Depois de um final de temporada soberbo, nesta nova temporada as expectativas são elevadas. Mortes, salvamentos, drama e mais drama é aquilo que se pede a Grey’s Anatomy, e é isso que ela sabe fazer tão bem e que lhe tanto crédito e sucesso. Depois de no final da temporada passada duas personagens terem ficado com a vida em risco, embora não seja já segredo para ninguém o destino das personagens, só mesmo para quem não visita sites relacionados com séries, espera-se sempre que Grey’s nos consiga emocionar e surpreender quer seja pelas representações, diálogos, banda sonora, toda uma envolvente que nos momentos mais dramáticos está presente. Começando agora a debruçar-me sobre o episódio em si, devo dizer desde já que a música de abertura escolhida foi má, e muito distante daquilo que a série nos vem habituando, sempre com óptimas escolhas musicais e musicas chaves para momentos cruciais mas este não foi definitivamente o caso. Começamos o episódio onde terminamos o anterior, Izzie a lutar pela vida e a conseguir abrir os olhos para satisfação de Karev, no bloco operatório O’Malley não teve a mesma sorte acabando por falecer perante o olhar de sofrimento de Callie.
Esperava um pouco mais de drama envolvendo o momento em que a morte de O’Malley foi declarada, a única que mostrou comoção com c maiúsculo foi Callie, esperava ver mais lágrimas e mais carga emotiva, algo ficou a faltar. Mas parece que cada um resolveu sofrer à sua maneira. Christina e Owen colocam mãos ao trabalho, Meredith esconde-se numa sala, Bailey resolve ir apanhar ar fresco, o chefe fica a saber pela boca de Derek que terá mais um problema em mãos, o cargo de chefe de cirurgia está em risco. Mas apesar de tudo Izzie e Callie renderam-nos bons momentos, depois de ser pedido a Callie decidir sobre a doação dos órgãos de O’Malley, esta resolve ir pedir ajuda a Izzie afinal ela era uma das pessoas mais importantes na vida de O’Malley, de melhores amigos passaram a namorados, mas a amizade nunca se perdeu afinal se Meredith é a pessoa de Christina, sem sombra de dúvidas Izzie era a pessoa de O’Malley. Inicialmente Karev recusa-se em contar o sucedido a Izzie mas perante a pressão de Callie não tem outra opção. A despedida desta de O’Malley acaba por ser um dos momentos mais emotivos, assim como aquando da doação dos órgãos, Bailey libertou finalmente algum do sofrimento e emocionou-nos. A morte é inevitável, mas podemos sempre tirar lições dela e tentar salvar a vida de mais alguém.
Chegou o dia do funeral e para minha grande surpresa, os quatro amigos resolvem rir-se, um momento em que se previa emotivo acabou ridiculamente em risota, aqui apetece-me dizer Shonda Rhimes não viu decerto o funeral de Quentin, assim se faz um funeral emotivo. Achei a cena mais do que ridícula. Continuando com o leque de cenas ridículas, desta vez é protagonizado por Sloan, perante uma Lexie lavada em lágrimas este resolve perguntar se O’Malley era um garanhão, momento oportuníssimo. E assim vamos pulando de dia para dia até ao quadragésimo dia, com alguns momentos a referir, Bailey resolve descarregar as frustrações em Christina, o chefe depois de ver o seu emprego em risco ainda discute com Callie e esta muda-se de malas e bagagem para Mercy West. Meredith e Derek estão numa de curtir o casamento de post-it a toda a hora e em todo o lado, expulsando indirectamente Izzie e Karev para o trailer. Esta queixa-se da distância que Karev mantém dela, e isso proporciona-nos mais uma cena ridícula, desta feita a protagonista é Christina que resolve canalizar a raiva para Izzie.Um episódio em que tudo o de mau dava direito a risota, desde a ofensa de Christina em chamar Ceviche à paciente, até ao enforcamento de que Christina foi alvo, tudo serviu para rir.
No meio de tanta risota, e enganem-se aqueles que pensam que estavam vendo uma comédia, ainda tivemos alguns momentos dignos de Grey, como Derek e Bailey, esta resolve finalmente desabafar a dor, ela que trata os seus internos como filhos, ela conhecida com Nazzie mas que tem um coração enorme e de manteiga. Izzie e Karev, esta resolve finalmente confronta-lo com os seus receios e por aquilo que estão a passar. Izzie e Amanda, Izzie toma partido e dá um abanão em Amanda que tinha passado os dias sentado num banco em frente ao hospital. Meredith que ao 39º dia chora. E no final ficamos a saber que Seatlle Grace vai-se fundir com Mercy West e há série risco de despedimentos em breve. Esperava-se muito, esperava-se demais de Grey e para mim não correspondeu, conseguiram ridicularizar o episódio com certas cenas, que eu me pergunto quem as escreveu, será a mesma pessoa que escreveu o último episódio da temporada passada? Claro que o episódio teve momentos bons e emotivos mas não correspondeu às minhas elevadas expectativas, queria começar esta temporada com um excelente mas não posso para mim o episódio não me encheu as medidas e Grey começa a temporada apenas com um bom medíocre. Esperemos que o crescimento da temporada seja tão positivo como o da época passada.
Melhor: Izzie, que em quase todos os momentos que interveio foi comovente, e para mim foi a alma do episódio juntamente com Bailey.
Pior: Risos e mais risos, mas será que mais ninguém se apercebeu que O’Malley morreu foi enterrado, piadas sem sentido, perguntas estúpidas, risos ridículos, num episódio que se esperava de drama e não comédia.

Publicado por Marco 

Este episódio acontece uns meses após os acontecimentos do episódio 1.12…e muito antes dos acontecimentos 1.13. Confesso que esperava mais deste episódio, é um episódio escrito e realizado por Joss Whedon, por isso é de se esperar sempre o melhor, acontece que este não teve o nível do final da temporada passada. Voltamos ao caso da semana, nesta semana parecia que estava mesmo a ver uma série policial, mas houve alguns desenvolvimentos para a trama principal e notaram-se algumas pontes a serem formadas entre este episódio e os acontecimentos do episódio 1.13, portanto podemos esperar que a qualidade de Dollhouse, há-de aparecer. Tenho pena que Joss Whedon esteja demasiado preso ao caso semanal e não possa fazer a série de forma mais consistente em termos de trama principal, mas esta terá desenvolvimentos para breve, este episódio, apesar de um furos abaixo do que esperava, mostra que a história está viva.
Neste momento vi seis temporadas das dezoito já produzidas de Survivor. Este reality show tornou-se um verdadeiro vício no início deste ano quando comecei a ver Survivor Gabon. Se este não fosse o meu reality show favorito acreditem que não estaria a fazer reviews do mesmo. Eu ainda pensei em fazer de Survivor Tocantins, mas acabei por ter a decisão mais acertada ao não fazer, visto que foi a pior temporada das seis que vi.
Sendo NCIS Los Angeles uma série policial não parti para a visualização do episódio com grandes expectativas em ver um produto de grande originalidade nem brilhante escrita. Este episódio, e esta série entusiasma-me por um nome do elenco. Daniela Ruah foi o que me fez querer acompanhar esta série, e por isso os meus reviews focar-se-ão bastante na Daniela. Como série, é no fundo apenas mais um produto para o saturado mercado de séries policiais que fazem enorme sucesso, não trazendo nada de novo. Caso para dizer que foi mais um episodio com a premissa: “Same Old same…The formula works so let’s keep doing”. Mas vamos primeiro falar então do que interessa, neste caso isso é Daniela Ruah.
A ABC confirmou que ‘V’, uma das suas novas apostas para esta temporada, terá uma grande pausa após os primeiros quatro episódios serem exibidos.
Pois, é o que dá ter audiências fracas, já se sabe o que vem a seguir: cancelamento. Com audiências muito fracas (1,1 milhões no segundo episódio com um rating de 0,5 na faixa dos 18-49), a série estrelada por Mischa Barton fica-se pelo segundo episódio.
My body is like a rum chocolate souffle.


Após ter cancelado Worst Week, o horário da CBS abriu. Ou seja, novas séries. E AoP foi a que caiu na segunda. Eu não sou um apaixonado por comédias. Mantenho duas, HIMYM e TBBT, e de resto só gosto de espreitar, por vezes, Two and a Half Man. Assim, as esperanças para AoP não eram muitas. E ainda menos ficaram após ver o piloto.
O Michael Ausiello, colunista americano conceituado em televisão, acabou de dizer que a actriz Jennifer Morrison, que interpreta Cameron na série House, está de saída do drama médico!
Apresentando uma fórmula mais literal, sem muitas analogias e citações famosas, Greek nos mostra mais um ótimo episódio, recheado de momentos inusitados. A CRU no episódio passado estava envolta as celebrações da tradicional “Undie-Run“. Neste vemos que Casey deve continuar como representante de sua casa nos assuntos sociais e culturais do campus. Por mais insuportável que Katherine seja, ela representa todo o oposto que vemos entre eles, acrescentando algo de interessante quando apareça, mas são nestes momentos que sinto faltada Evil-Frannie. A Srta. ZBZ acaba tendo que assumir responsabilidade pela “Dry Weekend”, evento que impõe 48 horas sem consumo de bebidas alcóolicas e outras substâncias ilisitas. Para mudar um pouco essa “festa”, ela propõe que as casas se envolvam mais, mudando o perfil chato que normalmente essa semana costumava ter.
Ao falar em policiais, um nome deve vir a cabeça de muita gente: Jerry Bruckheimer. Cold Case, CSI e os seus spin-offs ou Without a Trace fazem parte da lista onde ele é produtor executivo. O último na rifa é The Forgotten.
Audiência de quarta-feira, 23/09/09
