Glee (1.04) – Preggres

Setembro 25, 2009

snapshot20090924203230My body is like a rum chocolate souffle.

Quem acompanha os reviews de Glee aqui no Portal, consegue perceber que estes veem recebendo muitas críticas e quando falo críticas não as ligo de forma negativa. Tentei estruturar os reviews e por fim estes acabaram ficando muito extensos e detalhados demais. Revi todos os episódios passados e uma coisa ficou clara: Me sinto como uma mãe super-protetora quando vou falar sobre a série, seja aqui no site ou mesmo em conversas. Então deixarei claro que superestimei as notas sim nos dois últimos reviews, principalmente o terceiro, assim escolhi daqui em diante assumir uma outra visão, ainda apaixonada pela série pórem mais criteriosa. Glee chega ao seu quarto episódio, mantendo uma média de audiência de 6,6 milhões de telespectadores, ou seja, tem mantido o padrão durante as semanas. Preggres apresenta uma proposta diferente dos demais, ou seja, não mostra nenhum número musical completo e foca necessariamente nas brilhantes atuações de seu elenco, com destaque para Chris Cofler, que transborda autenticidade e precisão ao interpretar Kurt.

Mostrando a tão consagrada fórmula dos clichês adolescentes, a série se aproxima de temas que poderiam ser considerados banais, correndo assim o risco de cair na mesmice de todas as séries com temática teen, porém são em determinados momentos que ela se desprega da fórmula e a recria. Como diria o Marco, “O episódio começou em grande”, como a famosa coreografia de “Single Ladies” com Kurt no comando e Tina e Britanny juntando-se a ele em sua casa. Surpreendentemente o pai  aparece e vê aquela cena, obrigando-o a mentir sobre seus trajes e o real motivo que os usa. Toda a mentira envolvendo esportes e aquecimento, consequentemente acabando gerando uma grande mentira: Ele  é o “Kicker” do time de futebol da escola. Só resta saber como ele efetivamente será um.  Finn tem um papel importante, pois o coloca nos testes do time e é neste momento que  Kurt mostra que sabe quem ele é, mesmo sentindo as vezes medo disto.

“My body it’s like a rum chocolate souffle. If  i don’t warm up right, it doesn’t rise. I’m doing this. I’m doing on my way.”

E assim, ele surpreende todo o desacreditado time, ao colocar novamente a música para se aquecer, resultando num estonteante chute que o consagra  “kicker“do time.  Literalmente as aparências enganam, a exemplo de Finn que aparenta ser o típico adolescente popular, mas que no fundo é tão loser como qualquer outro. Achei interessante ele buscar apoio numa figura masculina de confiança como o Mr.Gold-Digger, que aliás, os reais motivos para isto ocorrer foram apresentados de maneira tão pura, que pela primeira vez senti que Cory Monheit vestiu totalmente a pele de seu personagem, ainda mais depois da cena em que Quinn conta que está grávida. Busca então o ombro do pai que não tem e chora sem  medo pois está apavorado com a possibilidade de ser pai e perder todo seu futuro, congelando no tempo.

Quinn é a personificação do clichê: loira, cheerleader, namora o quarter-back, finge ser puritana. Toda a trama criada para ela neste pode vir a ser um grande deslize para a série se não justificada e desenvolvida da forma correta. Ela está grávida (Me respondam como alguém  engravida depois de uns amassos na banheira de hidromassagem?? Só o Finn pra cair nessa, mesmo). Para mim Glee escorregou neste aspecto, ainda mais considerando a introdução de Terri como a sanguessuga que se aproveita da vulnerável adolescente em pânico, para assim arquitetar seu plano da falsa gravidez. Agora resta saber como será a interação entre as duas, considerando que Terri é a personagem mais insuportável de todas (minha opinião,claro). Se for pra ter um pai nesta história, este seria Puck, o melhor amigo do Frankteen. Fato comprovado ainda mais com a conversa que ela tem com ele, sobre todo o blah blah dele aproveitar a bebedeira e sua vulnerabilidade. Ainda fico em dúvida se ela realmente está grávida ou se tudo é incenação, que se for realmente, parabéns a Diana Agron que atuou muito bem durante todo episódio.

Um dos pontos que mais chamou a atenção, foi o destaque maior a personagens como Kurt e mesmo todo o dilema enfrentado pelo casal “Wannabe “Perfect” Prom King & Queen“, porém a trama da Mini-Drama Queen continua sendo explorada de forma marcante, até por que ela é sem dúvida a personagem mais “intensa” de todas, provocando diversas cenas ao longo do episódio. Quando o Mr. Gold-Digger distribui as partes da música “Tonight” do aclamado musical “West Side Story“, vemos nitidamente florecer em Rachel,  aquela garota mimada, que tenta impor a todos suas exigências. Dizer que o papel de Maria (moçinha do filme) é dela desde quando ela tinha um ano de idade, foi totalmente a cara dela, perdendo então a oportunidade para Tina, que terá seu primeiro solo, álias executado de forma muito sólida no decorrer, com excessão do final.

Aproveitando a ruptura, Sue consagra-se como a grande vilã, arquitetando um diabólico plano para enfraquecer o grupo, ou seja, retirando seu elo mais forte: Rachel Berry. Sinistra sua nova união com o Creep Sandy, ainda mais propondo a ele ser o novo diretor criativo (artes,música,teatro e inclusive o Glee Club) da escola.  Claro que ela tem uma carta na manga para convencer o Diretor Higgins, chantageando-o com um humilhante vídeo que ele fez para um comercial da Mumbai Airlines. Facilmente enganada, Rachel cai na cilada das 4 palavras: Liza Minelli. Celine Dion, assim  ela canta  “Taking Chances” de Celine Dion, sem dúvida mostrando por que é fã da cantora, representando-a muito bem. Vale o diálogo seguinte  em que Will a confronta quando ela diz que ele não gosto muito dela:

“That’s not true. I’m your biggest and sometimes only fan.” e ela rebate depois com “Sounds awfull but i’m the best in here. I try the hardest and i wanted the most”.

Fica nesta linha toda a explicação de seu comportamento: ela excessivamente pensa em seu sucesso e esqueçe que seus colegas gleekers: Finn, Artie, Mercedes, Kurt e Tina também merecem a chance de brilhar ao seu lado, como um time, que sem essa união nunca poderá concorrer aos prêmios regionais. Mesmo sendo sugada para o “Dark Side“, espero que a Mini-Drama Queen amadureça e retorne ao lugar que pertence.

Finn num momento de total sinceridade visualiza seu ameaçado futuro, agora que “será pai “, assim pede ajuda a Will, para que este ensine os garotos a dançar, para que se soltem mais e deixem de envergonhar a todos, inclusive eles mesmo com a série de derrotas que o time tem tido. Considerando que classicamente Finn precisará mais do que nunca da bolsa para a faculdade. Porém é do Mr. Fabulous todo o brilhantismo deste episódio, carregando como maestro boa parte das cenas em que ele contracena com os demais. Novamente seu hino “Single Ladies” serve como pano de fundo para todo o desfeixo do crucial jogo de futebol que eles terão. Incrivelmente, deixando toda a vergonha do já tão humilhado time, Finn convence todos a fazer a famosa “Diva’s Dance” e assim conseguem marcar um touch-down e vencer a partida após outro incrível chute do Mr.Fabulous.

“Never let the enemy know you. Our greatest weapon could be a element surprise.

Essa altura Chris Cofler parecia não conseguir mais surpreender, porém eis que sim, ele volta a brilhar. Numa clássica cena “saindo do armário“, Kurt revela ao seu pai que é gay. Este por sua vez diz que sempre soube, desde seus três anos, quando queria enlouquecidamente de presente de aniversário um par de sapatos com salto alto.

“Being part of the Glee Club and the Football Time show me that i can be anything. And what i’m is…..I’m gay, dad”

Podemos fazer um fácil paralelo entre ele e Rachel, pois ambos sabem quem são e o que querem ser, mesmo que com certa dificuldade. Porém Kurt sai na frente, pois além de ser autêntico, pensa também nos outros, mas também temos que considerar que sua determinação é menos evidente que a de Rachel. E por fim mas não menos importante, Glee Club agora tem 12 componentes, pois três garotos do time de futebol se juntam aso Gleekers, entre eles Puck. Que venham os Regionais.

Dia 30 parece que será incrível, pois o programa trará a convidada mega especial de Kristin Chenoweth (Pushing Daisies), atual vencedora do Emmy de atriz coadjuvante.

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FlashForward (1.01) – No More Good Days

Setembro 25, 2009

ff

Review publicado originalmente no dia 16 de Setembro.

Domingo, 13 de Setembro, vi um fragmento do meu futuro dentro de três dias: na quarta-feira, já estaria na ilha Terceira, com a matrícula feita para a Universidade e com apartamento arranjado, pronto para começar mais uma etapa da minha vida. Hoje, o dia do meu futuro, também é o dia que escrevo o review do piloto mais esperado deste ano depois de ter visto o episódio às 23h00 de Domingo passado num dos sites protegidos da ABC. A expectativa estava alta, como é óbvio, principalmente por esta ser considerada ‘a nova grande aposta da ABC para compensar o fim de Lost’, e não me sai desiludido. Muito pelo contrário…

Apesar de ser quase impossível não terem ouvido falar da premissa da série, vou falar um pouco sobre ela para aqueles que estão meios por fora do assunto. FlashForward é a história global em que todas as pessoas do mundo apagaram por dois minutos e dezassete segundos e que, durante esse período, viram fragmentos do seu futuro. O porquê de isso acontecer e os responsáveis por tal ainda está por descobrir, mas é nisso que se vai basear esta primeira temporada. Não quero entregar muitos spoilers para ficarem surpreendidos com o que vão ver, por isso vou tentar ser muito cuidadoso com o que vou dizer.

Joseph Fiennes encabeça este elenco bastante competente e que está à altura da premissa da série. A primeira cena da série usa já o recurso que dá o nome à mesma: o flashforward. Mark Benford acorda no meio de uma destruição imensa, mas depois somos logo transportados para umas horas antes para compreendermos o que realmente aconteceu. O dia começa como qualquer outro com dois FBIs à procura de um fugitivo, uma tentativa de suicídio, um electricista e um bloco operatório. Claro que já sabíamos que iria haver aquele apagão, mas a forma como as coisas fluíram foi excelente, toda aquele montagem quase cinematográfica. A banda sonora, não só desta cena mas também de todo o episódio piloto, é genial! Todas as série não vivem só de uma boa premissa, mas sim de um conjunto de factores como o elenco, a parte técnica, cenários, banda sonora, entre outros. E FlashForward tem um pouco disso tudo!

O mistério prometido já começa a adensar-se com o final, composto pelo habitual cliffhanger que eu tanto adoro nas séries americanas. Com várias referências a Lost, como o desastre em si, semelhança de liderança entre o Mark dessa série e o Jack da outra e uma excelente aparição da Oceanic, FlashForward tem tudo para dar certo. Claro que não vejo uma vida longa para esta série, nem mesmo os criadores a têm, visto que querem desenvolver uma história entre três e cinco temporadas, mas mesmo assim acho que dará um bom produto enquanto durar. Eu ficarei, como já foi dito anteriormente, com os reviews da série ao longo desta primeira temporada.

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Audiências: Fringe tem descalabro total!

Setembro 25, 2009

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Audiência de quinta-feira, 24/09/09

Quinta-feira é a noite mais competitiva da semana e quando a FOX colocou Fringe, uma série relativamente nova, nesse horário os fãs começaram a preocupar-se. E se essa preocupação já era evidente antes, agora é ainda mais quando vemos que a série chegou à casa dos cinco milhões de telespectadores.

Enquanto a FOX afoga as suas mágoas, a ABC volta a ter razões para sorrir. FlashForward e as duas primeiras horas da sexta temporada de Grey’s Anatomy conseguiram a vitória para a emissora de Lost. Na CW, Supernatural e The Vampire Diaries (a sério que esta série está a ser boa?, talvez dê uma segunda oportunidade…) demonstram ser um bloco bastante competente, o melhor de todos os dias da semana.

A CBS também estreou os seus dois grandes dramas policiais – CSI e The Mentalist – e apesar de se terem saído bem, Grey’s Anatomy conseguiu ganhá-los. Survivor Samoa continua a ter boas audiências e não desce mais que os onze milhões de telespectadores. Ainda bem, quero ver este reality show por mais alguns anos na televisão. Por fim, a NBC continua a poder festejar com o sucesso inigualável de The Office nos demos.

Time Net Show 18-49 Rating/Share Viewers (Millons)
8:00 ABC FlashForward (series premiere) 4.1/12 12.41
CBS Survivor: Samoa 3.7/11 11.87
FOX Bones 2..7/8 8.80
NBC SNL Weekend Update Thursday 1.8/5 4.66
CW The Vampire Diaries 1.7/5 3.81
8:30 NBC Parks & Recreation 1.8/5 4.22
9:00 FOX Fringe 2.3/6 5.85
ABC Grey’s Anatomy (season premiere) 6.6/17 17.06
CBS CSI (season premiere) 4.1/10 15.72
NBC The Office 3.8/10 7.33
CW Supernatural 1.2/3 2.62
9:30 NBC Community 2.8/7 5.36
10:00 ABC Grey’s Anatomy (season premiere) 6.7/18 16.52
CBS The Mentalist (season premiere) 3.4/9 14.33
NBC The Jay Leno Show 1.7/5 4.99

Fonte: TVbytheNumbers


Accidentally on Purpose (1.01) – Pilot

Setembro 25, 2009

asApós ter cancelado Worst Week, o horário da CBS abriu. Ou seja, novas séries. E AoP foi a que caiu na segunda. Eu não sou um apaixonado por comédias. Mantenho duas, HIMYM e TBBT, e de resto só gosto de espreitar, por vezes, Two and a Half Man. Assim, as esperanças para AoP não eram muitas. E ainda menos ficaram após ver o piloto.

A série gira a volta de uma trintona, que acabou com o seu namorado por este não a ter pedido em casamento. E numa daquelas noites de solteirona, encontra um rapaz, e umas coisas levam a outras. Gravidez inesperada. A série girará pela relação entre o ex-namorado, pai da criança e a protagonista (não perguntem nenhuns nomes, que isto ainda não entrou…nem entrará). Com um género de comédia fora do meu gosto, AoP traz piadas fáceis, esperadas. E existem aquelas piadas que não têm piada. Foi fraco em termos humorísticos, e ainda por cima se compararmos com a sua antecessora, WW.

A série dá para dar umas gargalhadas? Dá. Mas não me animou em nada, pois eu também venho habituado da grande TBBT. Assim, e comparando com o que há, com o que houve e como o que haverá (falo de Modern Family, principalmente, pois ainda não espreitei outra) não tenho tempo nem espaço para AoP. A série se calhar melhorará, mas para mim este piloto foi fraquito.E não dá para dar outra oportunidade.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

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Jennifer Morrison deixa House!

Setembro 24, 2009

Sem títuloO Michael Ausiello, colunista americano conceituado em televisão, acabou de dizer que a actriz Jennifer Morrison, que interpreta Cameron na série House, está de saída do drama médico!

Apesar da FOX ou um representante da actriz não confirmar o que foi dito, a verdade é que Morrison vai mesmo deixar House em Novembro e algumas pistas da sua saída foram dadas. Primeiro que tudo, ela não vai morrer. Em relação a Jesse Spencer (Chase), ele não vai deixar a série, logo a relação dos dois deverá sofrer algumas mudanças. Por último, e para descanso dos fãs, os produtores deixarão a porta aberta para uma possível participação na recta final da sexta temporada.

Agora vamos lá a alguns factos que me metem alguma confusão… Pronto, ela está de saída! Eu confio nas palavras do Ausiello, logo isso é verdade. Mas também é verdade que o criador da série disse que os fãs do casal Cameron-Chase iriam ficar contentes com o rumo que as coisas iriam tomar. Além disso, a actriz disse que os episódios que ela gravou foram muito trabalhosos pois tinha voltado a ser uma personagem central. Qual a razão então por detrás desta saída repentina?

Tudo o que foi dito foi o seguinte: razões criativas!


Greek (3.04) – High & Dry

Setembro 24, 2009

snapshot20090923214336Apresentando uma fórmula mais literal, sem muitas analogias e citações famosas, Greek nos mostra mais um ótimo episódio, recheado de momentos inusitados. A CRU no episódio passado estava envolta as celebrações da tradicional “Undie-Run“. Neste vemos que Casey deve continuar como representante de sua casa nos assuntos sociais e culturais do campus. Por mais insuportável que Katherine seja, ela representa todo o oposto que vemos entre eles, acrescentando algo de interessante quando apareça, mas são nestes momentos que sinto faltada Evil-Frannie. A Srta. ZBZ acaba tendo que assumir responsabilidade pela “Dry Weekend”, evento que impõe 48 horas sem consumo de bebidas alcóolicas e outras substâncias ilisitas. Para mudar um pouco essa “festa”, ela propõe que as casas se envolvam mais, mudando o perfil chato que normalmente essa semana costumava ter.

Sempre fico meio com receio das aproximações entre Evan e Casey, temendo novamente toda aquela famosa enrolação, cheia de suspeitas, desconfianças e falsidades. Foi bom vê-los menos tensos um com o outro em “The Half-Naked Gun“, porém essa intensa convivência devido a “Dry Patrol” surpreendeu mais do que eu imagina, considerando claro o estado que os dois ficaram ao fim. Numa das visitas às fraternidades, os dois acabam acidentalmente comendo um brownie “batizado”, ou seja, que dava um efeito bem ALTO. Esse momento rendeu diversos diálogos engraçados, entre eles a análise da quantidade de gatos existentes na casa das ZBZ ou totalmente alegres quando Ash dá os óculos de mergulho, mas a grande cena foi a conversa no banheiro, enquanto os dois se escondiam para passar o efeito da brisa. Dizem que as vezes estando fora de si, podes descobrir seu lado mais sincero, desta forma o “Mr. Now I’m a Poor Guy” confessa que foi ele que impediu que Cappie a procura-se na festa do fim do mundo. Agora resta saber como irão abordar essa trama, que  por enquanto está bem dosada, sem aquela massante tentativa dos criadores em deixar o casal destinado finalmente junto, até por que a dinâmica C & C funciona de maneira muito peculiar e creio que só será resolvida no final da série.

Enquanto isso, Rusty vira alvo de piadas entre seus colegas-nerds, ganhando o carinhoso apelido de “Âncora” ,  batizado pelo  Dr. Hustings, que veem criticado constantemente ele por sua queda de rendimento e descuido com o curso. Comum projeto em mente, parece difícil alguém levá-lo a sério a ponto de patrociná-lo. Cappie tem ocupado o cargo de salvador da patria,assim vão  juntos  ao lançamento do livro do Dr. Lorson, conceituado profissional da área. Sutilmente e por vezes nem tanto assim, Cappie tenta apoiar seu desesperado amigo, porém as “geeks girls” parecem atrair os sentidos dele mais do que qualquer coisa. Hilário quando  se apresenta como Wang, o criador de alguma coisa mirabolantemente importante e a garota olha como aquela cara, como se tivesse pensando” Mas você não deveria ser chinês?”  Quanto a isso, os KT são sempre os primeiros a ajudar  os companheiros, nem que precisem tentar se disfarçar de nerds para isto. Dale andava afastado e reaparece neste, porém ainda está lidando com os fantasmas de suas escolhas, mas ele volta a ativa de maneira traiçoeira, convencendo o Dr. Lorson a patrocinar seu projeto, deixando Rusty frustado pois aquela seria sua grande chance de provar que ele não é um “Âncora”. Persistência pode ser motivadora as vezes e mesmo que não alcançemos os objetivos desejados, sempre podemos tirar algo de proveitoso disso, ou seja, Rusty consegue na verdade chamar a atenção de seu professor/coordenador, o Sr. Hustings, que aceita monitorá-lo em seu interessante projeto de converter dióxido de carbono em material sintético.

Tratando-se de revelações, alguns segreos “saem do armário”, a partir da visita da namorada de Grant (isso mesmo, namorada). Como é seu aniversário, seu “amor” resolver fazer uma visita. Becks novamente engraçada, rende ótimas risadas contracenando ao lado de Calvin, que vive um verdadeiro tormento com o “fator namorada” presente no quarto deles. Todos esperam pelo fatídico momento em que ele revelaria sua verdadeira identidade e assim sairia definitivamente do armário que estava guardado. A verdade acaba aparecendo num momento de impulso, mas que por fim resolvesse da melhor forma. Gostei da abordagem que deram aos dois e o possível relacionando que eles estão construindo juntos.

Melhor momento:Double Date Dobler’s” : Destaque para Becks e suas tentativas de fazer com que Calvin pareça hetero. Ela dando tapa na cara dele, fingindo ter sido enganada pelo “namorado” foi simplesmente cômico.

Pior momento: Evan tentando defender Casey quando Katherine aparece. Só quero ver o que ela irá lembrar e pensar sobre tudo que ele falou durante aquela noite.

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The Forgotten (1.01) – Pilot

Setembro 24, 2009

The ForgottenAo falar em policiais, um nome deve vir a cabeça de muita gente: Jerry Bruckheimer. Cold Case, CSI e os seus spin-offs ou Without a Trace fazem parte da lista onde ele é produtor executivo. O último na rifa é The Forgotten.

Numa tentativa de continuar a saga dos desaparecidos, The Forgotten junta bastante de Cold Case com Without a Trace (séries que eu, pessoalmente, não consigo acompanhar regularmente, e só Without é que me consegue cativar por vezes). De Cold Case vem os casos inacabados. De Without a Trace vem a procura, uma corrida contra o relógio, que em Cold não costuma haver. Assim, temos um procedural que situa-se entre as duas séries até agora mencionadas: a pessoa já está morta, e não desaparecida, não tem nome, mas a sua morte ocorreu 2/3 semanas antes, e não anos antes como na série de Lilly Rush. Assim, voltamos às antigas séries policiais (aqui exclui Lie to Me ou Castle, e até The Mentalist por terem um estilo algo diferente), em que não conseguimos ganhar uma proximidade com as personagens, a série não tem quebras do episódio, com momentos divertidos. Aqui vemos uma série policial pura e dura, sem quebras. O que interessa é este episódio, o que interessa é transmitir um lado mais negro, e não mais divertido, como acontece, por exemplo, em Castle e The Mentalist.

Assim, e não sendo muito apreciador deste tipo de procedurals, não achei um grande piloto. Acho que estão a bater na mesma tecla e que, após o tempo de CSI, chegou novos tempos, de tentar algo mais claro, que não leve a tristeza. Para tristeza já basta a vida que vivemos todos os dias. Quanto aos restantes aspectos, notar que faltou algum ritmo ao caso, muito devido a falta de um laboratório, algo mais policial. Apesar de estar muito visto, The Forgotten é trabalho de campo puro e duro, com entrevistas, nada de haver uma interacção dentro da esquadra, pois esta não pode existir.

The Forgotten é uma série policial sem polícias. Assim se resume a maior parte da série. Ficam com os casos que não foram resolvidos, ficam com os restos. A equipa é engraçada, os trabalhos do grupo era algo que podia ser explorado. Mas não serei eu um daqueles a ver qual o rumo que a série tomará. Para séries policias, as vagas estão preenchidas, depois as que há são poucas, e parece que poderá vir algo melhor. Se não vier, fico com mais tempo livre.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

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