu sucesso e esqueçe que seus colegas gleekers: Finn, Artie, Mercedes, Kurt e Tina também merecem a chance de brilhar ao seu lado, como um time, que sem essa união nunca poderá concorrer aos prêmios regionais. Mesmo sendo sugada para o “Dark Side“, espero que a Mini-Drama Queen amadureça e retorne ao lugar que pertence.

Finn num momento de total sinceridade visualiza seu ameaçado futuro, agora que “será pai “, assim pede ajuda a Will, para que este ensine os garotos a dançar, para que se soltem mais e deixem de envergonhar a todos, inclusive eles mesmo com a série de derrotas que o time tem tido. Considerando que classicamente Finn precisará mais do que nunca da bolsa para a faculdade. Porém é do Mr. Fabulous todo o brilhantismo deste episódio, carregando como maestro boa parte das cenas em que ele contracena com os demais. Novamente seu hino “Single Ladies” serve como pano de fundo para todo o desfeixo do crucial jogo de futebol que eles terão. Incrivelmente, deixando toda a vergonha do já tão humilhado time, Finn convence todos a fazer a famosa “Diva’s Dance” e assim conseguem marcar um touch-down e vencer a partida após outro incrível chute do Mr.Fabulous.

“Never let the enemy know you. Our greatest weapon could be a element surprise.

Essa altura Chris Cofler parecia não conseguir mais surpreender, porém eis que sim, ele volta a brilhar. Numa clássica cena “saindo do armário“, Kurt revela ao seu pai que é gay. Este por sua vez diz que sempre soube, desde seus três anos, quando queria enlouquecidamente de presente de aniversário um par de sapatos com salto alto.

“Being part of the Glee Club and the Football Time show me that i can be anything. And what i’m is…..I’m gay, dad”

Podemos fazer um fácil paralelo entre ele e Rachel, pois ambos sabem quem são e o que querem ser, mesmo que com certa dificuldade. Porém Kurt sai na frente, pois além de ser autêntico, pensa também nos outros, mas também temos que considerar que sua determinação é menos evidente que a de Rachel. E por fim mas não menos importante, Glee Club agora tem 12 componentes, pois três garotos do time de futebol se juntam aso Gleekers, entre eles Puck. Que venham os Regionais.

Dia 30 parece que será incrível, pois o programa trará a convidada mega especial de Kristin Chenoweth (Pushing Daisies), atual vencedora do Emmy de atriz coadjuvante.

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Glee (1.03) – Acafellas

Setembro 21, 2009

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I Wannaaaa Sexxxxx Youuuuu Uppppppp

Primeiramente gostaria de explicar que estes reviews serão diferentes dos convecionalmente apresentados no Portal Séries. Visualmente são enormes, eu admito, porém senti que Glee deveria ser feito de outra forma, sendo assim não conseguiria resumir e deletar diversas partes, por isso os reviews serão divididos por momentos musicais e alguns momentos que aponto como revelantes para explicar o episódio como um todo. Glee chega a seu terceiro episódio e já apresenta alguns sinais característicos que me fazem acreditar no incrível potencial que a série pode ter daqui pra frente. Em episódios como esse vemos a série se distanciar somente dos seus momentos musicais relacionados ao Glee Club e assim mergulhar um pouco na dimensão do drama e desenvolvimento individual de alguns dos personagens. Acafellas mostra um amadurecimento diferente do apresentado nos dois primeiros e consegue de forma plenamente satisfatória entregar um resultado direto porém marcante. Por traz de alguns sentimentos aflorados, descobrimos revelações surpreendentes que ao mesmo tempo não são tão surpreendentes, considerando a forma com que são colocadas.

Escutei algumas opiniões de pessoas essa semana, que por conhecimento sei que não estão habituadas a acompanhar esse tipo de história mas que resolveram dar o braço a torçer ao assistir Glee. Mesmo o resultado não sendo satisfatório a eles, comprovou-se que Glee será efetivamente apressiado por pessoas que “compram” esse tipo de idéia e que realmente conseguem analisar uma série como essa além do que ela aparentemente mostra. Comparações são inevitáveis, porém ainda acho que Ryan Murphy traz algo de inovador para a televisão, deixando a critério de quem o vê, interpretar desta forma ou não. Pela primeira vez a série traz atores convidados ao seu elenco, entre eles Victor Garber(Alias) interpretando o pai de Will, numa cômica cena que resultou a revelação da gravidez de Terri aos pais dele, ressaltando a cara de “WTH i’m gonna do” dela ao saber que ele soltou a informação sem ao menos ela pensar antes o que fazer, considerando que não existe bebê nenhum. É bom ver o Garber interpretando um pai diferente do Papai Bristow de Alias (2001), aliás era uma das séries que mais gostava.

Momento “Amamos você, mas…”: Percebe-se que Will transmite intenso amor e dedicação aquilo que faz com o Glee Club, porém é notado sua falta de experiência com coreografias. Mr. Shue é colocado na parede pela primeira vez, muito por influência das Evil Cheerios sobre a Mini-Streisand, que por questão de lógica destaca-se novamente como porta-voz do grupo. Ainda me lembro do Mr. Falsetto Fashion perguntar a ela quando foi que a elegeram representante, porém é inegável pensar em outra líder, considerando o quão impulsiva, determinada e por vezes irritantemente decidida ela consegue ser. Aliás será interessante ver eles tentarem contratar Dakota Stanley, um consagrado coreografo do vibrante Vocal Adrenaline, o principal coral do campeonato regional.

Ver o Mr. Shue tomar controle de seus desejos e ter coragem de romper algumas barreiras foi bastante interessante, ainda mais considerando o excêntrico grupo de pessoas com quem ele decidi unir forças: Howard: The Countdown, Kevin: The Coach; Henri: The Fingers, que teve um inusitado acidente devido ao seu vício em xarope pra tosse que resultou na perda de seus polegares. Eis que nasce o grupo: Acaffelas.

Primeiro Momento Musical:This Is How We Do It” by Montell Jordan, cujos ensaios iniciam-se na casa de Will, para desespero de Terri. Por mais embaraçoso que eu ache os números que envolvam hip hop e outros clássicos do gênero, começei a apreciar mais, até consegui gostar de “Gold Digger”, após rever  o segundo episódio duas vezes. Como digo, é uma questão de hábito. Mudando de assunto é hilário ver que Will acha mesmo que o fato dele ter uma boy-band e estar mais confiante, melhorou o “apetite” de sua esposa por ele.

Toda aquela tensão presente entre os protagonistas confirmasse no momento em que Mini Streisand e Mr. Frank-Teen discutem a respeito dela ter “ofendido” o Mr. Shue e por assim tirado toda a confiança que ele tinha em treiná-los. Todos os componentes parecem estar de acordo com a contratação de Dakota, menos o Frank. Apesar dele próprio não saber que ele é a plena definição da palavra clichê (esteriótipos e padrões), acho interessante essa química  entre o cara popular e a garota que todos zoam, pois diferente do que normalmente é, Rachel desempenha o seu papel de maneira mais segura e convicta, jogando na cara dele que está sim rolando algo entre eles, porém ele não tem coragem de admitir.

O destaque do episódio sem dúvida vai para outra excêntrica dupla, Mercedes e Kurt, brilhantemente representados Amber Riley e Chris Cofler, que transmitem um verdadeiro sentido de amizade, que pode ser facilmente visto na vida real, pois os atores se tornaram muito próximos desde o ínicio das gravações. Uma Diva Fashion em conflitos, sentindo-se sozinha e carente de uma companhia masculina, porém seu único referencial é seu amigo Falsetto Fashion, que nitidamente mostra exuberância no seu modo de vestir e falar e que reconhece seu baixo potencial na “cadeia social escolar”, porém sempre tenta parecer superior perante tudo isso.

Segundo Momento Musical: “Poison” by Bell Biv Devoe, apresenta o Acafellas para uma pequena audiência entusiasmada com as novas celebridades locais. E não é que os garotos viraram sensação, saindo até na capa do jornal da cidade, extremamente elogiados por sua desenvoltura e conexão com a platéia.

Terceiro Momento Musical: “Mercy” by Duffy, confirma que o Vocal Adrenaline tem uma queda por hits de cantoras britânicas, porém essas canções se encaixam perfeitamente no estilo do grupo, trazendo sempre uma apresentação cheia de groove e atitude. Vestidos com os tradicionais uniformes azuis e preto, os garotos e garotas esbanjam a ótima coreografia além dos potentes vocais, mostrando realmente por que são o último grupo vencedor dos regionais. Nem sempre por traz desta mágica encontra-se um mágico simpático, sendo assim eis que surge The Cruel Dakota, um cara baixinho extremamente autoritário e careiro por sinal (8 mil dólares por número).

A ascensão dos Acafellas parece estar correndo risco, após a saída de dois membros do grupo, um que voltou ao vício dos xaropes e o outro que por problema de auto-estima sentiu finalmente a pressão. Frank-Teen parece também sucumbir a pressão, pensando em desistir do Glee Club, pois não aguenta mais ser taxado por todos e nitidamente está contra as decisões tomadas pela  Mini-Streisand. Puckerman surpreende ao se candidatar ao Acafellas, além de Frank-Teen que busca novas direções ao seu talento, além de também tentar trabalhar sua confiança. Sendo assim, novas oportunidades surgem e novos intregrantes compõem o até então desfalcado grupo.

Momento “Intervenção Gay”: Apresentada a famosa fórmula do amigo gay, aquele que apresenta todos os sintomas e mesmo assim não consegue visualizar desta forma. A garota por vezes parece também não enxergar, sendo assim, Diva Fashion transfere sua carência e solidão ao intenso carinho e presença de seu Falsetto Fashion, talvez a pessoa menos apropriada para corresponder seu sentimento. Mercedes deixa claro para Rachel e Tina que Kurt é o que mais se aproxima da realidade dela, nitidamente uma excluída da cadeia social e desta forma ele cumpre suas expectativas para um rapaz pois a trata de forma decente e consegue entender exatemente o que ela passa, pois ele também passa pelo mesmo. Ele pode não ser suficiente ao olhos dos outros, mas para ela é  muito.São momentos como estes que vemos o quanto Glee se distanceia do pastelão drama teen presente na atualidade, pois não aborda o tema da homessexualidade simplesmente por abordar ou simplesmente por que está na mídia e é bom pra “escandalizar”. Acompanho a um bom tempo os dramas teens  e posso contar inúmeros shows que usaram desse artifício para angariar somente audiência.

Quarto Momento Musical: “Bust Your Windows” by Jazmine Sullivan, apresenta o melhor número do episódio pois nele fica evidente a ascensão de uma diva ao estrelato. Pela primeira vez, Mercedes recebe um solo que apresenta todos os indicios de quão excelente cantora ela é, além de possuir uma personalidade digna de uma diva. Rebeldemente estoura as janelas do super-poderoso carro de seu não correspondido amor e  coordena as provocativas cheerios numa sensual coreografia destrutiva, exemplicando por que é a grande voz por trás de Glee. Vi numa entrevista que a atriz fez teste para o American Idol, porém recebeu um NÃO, mas diz que aprendeu muito com isso e agradece a negação pois pode melhorar e chegar aonde está agora.

Momento “Intervenção Dakota Stanley”: Uma coisa realmente não entendi: Como ele aceitou coordenar o grupo? Pois um simples “Car Wash” não seria suficiente para arrecadar fundos para contratá-lo, mas lá estava ele com seu “charme e carisma” caractetísticos. Dakota representa o nazismo do entretenimento, impondo, mutilando e humilhando tudo e todos que vee pela frente. Corta Artie, por este ser cadeirante, Mercedes  por seu peso, humilha Kurt ao chamá-lo de feioso inflamável, Rachel por seu nariz grande e Finn por sua cara de drogado e seu tamanho fora do normal. Se ele acha mesmo que estava ali para dizer a verdade, ele realmente nunca se olhou no espelho.

Momento “Consagrou-se uma líder nata”: Apesar de ter sido influenciada em suas atitudes ao contratá-lo, Rachel chama novamente a responsabilidade para concertar talvez o pior do erros que cometera: Esquecer quem eles são realmente. Assim, num surpreendente diálogo, nossa Mini-Streisand (comparação de seu nariz grande com o da cantora Barbra Streisand), consegue trazer a união de volta ao Glee Club. Achei muito legal cada um destacar seu diferencial e compará-lo ao de uma pessoa famosa, que mesmo sendo diferente conseguiu se destacar e mostrar seu  talento. Barbra Streisand foi taxada sempre por seu nariz, mas mostrou que era muito mais que isto quando atuava e cantava ou que J.Lo tem um traseiro muito grande ou Curtis Mayfield, que fez mais sucesso como músico e compositor depois de ser cadeirante. Para aqueles que ainda não entendem o por que da existência de Glee e o por que dele ser tão especial, pelo menos pra mim, deveriam assistir essa cena, pois ela resume tudo de forma tão simples.

Quinto Momento Musical: “I Wanna Sex You Up” by Color Me Bad, consagra o repaginado Acafellas, que agora conta também com a participação do estranho ex-professor do Glee Club, Sandy, que possui uma obessesiva paixão por Josh Groban, cantor clássico que já fez participações no seriado Ally McBeal (1997) e que participa como convidado deste episódio, interpretando ele mesmo. Sandy sempre se mostrou uma pessoa bizarra, mas sua obsessão pelo cantor foi além dos limites, obrigando o mesmo a encaminhar um ordem de restrição ao Psico-Sandy, que telefonava, mandava cartas e pedaços de cabelo ao cantor. Quanto aos Acafellas, podemos ver o talento de Puck sendo colocado a prova e incrivelmente como ele corresponde as expectativas, assim como os demais rapazes liderados brilhantemente por Will, que canta e dança como nunca havia feito antes. Esse momento foi de extrema importância para o Glee Club também, pois o Acafellas despertou em Will e Finn a confiança e a famosa “chamada de responsabilidade” que o grupo exigia deles como figuras centrais, juntamente com Rachel. Porém não podemos esquecer que Artie, Kurt, Mercedes, Tina e mesmo Puck, Quinn e as Cheerios compõe essa bem sucedida fórmula nada convencional.

Momento revelação: Mostrando seu “D” de drama, Chris Cofler mostra um Kurt vulnerável que se revela pela primeira vez a alguém como gay, porém mesmo tratando-se de Mercedes, ele deixa claro quão difícil é ser diferente desta forma e quão assustador é a possibilidade de revelar isso aos demaiss. Foi tão sincero que conseguimos sentir realmente o desespero dele ao confessar. Grande atuação e interação novamente entres esses dois personagens, que tornam-se cada vez mais parte fundamental da história. Por falar em revelação, Quinn mostra um lado mais humano, ao conversar com Sue, que as tem usado para derrubar o Glee Club. Revela quão grata é por aprender uma valiosa lição:  “Acreditar em si porém sem derrubar os outros no processo”.

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Glee (1.02) – Showmance

Setembro 11, 2009

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Yeah Push It…. Glee is back….

Conforme comentei no Mini-Cast #2, Glee é uma das grandes apostas para fall-season e com certeza gerou muita agitação na mídia, com toda a divulgação fervorosa (cenas musicais, propragandas estilo “You’re Glee or Gleek“, entre outros) do canal FOX, que nitidamente aposta na série como uma das mais promissoras já apresentadas. Resta saber: Cumprirá tal destino? Em maio, Glee fez sua pré-estréia, conquistando-me de imediato, com sua forma tocante e inteligente de conduzir uma história que tinha tudo para ser recheada de esteriótipos já tão familiares ao público. Pode soar exagerado, mas o piloto entrou para minha lista de favoritos de todos os tempos, pois ainda me veem lágrimas aos olhos só de pensar ou mesmo assistir novamente “Don’t Stop Believin’ “. Showmance tem a função de continuar o excelente trabalho deixado pelo piloto e sem sombras o cumpri de maneira satisfatória. Alguns “issues” são nítidos, a exemplo dass gravações que são sobrepostas nas cenas, resultam um pouco na falta de sincronização nos lábios. Este não conseguiu ter um momento digno do anterior, mas ainda é muito cedo para votar ou julgar. Mudando  o foco, pensei na maneira como iria fazer os reviews da série, pensei no jeito formal de sempre, mas resolvi me inspirar no nome do coral e assumir New Directions.

Will após ter tomado uma arriscada decisão ao assumir o comando do coral, pareçe estar confortável e seguro com sua escolha, porém ele terá que enfrentar muito mais do que simplesmente coordenar a garotada. Mattew Morrison (Hairspray e Footlose – Broadway) traz um senso de sinceridade e honestidade ao seu personagem, fazendo-nos acreditar realmente em sua capacidade como líder de um grupo tão diverso de pessoas. Já ficou bem claro que sua grande rival será sua colega de trabalho, a treinadora de cheerleaders, Sue, interpretada pela Jane Lynch (Party Down, Two And a Half Man). Foi interessante ver o constante conflito entre eles e as nítidas tentativas dela sabotar o coral, alegando que ele não tem candidatos suficientes para se inscrever nos torneios, que exigem um grupo de pelo menos 12 e tudo que lhe resta é metade disto.

Primeiro momento musical: “Le Freak” by Chic, mostra os garotos se arriscando no Disco, mesmo que contra sua vontade, já que Will parece ser o único a concordar em apresentar este número para a escola inteira. Will, vamos acordar: “The Disco is sooo over”. Como diria Simon Cowell (American Idol) : ” Too old-fashion for me” .

Família, o próprio nome já diz tudo, podendo sentir na pele a angústia de Will com a visita da irmã de Terri, seu marido e os três pequenos “anjinhos”, neste momento lembrei aonde estaria a  Pam( True Blood) para cuidar deles. Ironicamente a cena faz menção ao “American Dream”, o esteriótipo da vida perfeita, da casa perfeita, da família perfeita e blah blah blah, que na prática sabemos que é tudo bem diferente do que aparenta.

Segundo momento musical: “Gold-Digger” by Kanye West, mostrou sem sombra de dúvida que essa versão poderia ser facilmente  descartada do episódio. Me senti envergonhada por eles ao vê-los interpretarem essa música. Nada parecia combinar e naturalmente Mr.Schuester encarnando o Kanye West não foi nada cooool.

Um pouco de romance nunca faz mal, afinal Emma nutre uma paixão “não tão disfarçada” pelo Will-Digger e Rachel começa a ter sentimentos incontroláveis por Finn, que até resultam nela indo ter uma conversa com o vaso sanitário. Achei mega relevante a introdução do “Salvation Club“, mesmo tendo como membras, garotas cheerleaders de vestidinho curtinho. Na minha opinião esse é um dos grandes momentos, pois mostrou mais uma vez quanto Lea Michelle (Spring Awakening) traz brilho e autenticidade a excêntrica e entusiasmada Rachel. Quando falei no review sobre o piloto, Glee é uma série que trata o universo High School sem todos aqueles tabus que envolvem os jovens. O discurso que Rachel faz revela que aquelas reuniões são uma farsa, pois os hormônios não conseguem disfarçar o que eles sentem, assim iguala as vontades femininas às masculinas. Yeah babe, you gooooo girl.

Momento “Humildade”: Quão honroso é ver Will trabalhar de faxineiro na escola para poder ganhar um salário de verdade, considerando que não ganha nada com o New Directions. Tudo isso para proporcionar o “American Dream” a sua mulher, nitidamente uma lunática sem noção de prioridades.

Momento “Cai na real“: Emma não parece querer esconder muito o que sente por Will, sendo assim recebe um “Ulimate Fight” do treinador Ken, que acha um absurdo ela ficar se humilhando por um homem casado, enquanto ele nitidamente quer levá-la pra sair, fato que ela acaba por aceitar. Confesso que até eu gostei da atitude direta do Coach.

Terceiro momento musical: “Push It” by Salt’n Pepa, trouxe o momento mais inusitado e como diria Sue “a mais ofensiva que a adaptação escolar do musical Hair. Novamente a pro-ativa Rachel decidi zelar pelo “mínimo” que ainda lhes resta da dignidade social, convencendo seus colegas com uma coreografia “Sexy, Ugly and Dirty”. Foi impagável quando Kirk bate na mão do Finn e depois bate na bunda dele. Pude sentir a vontade do garoto em abrir um buraco no chão para se esconder. Mesmo soando cafona e estranho aos olhos comuns, essa turma rende mais um marcante momento de puro humor e entretenimento. Claro que Rachel acabará sendo punida por tomar uma atitude tão drástica como essas.

Quarto momento musical: “I Say a Little Pray For You” by Aretha Franklin, traz uma nova faceta das garotinhas do pompoms, numa  forçada interpretação do clássico da divã Aretha, Quinn e suas colegas esbanjam sincronia na dança e charme, pois a cantoria em si foi bem ddesincronizada. Mal posso esperar pra ver como irá funcionar o coral e a batalha de gigantes entre a Bitch-Virgin-Queen e Geek-Drama-Queen, uma tentando recuperar e a outra tentando conquistar o Poor-Goofy-Guy. É interessante ver a Bitch sentir-se ameaçada pela Geek, mais um ponto para os Gleeks.

É revoltante ver a Terri agir daquela forma, forçando situações, fazendo Will se desdobrar em cinco para atender suas vontades e descobrirmos que no fim das contas ela não está grávida. Como será aproveitada essa trama no meio da história será uma questão a se discutir, pois ela reforça mais afirmando que espera um menino.

Momento “Teu homem é meu agora, querida”: Descontraidos ao piano, Finn e Rachel tem uma sincera conversa. É fácil ver a química que esses dois tem juntos, desde quando cantam ou se movimentam perto um do outro. É tão sincero quando ele confessa que senti algo quando ela canta e claro que muito esperta ela põe seus lábios a disposição e não é que ele corresponde, porém nem tudo pode ser controlado nessa vida, certo rapazes. Por mais constrangedor que seja, foi muito engraçado vê-lo recordar do acidente em que ele atropela um homem, devido ao mesmo problema em seu “maquinário”.

Quinto momento musical: Take a Bow” by Rihanna, mostra o lado sentimental e por vezes dramático de Rachel, que interpreta belissimamente a canção, com excelentes alcançes das notas altas e com expressividade tremenda, pois acabará de receber a nóticia que perdera seu solo para Quinn. Pode parecer estranha a atitude de Will, mas é neste momento que a magia acontece, pois Glee is about fun and you’re not always be the start but i’ll do my best to make sure that you’re always have fun”.

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Glee (1.01) – Pilot

Setembro 3, 2009

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Com muito prazer inicio mais um review aqui no Portal. Confesso que quando começei a procurar sobre Glee, três coisas me deixaram preocupadas: o tema, o criador e a comparação. Quanto ao tema, retrata um coral excêntrico em um colégio público norte-americano. Quanto ao criador, Ryan Murphy, criador da antiga Popular(também sobre o high school universe) e da atual Nip/Tuck(série bizarra sobre o cotidiano de dois cirurgiões plásticos). Quanto as comparações: junte a dança, a cantoria e o universo High School. O que passa na sua mente?? Seria Glee uma versão transformadamente excêntrica de High School Musical, o megahit do Disney Channel?! Roupas vermelhas, um garoto que é esportista e ama cantar, os amigos que vão contra seu sonho, a garota que persegue a todo custo o doce sabor do reconhecimento e da fama. Tudo isto a olhos comuns faz Glee parecer-se com muito que já foi produzido, não somente com HSM. Porém Glee talvez venha a surpreender muitos com seu formato diferente e por que não único. Poucos criadores de série conseguem trabalhar num tema já comum e transformá-lo de maneira peculiar em algo que pode sim fazer diferença na próxima fall-season. Por trás das músicas, coreografias e citações modernas, Glee mostra um universo decadente, de pessoas que a todo custo tentam chamar atenção e se destacar. E quando um protagonista que parece ser perfeito e sem problemas diz que todos ali no colégio são LOSERS, já conseguimos ver qual o propósito de criar tal história.

Vamos pensar além das comparações e frases prontas. Deixo claro que darei uma grande chance para Glee me conquistar cada vez mais, assim como conquistou com sua estréia. Ryan Murphy a seu modo, deixa registrado em seus trabalhos sua visão crítica sobre a sociedade americana, por vezes de forma simples como em Popular, explícita como em Nip/Tuck e sútil como em Glee. Brilhantemente o até então desconhecido elenco, trouxe uma particularidade diferente a série, pois essa mesma característica faz tudo soar de forma mais natural, sem aquela ofuscação do rostinho perfeito dos protagonistas. Com um elenco carismático, roteiro atual e divertido, interações interessantes entre personagens, que mesmo sendo tão diferentes compartilhar um mesmo sonho: O amor pela música. Como fã incondicional de musicais e dança no geral(não que eu saiba fazer ambos, confesso), vejo que esse gênero comumente veem a agradar mais o público feminino. Mas adianto, não veja Glee somente como um musical, pois atrás daquele palco existe uma idéia interessante e que tem tudo para dar certo através do direcionamento correto. Torço para que não a superestimem devido ao marketing excessivo, pois ela tem potencial para tornar-se uma das maiores surpresas da televisão nos últimos tempos. Posso estar exagerando mas esses são os votos de uma fã incondicional do gênero.

Falando agora propriamente do piloto, consegui sentir empatia pelos protagonistas, algo que geralmente não costumo fazer, ainda mais tratando-se do garoto popular jogador de futebol americano e da estranha garota que busca freneticamente a fama. Neste aspecto, por mais clichê que os dois pareçam ser, eles conseguem expressar nitidamente aquela boa impressão inicial de suas personagens, algo que fica evidente quando ambos cantam separadamente e belissimamente quando cantam juntos. Lea Michele provavelmente faz sua estréia na televisão, pois é um jovem atriz conhecida por alguns papéis na Broadway, entre eles, no renomado musical teen vencedor de 8 Tony Awards, “Spring Awakening”, no qual uma de suas músicas(“Mama Who Bore Me”) foi cantada pelas “atrizes” de 90210 em um dos episódios da série. Dispenso apresentar os personagens, pois o Marco e o Aguerra já fizeram isto muito bem por sinal. Destaco além dos protagonistas, o importante elo com o professor de espanhol e agora tutor do Glee Club, Will e claro a fundamental a DRAMA-ticidade de Kurt, a DIVA-licidade de Mercedes, a NERD-icidade de Arty e a INTEN-sidade de Tina.

Como fazer alguém que não tem auto-confiança lutar pelo que deseja? Como colocar sua alma e sua paixão em algo, sem se importar com quem o está julgando? Como escolher uma caminho quando todos os puxam para outra direção? Como fazer sua voz ecoar na multidão? Como arrancar um sorriso, uma lágrima, um aplauso, uma vaia, um incentivo ou mesmo um puxão de orelha. Acho que essas são as lições que podemos tirar, sei que novamente posso estar equivocada para alguns. Senti e ainda sinto algo muito revigorante todo vez que escuto a versão emocionante da música “Don’t Stop Beliving” do Journey e a animadissima versão de “Rehab” da Amy Winehouse.

Confesso estou ansiosa pelo segundo episódio da série dia 16 de setembro.

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Fotos promocionais do elenco de Crash, The Vampire Diaries e Glee

Agosto 8, 2009

Sem títuloHoje durante o dia foram lançadas várias fotos promocionais de três séries. Crash, que foi renovada para uma segunda temporada pelo canal Starz, foi uma das estreias menos faladas do ano passado. Esta série é uma adaptação televisiva do filme de 2005 com o mesmo nome e que ganhou o Óscar da Academia. Já The Vampire Diaries e Glee são duas novas produções que estreiam em Setembro deste ano. ‘Diaries’ conta a história de uma adolescente que está dividida entre dois irmãos vampiros, sendo um mau e outro bom. Glee é a nova série do mesmo criador de Nip/Tuck que já teve o seu piloto exibido em Maio de 2009, gerando boas críticas com todo o seu formato musical e adolescente.

CRASH – SEGUNDA TEMPORADA

THE VAMPIRE DIARIES – ESTREIA

GLEE – ESTREIA







Saiba tudo sobre Glee, a nova série de Ryan Murphy

Maio 3, 2009

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Glee é a nova série do criador de Nip/Tuck, Ryan Murphy, argumentista que criou três temporadas excelentes desse drama médico. Infelizmente, a série perdeu qualidade a partir da quarta temporada, mas estamos aqui é para falar de Glee, e não dos altos e baixos da série do FX. Para quem não sabe, Glee é uma série de comédia, que junta um estilo musical, mais ou menos no estilo de High School Musical (pelo que ouvi falar, pois nunca vi os filmes, seriously!), que estreia no dia 19 de Maio na FOX. Contudo, a temporada só começa a ser exibida na fall season que começa em Setembro.

HISTÓRIA

Will Schuester é o protagonista deste musical que tem como acção principal o coro dos estudantes menos populares da escola secundária de McKinley. O professor de espanhol (Will), tem como objectivo voltar a erguer o Glee Club, mas isso não vai ser nada fácil, devido à baixa reputação que ele tomou após alguns incidentes e mesquinhices do passado. Mas ele vai precisar de toda a ajuda necessária, e é aí que entram a Rachel e o Finn, dois estudantes ‘mais’ populares do que os restantes do clube.

Ao longo dos treze episódios que compõem (pelo menos, inicialmente) a primeira temporada, o Glee Club vai tentar voltar ao auge e ganhar o maior concurso do país. Mas será que a tarefa vai ser fácil? No meio de tantos alunos trapalhões, é óbvio que Will Schuester tem uma árdua tarefa pela frente, principalmente quando a sua vida familiar também não vai indo muito bem. A seguir podem conhecer melhor os personagens e depois ainda ver o material promocional que já saiu até agora.

PERSONAGENS

(por Aguerra)

A nova série da Fox, Glee, é protagonizada por Matthew Morrison, que interpreta Will Schuester, um professor de espanhol em Ohio, na escola acima mencionada. A personagem é um optimista, mas a tarefa que tem pela frente não é nada fácil. Will Schuester tem como desafio restaurar a alegria do grupo coral da escola, Glee Club. Temos um professor cheio de força de vontade e optimista que consegue levar os alunos à competição nacional, enquanto do outro lado temos os alunos desmotivados após os tais incidentes que aconteceram no grupo.

Alguns exemplos são Kurt, interpretado por Chris Colfer, um nerd com uma personalidade um pouco conflituosa, para além da personagem de Amber Riley, Mercedes, que não quer cantar no coro, procurando as luzes da ribalta. Ainda temos Tina, com medo do palco e Arty, participação de Kevin McHale, também já visto em True Blood, que interpreta um guitarrista que atrai mais problemas que raparigas.

Além destes, dentro deste grupo também se incluem mais dois actores: Lea Michele e Cory Monteith, que interpretam, respectivamente, Rachel Berry e Finn Hudson. Com personalidades completamente contrárias, a vida de estes dois estudantes encontra-se no grupo coral. Rachel Berry, perfeccionista, aparentemente com boas notas na escola, que encontra no grupo coral o seu caminho para a fama. Pela caracterização parece que será uma rapariga pouco popular pela escola e com poucos amigos. Finn Hudson é totalmente diferente. Jogador de futebol americano, a Finn foi-lhe dada uma voz poderosa, que irá utilizá-la no Glee Club. Tem como companheira Quinn, interpretada pela actriz Dianna Agron, que teve uma participação em Heroes durante a segunda temporada. Para além disso conta com a ajuda do seu compincha Puck, que, como o nome indica, tem a arrogância na sua personalidade.

Por último, temos as participações de Jessalyn Gilsig, que já passou por séries como Nip/Tuck, Heroes ou Friday Night Lights, que interpreta a mulher de Will (Terri Schuester) e também podemos ver Jane Lynch, que já teve participações, por exemplo, em The L Word e Two and a Half Men, e que interpretará a treinadora da claque, Sue Sylvester.

MATERIAL PROMOCIONAL

Trailer estendido e vídeo promocional:

Elenco de Glee:

Fotos Promocionais do Elenco:

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Fotos Promocionais do primeiro episódio:

Posters: