E o primeiro cancelamento dá pelo nome de TBL

Setembro 26, 2009

beautiful-life1Pois, é o que dá ter audiências fracas, já se sabe o que vem a seguir: cancelamento. Com audiências muito fracas (1,1 milhões no segundo episódio com um rating de 0,5 na faixa dos 18-49), a série estrelada por Mischa Barton fica-se pelo segundo episódio.

A série sai assim da emissão, dando lugar as repetições de Melrose Place, que passa no dia anterior, e que se espera que consiga aumentar as audiências para a emissora, que está muito mal nessa área.

A CW tem de pensar muito bem o que anda a fazer, pois a aposta em dramas adolescentes já se viu que não dá. A emissora respira cada vez pior, e de caminho nem com máquinas sobrevive. O que seria má notícia para Supernatural ou Smallville, pois, segundo o que leio, ainda se vão safando em termos de qualidade (principalmente a primeira que a segunda). Esperemos que não aconteça.


CW ordena mais OTH, Melrose e Diaries

Setembro 24, 2009

Sem títuloSegundo o TVGuide.com, a The CW quer ver mais de One Tree Hill, Melrose Place e The Vampire Diaries.

A emissora ordenou uma temporada completa de One Tree Hill constituída por 22 episódios. Neste momento a série está na sétima temporada e constitui uma das melhores audiências do canal, ficando à frente de Gossip Girl e 90210, por exemplo. Quem também ganhou uma temporada completa de 22 episódios foi The Vampire Diaries, que neste momento é o programa mais visto da emissora, que tem como público alvo raparigas adolescentes. Por fim, Melrose Place, apesar das baixas audiências que tem conseguido ao longos destes primeiros três episódios mas tendo uma crítica razoável, ganhou seis episódios adicionais, que totaliza dezanove para esta primeira temporada.


One Tree Hill (7.01) – 4:30 AM

Setembro 21, 2009

normal_othess7e01003As vezes a mudança dá medo, alguns encaram as mudanças como um fim e outros encaram como um novo começo. A verdade é que nem sempre se agrada a todos… One Tree Hill retorna com sua sétima temporada. E olha que é muito bom ver uma série que se estende assim, demonstra que ela tem fãs fieis. E esta nova temporada já começa bem dividida, alguns dizendo que sem o casal Peyton e Lucas a série não será a mesma e outros falando que os dois não fazem falta nenhuma.

Em minha opinião é muito cedo para dizer. Foi apenas o primeiro episódio. E este me agradou, algumas horas nem parecia One Tree Hill, tinha um ar diferente. E pelo jeito a casa de Haley e Nathan vai estar movimentada como nunca, já que os dois novos personagens estão ligados diretamente a eles. A irmã da Haley, Quinn, recém separada e muito simpática, e o agente do Nathan, Clay, viciado em trabalho, gatão e mulherengo, começaram bem, eu acredito que eles vão render muita história. A Brooke e o Julian lindos como sempre, a insegurança da Brooke foi um pouco chatinha, mas tudo certo… Mouth e Skills disputando a permanência no apartamento peladões foi muito engraçado.

Dan me parece super bem, no último episódio que vimos, ele estava a beira de se suicidar e agora virou apresentador ou talvez pastor, sei lá. Também achei o final muito bom, a foto do Nathan com a moça misteriosa foi muito legal, deixou todos ansiosos. Quando ela pediu a ele se lembrava dela eu já fiquei desconfiada. Episódio leve, mas agradável de assistir, os personagens estavam ótimos e a Haley cantando, sem comentários, não da pra ficar sem One Tree Hill.

84


90210 (2.02) – To Sext or Not to Sext

Setembro 20, 2009

90210 2-02Depois de um episódio de estreia da segunda temporada morninho, a volta de Liam prometia agitar o episódio e melhorar um pouco a qualidade. A interacção entre o casal, Liam e Naomi, sempre foi boa e foi um dos aspectos de melhoria da série para o final da sua temporada. E falando em voltas quem também resolveu reaparecer neste episódio foi Jen, por mim bem podia ter ficado onde esteve no primeiro episódio. Para mim não passa de uma personagem irritante, uma vilã muito mal construída e introduzida na história, que se nunca se chegasse a conhecer nada se perdia. E para pior trouxe consigo um Ryan totalmente disposto a lutar por ela, mesmo que esta demonstre pouco interesse e alguma falta de respeito para com o mesmo, este parece ter caído nas garras da leoa e está disposto a dar luta para voltar ao jogo. Naomi que para mim começou a série meio em baixo, como sendo uma personagem irritante acabou por se tornar hoje numa boa personagem da série com os focos todos apontada para ela, roubando muito bem o protagonismo a Annie.

Por falar em Annie a perda de tempo de antena desta personagem acabou por se revelar benéfica para a série, poucos minutos de Annie no ecrã são o suficiente. Ela que neste episódio viu mais um revés na sua vida, depois de afogar as mágoas no álcool e de ter tido sexo com Max, vê a sua intimidade ser exposta perante toda a escola. Teddy também veio agitar as águas de Beverly Hills principalmente entre Navid e Adrianna, Navid não consegue esconder os ciúmes que sente com a presença de Teddy, o facto de ter sido o primeiro de Adrianna e de esta estar em tempo de espera para se entregar ao amado não está a fazer bem ao casal. A cumplicidade entre Teddy e Adrianna é evidente e Navid já notou isso e não tem conseguido lidar bem com o assunto, chegando mesmo a fugir um pouco à personalidade que nos veio habituando, colocando mesmo em hipótese publicar a foto de Annie em detrimento da entrevista a Teddy, dar pontos e trunfos ao suposto adversário não faz parte dos seus planos mesmo que para isso tenha que infringir alguns dos seus princípios morais.

Mas não foi só o namoro entre Navid e Adrianna que Teddy veio agitar, depois de no episódio passado se ter percebido alguma ligação deste ao acidente que envolveu Annie, neste episódio temos a confirmação foi Teddy que encontrou o mendigo morto na estrada e promete atormentar um pouco mais a vida de Annie nos próximos tempo. Gostei um pouco mais deste episódio, a introdução da família de Liam no trama foi agradável conhecer mais um pouco de Liam e o seu ambiente familiar, bem como os minutos dados à personagem não foram desperdiçados. O facto de o episódio não ser centrado apenas no trio também foi benéfico. Trio esse que a meu ver, toda aquela cumplicidade absoluta e total entre Naomi, Adrianna com Silver foi um pouco forçada. Silver, que durante mais de metade da época andou de costas voltadas tendo como principal rival e inimiga de estimação Naomi e a sua convivência com Adrianna também era reduzida, e boom, no inicio da temporada friends forever. Achei que neste episódio o trio já me conseguiu conquistar mais um pouco.

Aspectos positivos:

– Em tempo de eleições, o tempo de antena dado a Liam produziu votos
– Introdução da família de Liam no trama
– Silver a dar um pouco de apoio a Annie, apesar de ser uma personagem irritante, e de muitas pessoas não gostarem de Annie, Silver sempre se deu bem com ela e num momento difícil essa atitude só lhe fica bem, faz lembrar a Silver de outros tempos.

Aspectos negativos:

– Aparecimento de Jen, ainda tinha esperanças que das novidades para a segunda temporada o desaparecimento dela fosse uma das novidades, mas não se confirmou
– Todo o drama que rodeia Annie, muitos devem achar que merece sofrer, e estão a achar o tempo de antena reduzido e todo o sofrimento um ponto a favor da série. Ser acusada de ter dormido com Liam, chamar a polícia, atropelar o mendigo, fugir, perder os amigos, foto nua, discutir com Dixon, e agora Teddy no seu encalço parece surrealismo a mais, uma conspiração todos contra Annie. Tudo o que é demais enjoa também.

70


Supernatural (5.02) – Good God, Y'all

Setembro 18, 2009

Sem títuloSupernatural chegou mesmo para matar toda a gente. O primeiro episódio da quinta temporada foi um excelente começo, mas a nível de acção deixou um pouco a desejar. Tal como o segundo episódio da temporada anterior, aqui também temos o regresso de personagens anteriormente vistas na segunda época: Ellen, Jo e o Rufus.

O episódio começou já com uma grande revelação (pelo menos para aqueles que não lêem spoilers): Deus está vivo e desaparecido. Foi também Deus que ressuscitou Castiel e salvou o Dean e o Sam de morrerem quando Lúcifer foi libertado. O objectivo principal é, neste momento, achar Deus, o único que além de Miguel pode acabar com a mais poderosa força do Mal. Certamente grande parte da temporada será explorada nesta busca pelo Todo-Poderoso mas também espero que não demore os vinte episódios restantes. Adorei toda aquela cena do hospital, adoro quando o Bobby fica mal disposto e desata a disparar as mágoas a torto e direito. Quando os imãos já se preparavam para esta missão, o Bobby lá recebe um telefonema que estraga os planos dos rapazes que já merecem um pouco de descanso.

Colorado. A cidade perfeita para começar o fim dos dias. O ambiente que se vive em Supernatural é do mais negro possível, mas o Eric Kripke (criador da série) insiste que esta é a ‘temporada mais optimista de todas’, em que a força pela sobrevivência vai ser colocada nos limites. Rufus, Ellen e Jo estão no meio de uma confusão tremenda onde um dos Cavaleiros do Apocalipse começa a tornar os humanos uns contra os outros. O elemento surpresa foi um pouco estragado quando eu já sabia que seria aquele actor a interpretar um dos cavaleiros (na altura até me lembrei de Lost, pois tanto o Jacob como o seu inimigo estão compinchas agora na série da CW), mas mesmo assim foi criado um clima excelente à volta desta personagem. Para quem não sabe, existem quatro Cavaleiros do Apocalipse, sendo que cada um tem uma cor e simbolismo específico. Esse que conhecemos agora é o Cavaleiro Vermelho (tal como o carro), que representa o sangue de uma batalha, a Guerra propriamente dita. Os outros três ‘irmãos’ devem aparecer mais à frente e representam a Fome, Morte e Conquista.

Eu já sabia que iriam aparecer os Cavaleiros, mas nunca pensei que fosse tão cedo. Depois de uma luta intensa, cheia de momentos de grande adrenalina, os irmãos lá conseguem tirar o anel que dava o poder ao Cavaleiro Vermelho, mas ele não deve ter morrido e quase de certeza que irá voltar mais à frente. Ao mesmo tempo que essa luta aconteceu, Sam quase teve uma recaída e teve perto de beber sangue de demónio (quer dizer, não era sangue de demónio, mas era isso que ele pensava). O inevitável acontece e os irmãos lá seguem caminhos diferentes, algo que aconteceu na segunda temporada e que acabou por resultar muito bem. Espero que o Ellen e a sua filha voltem mais uma vez antes da série acabar, pois não tiveram nenhuma conclusão neste episódio, nem uma despedida com os Winchester foi mostrada. Em suma, este foi um episódio muito bom mesmo e esta temporada de Supernatural está a caminhar para um nível épico. Vamos ver como as coisas se vão encaminhar, mas eu tenho quase a certeza que não me vou desiludir.

84


The Beautiful Life (1.01) – Pilot

Setembro 18, 2009

TBLThe Beautiful Life: TBL, tinha tudo para agradar, mais, tinha tudo para brilhar! Mas, não conseguiu… Com uma premissa mais do que interessante e com possibilidades de abordar interessantíssimas histórias, concluo que sucumbiram à tentação de mostrarem apenas o trivial, o banal, o dito cliché. TBL resume-se à moda, mais concretamente, em Nova Iorque; mostrando os bastidores desta, ou seja, focando-se em jovens modelos, agentes de modelos e afins. A promiscuidade, droga, sexo e ganância reinam neste mundo e aquele que for honesto, humilde ou sensato, não terá a mínima hipótese… aparentemente. A excepção que comprova a regra é Rayna, uma rapariga de apenas 16 anos que está a entrar, em grande, no mundo da moda, continuando a ser uma rapariga de princípios, apesar de esconder o seu passado a todo o custo. Entretanto, num embate do destino, Rayna conhece Chris.

Chris encontra-se na Big Apple de férias e acaba de ser descoberto num café (o que é interessante, dado que muitos famosos foram descobertos nas mesmas condições, por exemplo: Ellen Pompeo) por Simon, um agente de modelos típico e que mais tarde tenta, sem sucesso, aproveitar-se do aspirante a modelo. Chris é, também ele, honesto, sensato e até ingénuo, e aceita experimentar a actividade de modelo pois a sua família não abunda em dinheiro. As outras personagens são mais do que típicas; Sonja, uma modelo que estava no seu auge mas misteriosamente teve de viajar para o Rio durante alguns meses e que, agora, dificilmente consegue trabalhos como antes; Claudia, a grande “chefe”, uma ex-modelo que tem grande influência no mundo da moda e que tem uma grande intuição; Marissa, uma modelo inglesa, amiga de Rayna, mas que não é de grandes confianças pois parece ser capaz de tudo para atingir os seus objectivos; Vivienne, também, muito influente e adora relacionamentos com modelos mais novos.

TBL2Na ala masculina, Isaac, um bom rapaz, que está na corda bamba, por não conseguir bons trabalhos e que para tal, acaba por oferecer-se a Vivienne; Egan, um modelo que vende drogas e derivados, sem quaisquer problemas ou inibições, mas que acaba por ser preso após vender droga a uma agente disfarçada; e claro, o grande rival de Chris, Cole, um modelo brilhante, que tem uma boa relação com Rayna, faz e tem tudo o que quer e sabe bem como manipular as pessoas. Portanto, desfiles, relações vazias, conflitos e rivalidades, festas e problemas pessoais são o grosso desta série que era, sem dúvida, uma das que eu mais aguardava e mais expectativas me tinha criado. Não consigo concretizar o que foi que faltou ou errou, talvez algumas das representações, ou a banda sonora que podia ser muito melhor. Mas, sei que, TBL, tem tudo para ser excelente, apesar de ter ficado muito-aquém das expectativas.

69


The Vampire Diaries (1.01) – Pilot

Setembro 14, 2009

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Quando comecei a ver e ouvir notícias sobre The Vampire Diaries, a nova série sobre vampiros da CW fiquei francamente desconfiado em relação ao que é que mais uma série sobre esta temática poderia trazer de novo numa época em que True Blood e a saga Crepusculo já enchem as medidas dos fãs dos descendentes do conde Drácula. Quando começaram a sair fotos promocionais e alguns vídeos, as evidências de que a série tentaria envergar por um caminho muito parecido ao de Crepúsculo foram muitas e foi com alguma apreensão que assisti ao episódio piloto da série.

A série está cheia de clichés, vampirescos e de outras espécies. Senão vejamos: uma menina chamada Elena perdeu os seus pais e ficou muito perturbada. Mantém um diário (cuja escrita é também a narração da algumas partes do episódio) onde conta as suas amarguras e vontades de mudar a sua maneira de ser e até visita o cemitério onde os pais estão enterrados para se manter mais próxima deles. O pobre irmão mais novo, também afectado com a morte dos pais, anda por maus caminhos e metido na droga apesar da irmã mais velha, claramente mais responsável o tentar advertir para os perigos da vida. Está apaixonada por uma rapariga mais velha que lhe tirou a virgindade mas que não quer saber dele para nada. A melhor amiga de Elena tem poderes psíquicos que tenta ignorar mas que até a avó lhe diz que são verdadeiros. A outra amiga, que por acaso é  a loiraça Hot habitual adora ser o centro das atenções e conquistar um grande número de rapazes, apesar de parecer ter algum azar com eles. O que temos até aqui? Uma típica série de adolescentes sem nada de inovador.

Entrando noutra zona temos os vampiros. Stephan é o típico vampiro giríssimo, misterioso e irresistível que chega à cidade vindo do nada e que conquista todas as raparigas por que passa. Ao chegar à escola cruza-se de imediato com Elena (a cena do encontrão à saída da casa de banho já podia ser considerada um clássico do cinema) e o amor nasce automaticamente. Pena é que a rapariga que gosta de frequentar cemitérios seja perseguida por um corvo e por uma estranha névoa que são na realidade a personificação de Damon, o irmão Bad Boy que surge na cidade para atrapalhar a vida de Stephan sem razão aparente e acaba até por espancá-lo. A origem do casal central é tão batida que nem conseguimos criar empatia pelas personagens e torcer por elas como acontece noutras séries (veja-se Sookie e Bill de True Blood). Não é preciso nem um mês para que se crie um triângulo romântico entre os dois irmãos vampiros e Elena. Entretanto Stephan tenta integrar-se na sociedade da cidade participando em festas e visitanto a sua amada durante a noite. Por outro lado Damon vai atacando cidadãos incautos como casais de namorados na estrada e meninas desprotegidas em bares.

Resumindo, o episódio piloto conseguiu juntar tantos clichés de diferentes tipos de séries que é difícil saber ao certo o rumo que vai tomar. Não é suficientemente sangrenta para agradar aos fãs de True Blood mas por outro lado não é tão pachorrenta e soft como Crepúsculo tenta ser com os seus actores/modelos electrizantes que fazem as meninas saltar sempre que surgem no ecrã. Sabemos já que Stephan está na cidade porque Elena é a reencarnação de algum amor antigo e que Damon vai tentar impedir que esse amor se concretize enquanto vai mordiscando o pescoço de alguns jovens da região. Mais? Pouco se tirou do episódio que seja verdadeiramente importante. Não sei onde poderá evoluir mais ao ponto de se tornar uma boa série, mas a tentativa inicial de juntar o género Jovem e vampiros parece não ter dado grandes frutos. A banda sonora é boa mas mal aplicada. Os efeitos especiais são bastante fracos (as cenas do voo de Stephan é básica e o aparecimento da névoa muito pouco realista) Esperemos pelo segundo episódio para aí podermos tirar as verdadeiras conclusões mas a série arrisca-se a ser um uma cópia barata que tentou misturar demasiados estilos num só e que falha redondamente nos seus intentos.

70


Supernatural (5.01) – Sympathy for the Devil

Setembro 12, 2009

snapshot20090912114003‘Pilot’, ‘In My Time of Dying’, ‘The Magnificent Seven’ e ‘Lazarus Rising’. Estas são os episódios que abriram cada uma das quatro temporadas anteriores de ‘Supernatural’. Todos eles são grandes momentos de televisão (ok, o ‘The Magnificent Seven’ não é assim tão bom, mas foi um dos meus favoritos da terceira e irregular temporada) e esperava-se que este ‘Sympathy for the Devil’ não fosse a excepção à regra. Depois de uma quarta temporada de fazer inveja a muitas outras séries de televisão, é normal que a expectativas estivessem altas, o pior é quando há desilusão… Se isso já aconteceu com outras séries, por que não acontecer com ‘Supernatural’? Mas será que foi isso mesmo que aconteceu? Das duas uma: ou eu gostei realmente do episódio e do rumo que as coisas estão a tomar, ou então foi uma autêntica porcaria o que aconteceu!

Então pessoal, quem é que pensou realmente, depois desse primeiro parágrafo, que havia sequer a remota hipótese de ter desiludido? Quem viu o episódio sabe que isso é quase impossível, principalmente quem gostou da história principal da quarta temporada. Esta mesma temporada terminou com um grande cliffhanger que foi logo resolvido no primeiro minuto, com Lucifer a conseguir sair do Inferno. Os Winchester estavam ali, mesmo na ‘Boca do Inferno’, prestes a serem as primeiras vítimas do verdadeiro diabo, mas é então que alguém os salva. Ficou explícito no episódio que não foi nem os anjos nem os demónios a terem tal compaixão pelos irmãos, logo, na minha opinião, só resta um ser: Deus! A verdade é quem quer que seja, não quer que eles morram nem passem perto da morte, pois não foi só uma vez que isso aconteceu. Sãos e salvos, eles vão fazer uma visita a Chuck, o tal escritor que consegue sonhar o que vai acontecer no futuro da série. Com eles, uns convidados muito especiais, os melhores amigos de Dean: Zacarias e os seus companheiros. Lá se conseguem livrar deles com aquele truque que o Castiel ensinou ao Dean, mas não por muito tempo.

A primeira arma que deve conseguir mandar Lucifer de volta para o Inferno (mas nunca o matar, pelo que percebi, o que nem sequer faria sentido) é mencionada e é a Espada de Miguel. Miguel, para quem não percebeu muito bem, foi o anjo que mandou, através dessa mesma espada, Lucifer para o Inferno. Como sabem, Lucifer era um anjo igual aos outros mas que não se quis ajoelhar perante os Homens. Mas para infelicidade dos Winchester, eles descobrem que Dean é essa espada e que Miguel precisa do corpo dele para conseguir lutar contra Lucifer, pois Dean é o ‘recipiente’ de Miguel. Espero que surja uma melhor explicação do porquê de Dean ser a Espada de Miguel e, principalmente, a sua relação com toda essa mitologia. Entretanto, temos grandes momentos cómicos com aquela rapariga que é fã do trabalho de Chuck. O que eu me ri com a cena em que ela chega ao Hotel e conhece os dois irmãos. É sempre bom ver que o Kripke tem um carinho especial pelo público fã da série (que é o responsável por ela ainda estar no ar, visto que já teve em risco de cancelamento), e isso comprovou-se a 100% no episódio dezoito da temporada anterior.

O Bobby, a minha personagem secundária favorita da série, voltou para entregar o carro dos rapazes mas foi logo possuído por um demónio. Felizmente a sua força interior conseguiu ser mais forte e esfaqueou-se a si mesmo só para matar o demónio que estava prestes a acabar com Dean. Outro facto interessante dessa cena é o regresso de Meg, que mesmo estando-se sempre a meter no caminho dos Winchester, lá se vai safando. A filha do Demónio dos Olhos Amarelos deverá ter (espero eu) um papel importante em toda essa guerra entre o Céu e o Inferno, caso contrário ela já tinha sido morta nas várias oportunidades que já tiveram para isso. Por falar em mortes, descobrimos que Castiel está mesmo morto, mas que voltou misteriosamente com uma figura mais forte. Depois de Zacarias torturar Sam e Dean, lá aparece o anjo com uma autoridade que mais parecia ser Deus no corpo de Castiel. Será? Já agora, repararam como o Sam tem tanta resistência e aguentou todo esse tempo sem respirar?

Não podia deixar de comentar a possessão de Lucifer pelo seu recipiente. Não sei se existe algum mistério em ser essa pessoa (o Jacob de Lost) e não outra qualquer, mas parece-me que este é o recipiente do diabo porque é uma figura magoada com Deus depois de tudo o que o Todo-Poderoso fez com a sua família. Toda esse trabalho mental que Lucifer fez sobre o homem deu resultado e foi magnífico ver que ele não precisou de mentir descaradamente para conseguir convencê-lo a entrar no seu corpo. Depois desse momento, temos um mais calmo, mas bastante esclarecedor. Todos os finais dos episódios de Supernatural são onde os irmãos conseguem ter a conversa mais sincera e onde dizem o que sentem em relação às atitudes um do outro. Quem pensou que as divergências entre os dois acabava com o início do Apocalipse enganou-se, e acho muito bem que explorem mais essa ‘guerra entre irmãos’. Dean conseguiu ser o mais sincero possível para com o irmão até ao ponto de dizer-lhe que não confia mais nele. Quem confiaria em alguém que escolheu um demónio ao invés do seu próprio irmão?

88


Supernatural 5.02: Promo, fotos e sinopse

Setembro 11, 2009

Supernatural regressou ontem à televisão americana com a estreia da quinta temporada. Eu já vi o episódio e posso dizer que foi um regresso espectacular. A seguir podem ver a sinopse, fotos e o vídeo promocional do segundo episódio da temporada, intitulado “Good God Y’all”, que terá o regresso de algumas personagens bem conhecidas da segunda época.

Sinopse:

Castiel conta a Sam e Dean que está indo à procura de Deus, pois ele será capaz de lutar contra e derrotar Lúcifer. O velho amigo de Bobby, Rufus, está apavorado por causa de demónios que estão a atacar a sua cidade, e pede ajuda a ele. Sam e Dean chegam à cidade e descobrem que existem um feitiço lançado sobre a cidade, que faz com que os seus habitantes pensem que estão a ser atacados por demónios e se matem uns aos outros.

Fotos promocionais:

Vídeo promocional:

Para mais notícias sobre a série, podem visitar o nosso parceiro Supernatural Fans Portugal.


90210 (2.01) – To New Beginnings

Setembro 10, 2009

90210 2-0190210, está de volta e com ele os reviews que estarão novamente a meu cargo. Depois de um final de temporada que deixou muitas incertezas e perguntas por responder, acabando por ser um episódio até acima da média a que 90210 nos tinha habituado. 90210 está de volta com a sua nova temporada e havia algumas expectativas para o episódio de abertura. Algumas das acções da temporada passada têm agora as suas consequências, depois de Annie denunciar a festa de Naomi telefonando para a polícia, o castigo passa pelo curso de verão, sendo que as consequências para Annie são bem mais drásticas quer emocional, quer judicialmente. A sua saída totalmente desorientada e com uma garrafa de vodka como companheira de viagem terminam num atropelamento e fuga e as noticias que chegam não são as mais animadoras.

Depois da traição amorosa de Liam, Naomi parece estar a aproveitar a vida e para isso nada melhor que direccionar as sua opções entrando numa relação com um homem bem mais maduro.Mas a loirinha parece não estar destinada a ter sorte nas relações e afinal o senhor das mãos carnudas é casado e pai de filhos. Outra das histórias que ficou pendente foi entre o recentemente formado triângulo amoroso entre Dixon, Silver e Ethan. Uma história que até podia ter sido mais bem explorada e desenvolvida, mas que ficou por uma simples mensagem de Ethan, uma conversa rápida com Dixon, o reatar e o acabar tudo sem grandes desenvolvimentos nem explicações. Outro relacionamento que também já viu melhor dias é o de Adrianna e Navid, tendo como base de discussão o sexo. Navid quer perder a virgindade já Adrianna mudou de atitude e agora esperar faz parte do seu dicionário, Adrianna sem dramas a caminho. Resta saber até quando Navid vais esperar, e continuar a ser o namorado paciente e compreensivo que sempre foi.

Conhecemos um novo aluno, Teddy, nada mais nada menos que o primeiro namorado de Adrianna, o que também não contribui para a boa disposição de Navid, afinal ninguém o primeiro amor é sempre único e especial. Falando agora um pouco de Annie, que sempre achei um pouco irritante, começa esta nova temporada um pouco mais irritante, envolta num drama pessoal, e numa tremenda confusão resolve isolar-se e barafustar com todos, chegando a envolver-se com Mark, depois de mais uma vez encher a cara. E para terminar um episódio um pouco insonso, temos o reaparecimento de Liam, depois de no fim do episódio passado ter sido mandado para uma escola militar noutro estado, está de volta e disposto a esclarecer tudo com Naomi. De quem não se teve notícia foi de Jen, será que terá ido de vez, se foi já não era sem tempo. Esperava-se um pouco mais de 90210, depois das histórias deixadas em aberto no episódio anterior, este episódio acabou por não corresponder às expectativas.

64


Gossip Girl provoca confusão em NYC

Setembro 9, 2009

blake_pennO elenco de Gossip Girl causou o caos enquanto filmava algumas cenas recentemente na cidade de Nova Iorque.

De acordo com o New York Post, a polícia e segunda extra foram precisas depois de alguns fãs demasiado entusiasmados descerem até o local das filmagens (perto do Empire Hotel).

Uma das pessoas que assistiu a essa confusão disse que os protagonistas e casal na vida real – Blake Lively (Serena van der Woodsen) e Penn Badgely (Dan Humphrey) – foram dois dos principais responsáveis pelo que aconteceu quando foram vistos juntos nas pausas das filmagens.

Essa mesma fonte adicionou que essa cena tinha um cenário parecido com os anos 20 do século passado pois Chuck estava a dar uma festa temática sobre esses mesmos anos.


Melrose Place (1.01) – Pilot

Setembro 9, 2009

snapshot20090909173607Melrose Place estreou ontem nos Estados Unidos e a crítica americana até que não foi assim tão má como previa. Não fazia parte dos meus planos ver sequer o piloto de este drama adolescente, mas se consegui ver uma temporada completa e metade da segunda de Gossip Girl e tem a Katie Cassidy no elenco, então tinha de dar uma oportunidade. Foi tempo perdido ou um piloto que surpreendeu pela positiva?

Não sou fã de clichés nem de séries que abordem uma trama adolescente, mas até saí surpreendido ao ver este início de Melrose Place. Sem muitos rodeios, mesmo antes de aparecer o logotipo da série, temos uma misteriosa morte, a de Sydney Andrews. Sydney foi uma das personagens da série original que voltou neste remake mas que acabou por ser assassinada à facada e deixada na piscina do condomínio que geria. O que mais gostei na série até agora é o mistério que foi criado em torno desta morte e das razões que cada personagem tinha para ser o homicida. Neste momento não consigo apontar um como verdadeiro suspeito visto que todos o são (à excepção da médica e do casal de pombinhos… por enquanto) e espero sinceramente que se a série tiver mais do que uma temporada, que não enrolem esta história por toda a série… nem que deixem este assunto esfriar muito. Foi esta faceta de ‘Melrose Place’ que me faz querer ver o segundo episódio. Esperemos que ele não desiluda, senão faço o que fiz com 90210: abandonar a série sem dar mais nenhuma oportunidade.

Como é mais que óbvio, a série não vive apenas deste mistério. Conhecemos a sua protagonista, Ella Simms, interpretada pela lindíssima Katie Cassidy. A nossa Ruby favorita está excelente neste papel da típica jovem bonita que conseguiu tudo o que tem de uma forma menos esforçada. Não estava nada à espera que a sua personagem fosse bissexual! Por outro lado, David era o amante de Sydney que começa a ter dúvidas se foi mesmo ele que a matou, visto que ficou inconsciente na fatídica noite. Ella consegue um álibi falso para ele, mas o que será que ela fez naquela noite para também querer um álibi? Afinal de contas todos sabemos que a desculpa dela ao dizer que acredita que ele não é o assassino e por isso fez este favor é esfarrapada, mas não creio que ela seja a assassina.

As outras personagens secundárias também conseguiram ganhar vários pontos na minha consideração porque, ao contrário do que eu esperava, não são as já habituais pessoas fúteis destas série. Apesar de não gostar da Stephanie Jacobsen, simpatizei com a sua personagem Lauren, uma médica que terá que vender o seu corpo para pagar uma dívida do pai. Também gostei do casal de pombinhos que lá conseguiram resolver a questão do noivado. Por fim temos outros dois que quase não apareceram mas que também já se tornaram suspeitos: a rapariga que encontrou o corpo e o cozinheiro. Adorei toda a sequência final, com mais informações acerca da morte da Sydney e confesso que quero mesmo que a série não desiluda, pois gostaria de acompanhar esta temporada até ao fim. Não podia deixar de dizer o quão boa é a banda sonora, esperemos que continue assim!

A série demonstrou ser capaz de fugir a alguns clichés e recomendo a toda a gente que veja pelo menos este primeiro episódio. Tal como as comédias ‘Modern Family’, ‘Sons of Tucsons’ e ‘Community’, ‘Melrose Place’ também não vai ter reviews por cada episódio. O Aguerra e eu estamos a tentar ver o máximo de pilotos para dar uma opinião sobre os mesmos e até ajudar-vos a decidir se vale a pena ver, mas apenas vamos pegar em algumas séries para fazer semanalmente ao longo da temporada, que já não são poucas.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

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MiniCast #3 – Especial Supernatural

Setembro 8, 2009

cast3Depois do segundo MiniCast ter sido lançado ontem pela Mariana Barros, estou aqui para lançar o terceiro que, tal como prometi, é um especial de Supernatural.

Decidi fazer este especial porque a estreia da quinta temporada é já daqui a dois dias e também porque é das minhas séries favoritas da actualidade. No MiniCast foram falados assuntos como temporadas favoritas e também falei um pouco sobre a coluna que fiz o mês passado, da repercussão que a mesma teve, deixando alguns agradecimentos pelo meio.

O som ficou um pouco com ruído, não sei porquê, mas mesmo assim decidi publicar pois está bastante audível. Também neste terceiro MiniCast foi anunciado um passatempo para o pessoal do Brasil. Descubram o que é no final do mesmo.

E pronto, é isso. O quarto MiniCast está previsto para o final desta semana.


WOW! Novo vídeo de Supernatural!

Setembro 4, 2009

supernatural-banner-ano2-01-300x1111Saiu um novo vídeo promocional de Supernatural, desta vez pelo canal Space, onde são mostrados trinta segundos de cenas novas. Entre as novas cenas, uma bem curiosa é ver que o Bobby pode ter sido mortalmente atingido e que o Castiel supostamente está morto. A quinta temporada de Supernatural estreia na próxima quinta-feira e terá reviews semanais feitos por mim.


Duelo de Séries: Buffy ou True Blood?

Setembro 3, 2009

Untitled-1Existem séries que simplesmente não se livram de uma certa comparação devido aos temas que exploram. ‘Buffy, the Vampire Slayer’ e ‘True Blood’ abordam o tema do vampirismo de formas completamente diferentes, mas ambas respeitam ao máximo o mito do vampiro, com (quase) todas aquelas regras como a permissão para entrar em casa e proibição de estar exposto ao sol.

Buffy, the Vampire Slayer‘ foi criada em 1997 por Joss Whedon e é protagonizada por Sarah Michelle Gellar. Buffy Summers é uma jovem que acaba de se mudar para Sunnydale, local onde submerge a Boca do Inferno, e que terá que lutar contra os vampiros e as forças do mal. Composta por sete temporadas e 144 episódios, ‘Buffy, the Vampire Slayer’ tem um universo fantástico, cheio de humor e drama, de excelentes personagens e um elenco competente.

Por outro lado, ‘True Blood‘ é muito mais recente, tendo estreado apenas o ano passado. Alan Ball, o mesmo criador de ‘Six Feet Under’, adaptou os livros de Charlaine Harris para a televisão e está a fazer um trabalho excelente. Anna Paquin, vencedora de um Óscar ainda em criança, interpreta Sookie, uma empregada de mesa telepata que se apaixona por um vampiro chamado Bill. Cheia de piadas inteligentes por parte de personagens como o Jason e de grandes momentos de verdadeiro sangue, ‘True Blood’ torna-se indispensável para os fãs deste género.

Eu estou na metade da última temporada de Buffy e a acompanhar a exibição americana de True Blood, logo consigo ter a minha opinião sobre este duelo. True Blood consegue criar um universo vampírico com mais pormenores (como a virgindade da Jessica) e muito mais obscuro que o de Buffy, mas ambas as séries conseguem explorar muito bem este tema muitas vezes estragados em outras produções como ‘Twilight’ e, provavelmente, em ‘The Vampire Diaries’.

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