'V' terá vida complicada?

Setembro 26, 2009

116110_0770_pre-500x333A ABC confirmou que ‘V’, uma das suas novas apostas para esta temporada, terá uma grande pausa após os primeiros quatro episódios serem exibidos.

O remake de ficção científica, protagonizado por Elizzabeth Mitchell, estreará no dia 3 de Novembro e depois dos outros três episódios serem exibidos, vai entrar numa longa pausa. Os restantes episódios dos treze inicialmente pedidos pela emissora começarão na Primavera de 2010 (em Março).

A produção da série ficou inactiva temporariamente no mês passado por razões criativas. Mais recentemente surgiu alguns rumores que dava a entender que ‘V’ iria ser cancelado e que os episódios produzidos até à data seriam utilizados como uma minissérie.

A boa notícia disso é que a Elizabeth Mitchell terá mais tempo livre e a sua participação em Lost poderá ser alongada.


FlashForward (1.01) – No More Good Days

Setembro 25, 2009

ff

Review publicado originalmente no dia 16 de Setembro.

Domingo, 13 de Setembro, vi um fragmento do meu futuro dentro de três dias: na quarta-feira, já estaria na ilha Terceira, com a matrícula feita para a Universidade e com apartamento arranjado, pronto para começar mais uma etapa da minha vida. Hoje, o dia do meu futuro, também é o dia que escrevo o review do piloto mais esperado deste ano depois de ter visto o episódio às 23h00 de Domingo passado num dos sites protegidos da ABC. A expectativa estava alta, como é óbvio, principalmente por esta ser considerada ‘a nova grande aposta da ABC para compensar o fim de Lost’, e não me sai desiludido. Muito pelo contrário…

Apesar de ser quase impossível não terem ouvido falar da premissa da série, vou falar um pouco sobre ela para aqueles que estão meios por fora do assunto. FlashForward é a história global em que todas as pessoas do mundo apagaram por dois minutos e dezassete segundos e que, durante esse período, viram fragmentos do seu futuro. O porquê de isso acontecer e os responsáveis por tal ainda está por descobrir, mas é nisso que se vai basear esta primeira temporada. Não quero entregar muitos spoilers para ficarem surpreendidos com o que vão ver, por isso vou tentar ser muito cuidadoso com o que vou dizer.

Joseph Fiennes encabeça este elenco bastante competente e que está à altura da premissa da série. A primeira cena da série usa já o recurso que dá o nome à mesma: o flashforward. Mark Benford acorda no meio de uma destruição imensa, mas depois somos logo transportados para umas horas antes para compreendermos o que realmente aconteceu. O dia começa como qualquer outro com dois FBIs à procura de um fugitivo, uma tentativa de suicídio, um electricista e um bloco operatório. Claro que já sabíamos que iria haver aquele apagão, mas a forma como as coisas fluíram foi excelente, toda aquele montagem quase cinematográfica. A banda sonora, não só desta cena mas também de todo o episódio piloto, é genial! Todas as série não vivem só de uma boa premissa, mas sim de um conjunto de factores como o elenco, a parte técnica, cenários, banda sonora, entre outros. E FlashForward tem um pouco disso tudo!

O mistério prometido já começa a adensar-se com o final, composto pelo habitual cliffhanger que eu tanto adoro nas séries americanas. Com várias referências a Lost, como o desastre em si, semelhança de liderança entre o Mark dessa série e o Jack da outra e uma excelente aparição da Oceanic, FlashForward tem tudo para dar certo. Claro que não vejo uma vida longa para esta série, nem mesmo os criadores a têm, visto que querem desenvolver uma história entre três e cinco temporadas, mas mesmo assim acho que dará um bom produto enquanto durar. Eu ficarei, como já foi dito anteriormente, com os reviews da série ao longo desta primeira temporada.

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The Forgotten (1.01) – Pilot

Setembro 24, 2009

The ForgottenAo falar em policiais, um nome deve vir a cabeça de muita gente: Jerry Bruckheimer. Cold Case, CSI e os seus spin-offs ou Without a Trace fazem parte da lista onde ele é produtor executivo. O último na rifa é The Forgotten.

Numa tentativa de continuar a saga dos desaparecidos, The Forgotten junta bastante de Cold Case com Without a Trace (séries que eu, pessoalmente, não consigo acompanhar regularmente, e só Without é que me consegue cativar por vezes). De Cold Case vem os casos inacabados. De Without a Trace vem a procura, uma corrida contra o relógio, que em Cold não costuma haver. Assim, temos um procedural que situa-se entre as duas séries até agora mencionadas: a pessoa já está morta, e não desaparecida, não tem nome, mas a sua morte ocorreu 2/3 semanas antes, e não anos antes como na série de Lilly Rush. Assim, voltamos às antigas séries policiais (aqui exclui Lie to Me ou Castle, e até The Mentalist por terem um estilo algo diferente), em que não conseguimos ganhar uma proximidade com as personagens, a série não tem quebras do episódio, com momentos divertidos. Aqui vemos uma série policial pura e dura, sem quebras. O que interessa é este episódio, o que interessa é transmitir um lado mais negro, e não mais divertido, como acontece, por exemplo, em Castle e The Mentalist.

Assim, e não sendo muito apreciador deste tipo de procedurals, não achei um grande piloto. Acho que estão a bater na mesma tecla e que, após o tempo de CSI, chegou novos tempos, de tentar algo mais claro, que não leve a tristeza. Para tristeza já basta a vida que vivemos todos os dias. Quanto aos restantes aspectos, notar que faltou algum ritmo ao caso, muito devido a falta de um laboratório, algo mais policial. Apesar de estar muito visto, The Forgotten é trabalho de campo puro e duro, com entrevistas, nada de haver uma interacção dentro da esquadra, pois esta não pode existir.

The Forgotten é uma série policial sem polícias. Assim se resume a maior parte da série. Ficam com os casos que não foram resolvidos, ficam com os restos. A equipa é engraçada, os trabalhos do grupo era algo que podia ser explorado. Mas não serei eu um daqueles a ver qual o rumo que a série tomará. Para séries policias, as vagas estão preenchidas, depois as que há são poucas, e parece que poderá vir algo melhor. Se não vier, fico com mais tempo livre.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

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Castle (2.01) – Deep in Death

Setembro 23, 2009

CastleApesar de não ser uma Season Premiere que venha colocar Castle em níveis que consegui atingir na primeira temporada, Deep in Death consegue cumprir com o estritamente necessário.

Num episódio que costuma ser bem melhor, pois Season Premiere que se preze dá sempre um gostinho do que a série tem de melhor, este episódio de Castle serviu para duas coisas: conhecermos Nikki Heat e fechar o conflito entre Castle a Beckett. Pouco mais podemos dizer deste episódio. Primeiro porque o caso já foi batido, já foi tratado, só que por outros moldes. Segundo porque foi um caso que dominou o episódio, e não abriu com a morte da mãe de Beckett. Castle não decidiu apostar num caso especial, e o episódio saiu desvalorizado aí (apesar de nas audiências não ter saído nada desvalorizado).

Assim, temos um corpo numa árvore. A partir daí, a história foi-se escrevendo, sendo o melhor momento do episódio quando o corpo foi roubado. Ao ver esta cena pensei que o episódio seguiria outro rumo, que se tornasse mais abrangente. Mas enganei-me. Foi uma pequena fuga a monotonia, mas que depois voltou. Ocorreu mais daqueles erros que são muito comuns. Pessoa presa, pessoa solta com mais uma pista. E vamos andando assim, até chegar a um jogo de poker com um gang russo. Só aqui é que o episódio começou a ser interessante. O “jogo” de poker de Castle para descobrir o assassino é muito bem feito, mas a cena que me impressionou mais foi o aparecimento de Nikki Heat do corpo de Beckett. Excelente momento, que foi dos pontos altos do episódios.

O segundo foi o reatamento de relações entre Castle e Beckett. O pedido de desculpas é algo que já se vinha adivinhando, pois a série vive dos dois, e mais nada. Não é como em Bones, que conseguimos criar empatia com o resto das personagens. Castle é Castle e Beckett, a sua relação, as suas picardias, as suas piadas.

Foi também um episódio com alguns sorrisos a mistura, principalmente nos “pedidos de desculpa” de Castle, como o caso do pónei. Mas não foi uma pérola. Castle consegue fazer melhor.

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Filha de Cinha Jardim em Desperate Housewives!

Setembro 20, 2009

235Depois da Daniela Ruah e do Joaquim de Almeida, é a vez de Isaurinha, filha da tão conhecida Cinha Jardim, ter um lugar numa série americana.

Isaurinha Jardim foi assistente da actriz Eva Longoria (a Gaby da série) e teve o previlégio, segundo a mãe, de ler os guiões dos episódios.

Apesar de ter perdido qualidade nos últimos anos, Desperate Housewives continua a ser uma das séries mais vistas nos Estados Unidos da América. O regresso está marcado para o dia 27 de Setembro e terá reviews semanais feitos pelo Rui.


Defying Gravity cancelada ou afinal não [Act.]

Setembro 14, 2009

117034_D_GROUP_01r1Parece que Defying Gravity não voltará a descolar. A série passada no ano 2052 e que segue 8 astronautas durante uma missão de seis anos pelo sistema solar em permanente motorização a partir da Terra parece ter sido cancelada pela ABC. Apesar de ainda não haver ma confirmação oficial, o último episódio, passado no dia 13 de Setembro, foi denominado Season Finale. Para além disso, a ABC não passou nenhum preview do próximo episódio, algo que costuma ser usual. Com uma audiência baixa, a série parece que fica por aqui na emissora americana, que deveria emitir, pelo menos, mais dois episódios em Outubro.

Mas nem tudo são más notícias. Como a série também era emitida pela CTV, esta deverá emitir os restantes episódios, apesar de ainda não haver confirmação oficial.

Eu não via a série (foi um das duas que ficaram de fora da minha mid-season) mas, segundo li, DG era algo que entretinha, mas espero que a CTV passe o resto. Pelo menos que se tenha algum respeito pelos fãs.

Actualização: Afinal parece que a ABC ainda vai transmitir os restantes episódios. Segundo novas informações, a ABC retirou, por agora, a série do ar porque as séries da Fall Season estão a regressar e a série nunca seria transmitida até ao final (13 episódios neste caso, faltando transmitir 5). Assim, a ABC decidiu retirar a série do ar por agora, e depois recoloca-la, e transmitir os restantes. Apesar essa recolocação ainda não tem data marcada, já é bom sinal a transmissão todos os episódios. Boa noticia para os fãs


Grey's Anatomy 6.01: Os primeiros cinco minutos

Setembro 12, 2009

425.greys.anatomy.071907Os primeiros cinco minutos do primeiro episódio da sexta temporada já estão online e resolve o clifhanger que toda a gente já sabia como ia acabar. Na minha opinião, a música inicial foi muito mal escolhida, tirando um pouco da emoção e importância do destino da Izzie e de George. Quanto às personagens, não sei o que dizer, parece-me que só a Callie é que estava mesmo a sentir a morte de George, mas também ainda é cedo para dizer. Por último, a cena em que a Little Grey diz que aquele não é o O’Malley só pode ser do choque. A sexta temporada de Grey’s Anatomy estreia a 24 de Setembro com dois episódios e terá reviews semanais pela Filipa Silva. Agora fiquem com o vídeo!