'V' terá vida complicada?

Setembro 26, 2009

116110_0770_pre-500x333A ABC confirmou que ‘V’, uma das suas novas apostas para esta temporada, terá uma grande pausa após os primeiros quatro episódios serem exibidos.

O remake de ficção científica, protagonizado por Elizzabeth Mitchell, estreará no dia 3 de Novembro e depois dos outros três episódios serem exibidos, vai entrar numa longa pausa. Os restantes episódios dos treze inicialmente pedidos pela emissora começarão na Primavera de 2010 (em Março).

A produção da série ficou inactiva temporariamente no mês passado por razões criativas. Mais recentemente surgiu alguns rumores que dava a entender que ‘V’ iria ser cancelado e que os episódios produzidos até à data seriam utilizados como uma minissérie.

A boa notícia disso é que a Elizabeth Mitchell terá mais tempo livre e a sua participação em Lost poderá ser alongada.


FlashForward (1.01) – No More Good Days

Setembro 25, 2009

ff

Review publicado originalmente no dia 16 de Setembro.

Domingo, 13 de Setembro, vi um fragmento do meu futuro dentro de três dias: na quarta-feira, já estaria na ilha Terceira, com a matrícula feita para a Universidade e com apartamento arranjado, pronto para começar mais uma etapa da minha vida. Hoje, o dia do meu futuro, também é o dia que escrevo o review do piloto mais esperado deste ano depois de ter visto o episódio às 23h00 de Domingo passado num dos sites protegidos da ABC. A expectativa estava alta, como é óbvio, principalmente por esta ser considerada ‘a nova grande aposta da ABC para compensar o fim de Lost’, e não me sai desiludido. Muito pelo contrário…

Apesar de ser quase impossível não terem ouvido falar da premissa da série, vou falar um pouco sobre ela para aqueles que estão meios por fora do assunto. FlashForward é a história global em que todas as pessoas do mundo apagaram por dois minutos e dezassete segundos e que, durante esse período, viram fragmentos do seu futuro. O porquê de isso acontecer e os responsáveis por tal ainda está por descobrir, mas é nisso que se vai basear esta primeira temporada. Não quero entregar muitos spoilers para ficarem surpreendidos com o que vão ver, por isso vou tentar ser muito cuidadoso com o que vou dizer.

Joseph Fiennes encabeça este elenco bastante competente e que está à altura da premissa da série. A primeira cena da série usa já o recurso que dá o nome à mesma: o flashforward. Mark Benford acorda no meio de uma destruição imensa, mas depois somos logo transportados para umas horas antes para compreendermos o que realmente aconteceu. O dia começa como qualquer outro com dois FBIs à procura de um fugitivo, uma tentativa de suicídio, um electricista e um bloco operatório. Claro que já sabíamos que iria haver aquele apagão, mas a forma como as coisas fluíram foi excelente, toda aquele montagem quase cinematográfica. A banda sonora, não só desta cena mas também de todo o episódio piloto, é genial! Todas as série não vivem só de uma boa premissa, mas sim de um conjunto de factores como o elenco, a parte técnica, cenários, banda sonora, entre outros. E FlashForward tem um pouco disso tudo!

O mistério prometido já começa a adensar-se com o final, composto pelo habitual cliffhanger que eu tanto adoro nas séries americanas. Com várias referências a Lost, como o desastre em si, semelhança de liderança entre o Mark dessa série e o Jack da outra e uma excelente aparição da Oceanic, FlashForward tem tudo para dar certo. Claro que não vejo uma vida longa para esta série, nem mesmo os criadores a têm, visto que querem desenvolver uma história entre três e cinco temporadas, mas mesmo assim acho que dará um bom produto enquanto durar. Eu ficarei, como já foi dito anteriormente, com os reviews da série ao longo desta primeira temporada.

94


The Forgotten (1.01) – Pilot

Setembro 24, 2009

The ForgottenAo falar em policiais, um nome deve vir a cabeça de muita gente: Jerry Bruckheimer. Cold Case, CSI e os seus spin-offs ou Without a Trace fazem parte da lista onde ele é produtor executivo. O último na rifa é The Forgotten.

Numa tentativa de continuar a saga dos desaparecidos, The Forgotten junta bastante de Cold Case com Without a Trace (séries que eu, pessoalmente, não consigo acompanhar regularmente, e só Without é que me consegue cativar por vezes). De Cold Case vem os casos inacabados. De Without a Trace vem a procura, uma corrida contra o relógio, que em Cold não costuma haver. Assim, temos um procedural que situa-se entre as duas séries até agora mencionadas: a pessoa já está morta, e não desaparecida, não tem nome, mas a sua morte ocorreu 2/3 semanas antes, e não anos antes como na série de Lilly Rush. Assim, voltamos às antigas séries policiais (aqui exclui Lie to Me ou Castle, e até The Mentalist por terem um estilo algo diferente), em que não conseguimos ganhar uma proximidade com as personagens, a série não tem quebras do episódio, com momentos divertidos. Aqui vemos uma série policial pura e dura, sem quebras. O que interessa é este episódio, o que interessa é transmitir um lado mais negro, e não mais divertido, como acontece, por exemplo, em Castle e The Mentalist.

Assim, e não sendo muito apreciador deste tipo de procedurals, não achei um grande piloto. Acho que estão a bater na mesma tecla e que, após o tempo de CSI, chegou novos tempos, de tentar algo mais claro, que não leve a tristeza. Para tristeza já basta a vida que vivemos todos os dias. Quanto aos restantes aspectos, notar que faltou algum ritmo ao caso, muito devido a falta de um laboratório, algo mais policial. Apesar de estar muito visto, The Forgotten é trabalho de campo puro e duro, com entrevistas, nada de haver uma interacção dentro da esquadra, pois esta não pode existir.

The Forgotten é uma série policial sem polícias. Assim se resume a maior parte da série. Ficam com os casos que não foram resolvidos, ficam com os restos. A equipa é engraçada, os trabalhos do grupo era algo que podia ser explorado. Mas não serei eu um daqueles a ver qual o rumo que a série tomará. Para séries policias, as vagas estão preenchidas, depois as que há são poucas, e parece que poderá vir algo melhor. Se não vier, fico com mais tempo livre.

O Portal não continuará com os reviews da série, tendo sido este um caso excepcional por ser Series Premiere

49


Castle (2.01) – Deep in Death

Setembro 23, 2009

CastleApesar de não ser uma Season Premiere que venha colocar Castle em níveis que consegui atingir na primeira temporada, Deep in Death consegue cumprir com o estritamente necessário.

Num episódio que costuma ser bem melhor, pois Season Premiere que se preze dá sempre um gostinho do que a série tem de melhor, este episódio de Castle serviu para duas coisas: conhecermos Nikki Heat e fechar o conflito entre Castle a Beckett. Pouco mais podemos dizer deste episódio. Primeiro porque o caso já foi batido, já foi tratado, só que por outros moldes. Segundo porque foi um caso que dominou o episódio, e não abriu com a morte da mãe de Beckett. Castle não decidiu apostar num caso especial, e o episódio saiu desvalorizado aí (apesar de nas audiências não ter saído nada desvalorizado).

Assim, temos um corpo numa árvore. A partir daí, a história foi-se escrevendo, sendo o melhor momento do episódio quando o corpo foi roubado. Ao ver esta cena pensei que o episódio seguiria outro rumo, que se tornasse mais abrangente. Mas enganei-me. Foi uma pequena fuga a monotonia, mas que depois voltou. Ocorreu mais daqueles erros que são muito comuns. Pessoa presa, pessoa solta com mais uma pista. E vamos andando assim, até chegar a um jogo de poker com um gang russo. Só aqui é que o episódio começou a ser interessante. O “jogo” de poker de Castle para descobrir o assassino é muito bem feito, mas a cena que me impressionou mais foi o aparecimento de Nikki Heat do corpo de Beckett. Excelente momento, que foi dos pontos altos do episódios.

O segundo foi o reatamento de relações entre Castle e Beckett. O pedido de desculpas é algo que já se vinha adivinhando, pois a série vive dos dois, e mais nada. Não é como em Bones, que conseguimos criar empatia com o resto das personagens. Castle é Castle e Beckett, a sua relação, as suas picardias, as suas piadas.

Foi também um episódio com alguns sorrisos a mistura, principalmente nos “pedidos de desculpa” de Castle, como o caso do pónei. Mas não foi uma pérola. Castle consegue fazer melhor.

68


Filha de Cinha Jardim em Desperate Housewives!

Setembro 20, 2009

235Depois da Daniela Ruah e do Joaquim de Almeida, é a vez de Isaurinha, filha da tão conhecida Cinha Jardim, ter um lugar numa série americana.

Isaurinha Jardim foi assistente da actriz Eva Longoria (a Gaby da série) e teve o previlégio, segundo a mãe, de ler os guiões dos episódios.

Apesar de ter perdido qualidade nos últimos anos, Desperate Housewives continua a ser uma das séries mais vistas nos Estados Unidos da América. O regresso está marcado para o dia 27 de Setembro e terá reviews semanais feitos pelo Rui.


Defying Gravity cancelada ou afinal não [Act.]

Setembro 14, 2009

117034_D_GROUP_01r1Parece que Defying Gravity não voltará a descolar. A série passada no ano 2052 e que segue 8 astronautas durante uma missão de seis anos pelo sistema solar em permanente motorização a partir da Terra parece ter sido cancelada pela ABC. Apesar de ainda não haver ma confirmação oficial, o último episódio, passado no dia 13 de Setembro, foi denominado Season Finale. Para além disso, a ABC não passou nenhum preview do próximo episódio, algo que costuma ser usual. Com uma audiência baixa, a série parece que fica por aqui na emissora americana, que deveria emitir, pelo menos, mais dois episódios em Outubro.

Mas nem tudo são más notícias. Como a série também era emitida pela CTV, esta deverá emitir os restantes episódios, apesar de ainda não haver confirmação oficial.

Eu não via a série (foi um das duas que ficaram de fora da minha mid-season) mas, segundo li, DG era algo que entretinha, mas espero que a CTV passe o resto. Pelo menos que se tenha algum respeito pelos fãs.

Actualização: Afinal parece que a ABC ainda vai transmitir os restantes episódios. Segundo novas informações, a ABC retirou, por agora, a série do ar porque as séries da Fall Season estão a regressar e a série nunca seria transmitida até ao final (13 episódios neste caso, faltando transmitir 5). Assim, a ABC decidiu retirar a série do ar por agora, e depois recoloca-la, e transmitir os restantes. Apesar essa recolocação ainda não tem data marcada, já é bom sinal a transmissão todos os episódios. Boa noticia para os fãs


Grey's Anatomy 6.01: Os primeiros cinco minutos

Setembro 12, 2009

425.greys.anatomy.071907Os primeiros cinco minutos do primeiro episódio da sexta temporada já estão online e resolve o clifhanger que toda a gente já sabia como ia acabar. Na minha opinião, a música inicial foi muito mal escolhida, tirando um pouco da emoção e importância do destino da Izzie e de George. Quanto às personagens, não sei o que dizer, parece-me que só a Callie é que estava mesmo a sentir a morte de George, mas também ainda é cedo para dizer. Por último, a cena em que a Little Grey diz que aquele não é o O’Malley só pode ser do choque. A sexta temporada de Grey’s Anatomy estreia a 24 de Setembro com dois episódios e terá reviews semanais pela Filipa Silva. Agora fiquem com o vídeo!


Edward Norton é a primeira grande contratação de 'Modern Family'

Setembro 10, 2009

edward-norton-hulkEdward Norton vai ser um dos primeiros convidados da nova comédia da ABC: Modern Family.

A série, que segue o estilo documentário de ‘The Office’ e que se centra em três famílias americanas suburbanas bem diferentes, vai estrear o protagonista de ‘Incredible Hulk’ na televisão num episódio que vai ao ar em Novembro.

O actor de 40 anos vai interpretar um baixista de uma famosa banda que será contratada pelas personagens de Julie Bowen e Ty Burrell, sendo que Burrell foi um dos actores de ‘Hulk’.

Modern Family estreia na ABC no dia 23 de Setembro, quarta-feira. O Portal de Séries já teve o previlégio de ver o episódio piloto, cujo review está aqui.


Grey's Anatomy: Fotos e uma hilariante cena!

Setembro 9, 2009

Enquanto o dia 24 de Setembro não chega para podermos ver as duas primeiras horas da nova e sexta temporada de Grey’s Anatomy, a ABC lá vai matando um pouco a curiosidade. Por um lado, temos fotos promocionais do funeral de um dos médicos de Seattle Grace, mas por outro temos um hilariante sneak peek (cheio de spoilers para quem não sabe quem morre e quem vive, mas existe alguém que não saiba?).

A sexta temporada de Grey’s Anatomy terá reviews semanais feitos pela Filipa.


Lista: Séries a rever quando tiver 40 anos

Setembro 8, 2009

40 Anos. As experiências acabam, a vida está fortalecida. Chega a altura de começar a olhar para trás, para o passado de uma forma mais profunda. O tempo que passamos, os segundos perdidos e ganhos na vida. E é sobre alguns destes segundos que falaremos, sobre os segundos que não foram perdidos a ver série, mas sim ganhos. As séries que transitaram por entre o tempo, que nos fizeram companhia. As séries que mostraremos ao nossos filhos como os ex-líbris do nosso tempo. As séries a rever quando tivermos 40 anos.

BOston-Chuck
Boston Legal

Os advogados são ser carrancudos. Seres que dominam o uso da palavra e da escrita. São seres que a sua existência se resumiria, a nível profissional, em processar. Por causa disso, Boston Legal estava destinado a desgraça. Mas Boston Legal não fala sobre o mundo dos advogados, mas sim sobre o mundo e transforma-o num escritório de advocacia. Inteligentemente escrita, interpretada com mestria e com diálogos absolutamente de outro mundo, a vida de Alan Shore e Danny Crane é uma doçura. É uma vida que qualquer pessoa gostava de ter. Fazer o que mais gosta com o melhor amigo ao lado. É outra série em que a amizade aparece documentada. Mas é outro tipo de amizade. É uma amizade mais profunda que Friends, mas com um nível de humor semelhante. É uma série que delicia os olhos, os ouvidos. As frases de Denny, as insinuações de Alan e o resto do elenco fazem de Boston uma das melhores criações dos últimos anos. É para apreciar e desejar ter uma vida perfeita como aquela.

Chuck

A série mais recente da lista, mas talvez a que tenha o que falta a todas o resto. Chuck é um sonho vivido. É a concretização do mais improvável dos sonhos. A relação entre os mais improváveis seres humanos do universo. Chuck é uma série que consegue conquistar qualquer pessoa, até uma criança. É uma série de tão simples, tão simples, que ao vê-la se vê algo mais confuso. Chuck é sobre a relação entre o que dá o nome a série e Sarah. O resto é conversa. Não é só isto, mas é a maior parte. Qualquer pessoa que veja Chuck vê que a série foi construída com o propósito da paixão entre os dois. O resto é como dar dois doces a uma criança em vez de um. Ou talvez três.

Dexter-Friends

Dexter

Dexter no inicio é um bebé. Não sabe gatinhar, o que aprendeu é o seu manual de sobrevivência. Eu, ao ver Dexter, não vejo unicamente a série de um serial killer. Vejo uma série muito mais complexa que isto. Vejo a aprendizagem do ser humano, o crescimento dele, o seu desenvolvimento, as suas descobertas, as suas fraquezas. A construção de um ser humano. Os casos servem mais para ser o propósito desta construção. É que em Dexter tanto podemos ver um adulto já formado como um bebé sem aprendizagem. Vemos bastantes erros, muitos comuns na adolescência, muita aprendizagem e descoberta, mas também vemos o seu lado mais adulto, na forma como consegue lidar com as pessoas. Dexter é outra série imortal. Pois, se os tempos se vão mudando, a construção do ser humano é sempre igual. Em Dexter dá para vermo-nos a nós próprios, aos nossos pais ou aos nossos futuros filhos. Dexter é das personagens mais completas que existem na TV, a série é sempre uma descoberta autêntica.

Friends

O humor é eterno. Teremos sempre de nos rir, faz bem a alma, e o que faz bem a alma faz bem ao corpo. E, naqueles dias que parece que ninguém nos arrancará um sorriso, nada melhor que a companhia dos 6 amigos de New York. Friends será uma série eterna para aqueles que gostaram e para aqueles que a viram. O humor é tão simples, rudimentar, que se torna inteligente. Para além disso, as qualidades que a série transmite serão sempre necessárias para a sociedade. A amizade é um bem precioso para todo o mundo. Friends é um hino a esta qualidade humana. Brindemos aos seis amigos.

Friday-Sexcópia

Friday Night Lights

Quem pensa que Friday Night Lights trata-se de um drama juvenil banal, está redondamente engano. Com um elenco praticamente desconhecido do grande público, mas que consegue transmitir toda uma emoção patente em FNL. Personagens envolventes, dramas interessantes e mais que reais, passando pelo racismo, bipolaridade, traições, vitoria, derrotas, girando tudo em volta de um amor comum o futebol americano, os Dillion panthers, e de um treinador inspirador. É raro um episódio de FNL que se considere mau, variam entre a perfeição e o muito bom. Série elogiadíssima pela crítica que demora no entanto a conquistar um número de fãs consideráveis, mas os que tem são fiéis e apaixonados por esta magnifica série e não hesitaram em rever a série, mostrando aos descendentes os problemas da nossa sociedade. Clear eyes, full heart, can’t loss.

Sex and the City

Já a caminho do seu segundo filme, sexo e a cidade foi uma série em que o tema sexo não era tabu, as quatro amigas de Nova Iorque, Samantha, a mais velha mas a mais namoradeiro do sítio. Carrie, jornalista e narradora da série, Charlotte, a mais conservadora e tradicional do grupo, e Miranda mais concentrada na sua carreira de advogada. As quatro amigas proporcionam-nos momentos hilariantes, as suas conversas andam sempre à volta de um tema comum, homens, relações, sexo e a tudo o que isso dizia respeito. As quatro amigas souberam fazer da série uma obra de arte digna de ser revista um dia mais tarde.

Greys-Lostcópia

Grey’s anatomy

Drama, paixão, mestria, surpresa, todas estas palavras definem o grande sucesso que é Grey’s Anatomy e as suas 5 temporadas até ao momento. Com personagens interpretadas com mestria e que criam grande empatia no público, Grey’s consegue comover mesmo os corações mais duros com todos os dramas que nos foi habituando ao longo dos tempos. Desde as várias complicações e revés que a vida de Meredith sofreu, ao desfecho da história entre Denny e Izzie, e mais recentemente à doença desta e ao acidente de George, são inúmeros os casos dramáticos de sucesso em Grey’s. E apesar de apresentar alguns episódios mais fracos no episódio seguinte é sempre de esperar o melhor desta série e do seu elenco. Com uma banda sonora digna desse nome e com narrações comoventes, Grey’s estabeleceu-se no panorama internacional como uma McSeríe de elevada qualidade. “The patients we lose, the mistakes we make. That’s how we learn. That’s the only way it’s ever been done.”

Lost

Mistério. Quem não gosta de uma aventura na vida, que envolva tudo que sempre imaginamos. Uma ilha perdida e pedida pelo mundo. Local de maravilhosas criaturas, de maravilhosos mistérios e significados. Lost demonstra, antes de tudo, a sobrevivência do ser humano em ambiente hostil. A aprendizagem primeiro. Mas Lost mostra que, ao contrário de que muitas pessoas defendem, o ser humano é uma essência mutável. Sempre em construção. É isto que Lost significa, para além do mistério e excentricidade que o rodeiam. Um teste a sobrevivência humana. Uma construção de uma nova vida. Paisagens magníficas. Relacionamentos construídos do 0. Amores e desamores. E, depois, o resto vem por acréscimo. E o acréscimo é melhor que os significados básicos da série. Para ver com 40, 50, 60 e 70 anos. E ver que o ser humano é um ser hábil a criar arte.

Supernatural-Prisoncópia

Supernatural

Apesar de explorar um tema por vezes controverso e nem sempre apreciado por todos, rapidamente conseguiu conquistar milhares de fãs pelo mundo fora, sendo responsável por uma excelente audiência para o canal CW. Estrelado por dois actores que para além de interpretarem maravilhosamente as suas personagens, também constituem um regalo aos olhos do povo feminino. Apesar de se estender no tempo indo já para a sua 5 temporada, supernatural tem sabido explorar o tema com muita sabedoria, fazendo os fãs acompanharem a série do princípio ao fim. Os manos Winchester e as suas lutas contra os demónios, sem esquecer os risos proporcionados por Dean, conquistaram fãs mais que fiéis em todo o lado.

Prison Break

Uma série que apresentou uma primeira temporada digna da palavra maravilhosa. Com uma argumento original, onde o suspense e a surpresa faziam parte do casting em cada episódio. Muitos acusam-na de se ter estendido no tempo e de ter tentando fazer valer o seu sucesso por tempo em demasia, talvez concorde em parte com essa opinião, mas não posso deixar de destacar que depois de uma segunda e terceira temporada um pouco mais fracas, Prison Break reergueu-se das cinzas e conseguiu terminar da maneira como começou de forma mais do que digna. Os manos Scofield e companhia vão fazer falta, e nada melhor que rever a série com toda a família reunida.

Lista Realizada por: Filipa Silva e António Guerra


Modern Family (1.01) – Pilot

Setembro 8, 2009

115976_D_0020Primeiro que tudo, antes de começar a comentar o episódio, quero deixar o meu agradecimento ao Mateus Borges, pois foi graças a ele que consegui uma entrada livre para conseguir ver o piloto desta nova comédia da ABC. ‘Modern Family’ bem sendo descrita em vários sites especializados em televisão como ‘a melhor comédia dos últimos anos’, logo a expectativa para ver um produto bom era grande. Será que aquilo que foi mostrado no primeiro episódio foi suficiente para poder concordar com a crítica americana e adorar este início?

Eu tenho um grande azar com comédias. Na temporada de 2007/08 estreou ‘Aliens in America’, uma série de grande qualidade e que tinha um público bastante fixo na CW, com média de um milhão de telespectadores por episódio. Acontece que a emissora decidiu cancelar para depois apostar nas horríveis ‘Valentine’ e ‘Easy Money’, mas felizmente acabou por sair-se mal. Na temporada passada, aconteceu a mesma coisa. Comecei a ver Worst Week, uma série excelentemente protagonizada por Kyle Bornheimer e com uma audiência de fazer inveja a muitas outras séries (inclusive a renovada ‘Gary Unmaried’, com dez milhões por episódio), mas não sei o que se passou na cabeça da CBS para também cancelá-la. Enfim, as emissora não devem mesmo gostar de mim (sim… estou a referir-me ao cancelamento da original ‘Pushing Daisies’).

E pronto, chega de falar das outras séries, o review é de ‘Modern Family’ e não das outras injustamente canceladas. Somos apresentados a três famílias que, tal como o nome da série sugere, são bastante modernas e abertas. Phil e Claire são os pais de três crianças tipicamente endiabradas: uma adolescente com a mania que sabe tudo, e dois mais novinhos que são muito carismáticos. Phil, o pai, é do mais moderno que pode haver: escreve ‘LOL’, ‘ROTFL’ e ainda sabe cantar as músicas do ‘High School Musical’. Jay e Gloria também conseguem ter os seus grandes momentos, principalmente quando envolve o filho dela, mas mesmo assim o Phil e a Claire conseguem ser mais hilariantes. Por fim, temos um casal homossexual, Mitchell e Cameron, que decidem adoptar uma criança do Vietname. A cena do avião está mesmo muito engraçada!

O interessante da série está no seu final, quando descobrimos que as três famílias têm algo em comum. Entre um elenco bem competente ao seu estilo ‘The Office’, ‘Modern Family’ é sem dúvida uma série com grande potencial. Esperemos que a ABC dê o tratamento que merece e não faça dela o mesmo que fez com ‘Samantha Who?’. A série estreia na ABC no dia 23 de Setembro e recomendo a todos que vejam pelo menos o episódio piloto. Se virem a estreia, vão querer ver o resto de certeza!

86


Duelo de Séries: Grey's Anatomy ou House?

Setembro 7, 2009

duelo2Existem séries que simplesmente não se livram de uma certa comparação devido aos temas que exploram. Depois do duelo entre ‘True Blood’ e ‘Buffy, the Vampire Slayer’, chega a vez de deixar o vampirismo de parte e debruçarmos nas séries médicas. Essas são as duas séries desse género mais conhecidas e com melhor audiência, mas mesmo assim têm as suas diferenças. Qual será a melhor?

Grey’s Anatomy‘ é um grande drama televisivo que já ganhou vários prémios, tai como ‘melhor série dramática’ em 2007 nos Globos de Ouro. O seu elenco talentoso (que também já teve grandes merecimentos nesses prémios) consegue fazer-nos rir e até arrancar uma lágrima do rosto. É certo que a série também já teve os seus momentos menos bons, principalmente na quarta temporada e no início da quinta, mas Shonda Rhimes também já provou ser capaz de dar a volta por cima, presenteando-nos com dezenas de episódios muito bem escritos. ‘Grey’s Anatomy’ é uma série que vive das suas personagem e da relação das mesmas com os casos médicos.

Ao contrário da série da ABC, ‘House‘ foca-se mais nos casos dos pacientes do que na vida dos médicos. Criada por David Shore e protagonizada por Hugh Laurie, vencedor duplo do Globo de Ouro de melhor actor em série de televisão, ‘House’ também uma série que teve os seus altos e baixos. Enquanto que o episódio ‘House’s Head’, a primeira parte do final da quarta e irregular temporada é das melhores coisas algumas vez feitas para televisão, a quinta temporada foi um autêntico balde de água fria para aqueles que tinham muitas expectativas. Com um elenco menos aproveitado que o de ‘Grey’s Anatomy’, House sobrevive hoje em dia pela grande interpretação de Hugh Laurie.

Na minha opinião ‘Grey’s Anatomy’ consegue ser uma série muito mais apelativa do que House. Isso deve-se ao facto de eu gostar mais de histórias continuas do que episódios fechados, onde se apresenta um doente, resolve-se o diagnóstico e depois ‘bye, bye‘. Além disso, a série da Shonda Rhimes nunca esteve tão fraca a ponto de eu querer desistir dela, algo que eu fiz com ‘House’ na metade da quinta temporada e mesmo sabendo que o final foi bastante agradável, não estou interessado em voltar a pegar nela.

E vocês, qual é a vossa série médica favorita? Votem na sondagem!

[poll id=”73″]


Private Practice: Vídeo promocional da terceira temporada

Setembro 7, 2009

Private_Practice620x220

A terceira temporada de Private Practice tem estreia prevista para o primeiro dia de Outubro e ganhou hoje o primeiro vídeo promocional. Eu confesso que não vejo a série mas dizer que ela é ‘o drama médico mais original da televisão’ é uma piada de mau gosto, só pode. Se quisessem dizer isso, ao menos que fosse em ‘Grey’s Anatomy’, que curiosamente surgiu antes de ‘Private Practice’ e foi ela que originou quando decidiu que a Addison deveria ter a sua própria série.


Saiba quando o AXN estreia FlashForward!

Setembro 3, 2009

Sem títuloOntem, depois de ter publicado o artigo com vídeos promocionais de FlashFoward, recebi um comentário a perguntar se sabia de alguma coisa sobre a publicidade da série da ABC no AXN.

Depois de ter investigado o assunto, descobri que a série vai estrear no AXN de Espanha no dia 5 de Outubro. Tendo em conta que a programação de lá e a portuguesa é praticamente igual, acho que é seguro dizer que a série também vai chegar a Portugal mais ou menos nessa data.

Ainda sem qualquer confirmação oficial, a verdade é que se isso for verdade, o AXN está mesmo de parabéns. Depois da RTP ter trazido ’24: Redemption’ com apenas três dias de diferença da exibição americana, quem sabe o AXN também não consiga fazer isso com uma ou duas semanas depois da exibição original!

FlashForward estreia no dia 24 de Setembro nos Estados Unidos e terá reviews semanais feitos por mim.

Actualização: Segundo o site da Cabovisão, FlashForward estreia no AXN Portugal a 7 de Outubro pelas 22h26.


Grey's Anatomy: Novo vídeo promocional

Agosto 31, 2009

p0

A sexta temporada de Grey’s Anatomy, que estreia no dia 24 de Setembro nos Estados Unidos, ganhou um novo vídeo promocional bem melhor que o anterior onde mais novas cenas são mostradas. A série terá reviews semanais aqui no Portal de Séries pela Filipa e em breve também poderá ganhar a terceira e quarta temporadas em DVD. Veja, a seguir, o vídeo.